Experiência de compra diferenciada é a trend do momento para e-grocery

Como trazer mais resultados para o seu e-grocery com uma experiência de compra diferenciada? Quem respondeu a essa pergunta foi o Principal Solution Engineer da Salesforce, Fabiano Porto, que participou do Congresso Grocery & Drinks.

Para se diferenciar e se destacar em um mercado tão competitivo como o varejo alimentar, Porto avalia que é imprescindível entender os desafios de mercado e de operação. No que diz respeito ao mercado, o principal deles é a jornada de experiência. 

“Quando a gente olha para dentro das operações, existem muitos silos de dados ainda e se torna difícil fazer escalonamento. Por isso, eu não consigo fazer uma abrangência maior de atendimento do meu negócio como um todo e, muitas vezes, não consigo ter uma análise preditiva. Ou seja, preciso entender o que o meu consumidor realmente quer, para que eu entregue uma melhor experiência dentro da minha plataforma”, analisa.

Já quando o assunto são os contratempos relacionados à operação, a dificuldade em vender quantidades fracionadas de produtos e, desta forma, atender às expectativas dos clientes, aparece no topo da lista. 

Disponibilidade, aplicação de promoções simultâneas e convergentes em todos os canais, precificação atualizada em tempo real a todo o catálogo, estoque unificado e com rastreamento e alterações frequentes das cestas, mesmo depois que o pedido é feito, também aparecem no ranking.

Mas, para além de entregar uma experiência personalizada, é preciso entregar um relacionamento verdadeiro com as necessidades do cliente, conforme aponta Porto.

 “Antigamente, a motivação tradicional era preço e conveniência. Agora eu tenho que entregar segurança com os dados e impacto social do que eu venho fazendo. Esses são os requisitos para entregar transparência desse relacionamento  sobre o que eu estou levando para o mercado”, opina.

Insights para uma experiência de compra diferenciada

Para pôr fim a esses desafios, Porto deixa três dicas valiosas:

Conheça seu cliente:

Isso possibilita eficiência e assertividade na entrega de experiências. “Oitenta por cento das empresas acreditam que estão entregando uma experiência maravilhosa ao consumidor, mas quando você vai fazer uma validação, 8% deles concordam com essa afirmação”,  adverte. A inteligência artificial é uma aliada para ajudar nessa questão, as etapas passam pela captura do comportamento de navegação do cliente, o que levará ao aprendizado de suas necessidades e culminará em melhorias, que podem ser ser feitas por meio da coleta de feedbacks. 

O ciclo de melhorias contínuas ainda pode incluir recomendações de produtos e de buscas, categorias personalizadas, commerce insights e personalizações de jornada.

Atenda suas necessidades

Agilidade nas operações é a palavra de ordem. Ofertar possibilidade de compras em diferentes canais, e envio rápido do produto, possibilitando ao consumidor acompanhar o status da entrega, são de suma importância. Somado a isso, é preciso ofertar um canal self service, para que se possa mudar os habilitadores de entrega, fazer pick up store entre outros. Tudo isso levará à fidelização.

Ofereça comodidade

Possibilite ao cliente opções de selecionar e agendar onde e como deseja coletar suas compras fisicamente. Vender momentos é uma boa pedida. Que tal disponibilizar receitas? Elas podem ser pensadas para serem preparadas com a gama de produtos que estão à venda na loja. 

Leia mais: Como e por que os microinfluenciadores podem ser ótima aposta no varejo de alimentos

Por Tatiana Moura, em cobertura especial para o Congresso Grocery & Drinks

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Como trazer mais resultados para o seu e-grocery com uma experiência de compra diferenciada? Quem respondeu a essa pergunta foi o Principal Solution Engineer da Salesforce, Fabiano Porto, que participou do Congresso Grocery & Drinks.

Para se diferenciar e se destacar em um mercado tão competitivo como o varejo alimentar, Porto avalia que é imprescindível entender os desafios de mercado e de operação. No que diz respeito ao mercado, o principal deles é a jornada de experiência. 

“Quando a gente olha para dentro das operações, existem muitos silos de dados ainda e se torna difícil fazer escalonamento. Por isso, eu não consigo fazer uma abrangência maior de atendimento do meu negócio como um todo e, muitas vezes, não consigo ter uma análise preditiva. Ou seja, preciso entender o que o meu consumidor realmente quer, para que eu entregue uma melhor experiência dentro da minha plataforma”, analisa.

Já quando o assunto são os contratempos relacionados à operação, a dificuldade em vender quantidades fracionadas de produtos e, desta forma, atender às expectativas dos clientes, aparece no topo da lista. 

Disponibilidade, aplicação de promoções simultâneas e convergentes em todos os canais, precificação atualizada em tempo real a todo o catálogo, estoque unificado e com rastreamento e alterações frequentes das cestas, mesmo depois que o pedido é feito, também aparecem no ranking.

Mas, para além de entregar uma experiência personalizada, é preciso entregar um relacionamento verdadeiro com as necessidades do cliente, conforme aponta Porto.

 “Antigamente, a motivação tradicional era preço e conveniência. Agora eu tenho que entregar segurança com os dados e impacto social do que eu venho fazendo. Esses são os requisitos para entregar transparência desse relacionamento  sobre o que eu estou levando para o mercado”, opina.

Insights para uma experiência de compra diferenciada

Para pôr fim a esses desafios, Porto deixa três dicas valiosas:

Conheça seu cliente:

Isso possibilita eficiência e assertividade na entrega de experiências. “Oitenta por cento das empresas acreditam que estão entregando uma experiência maravilhosa ao consumidor, mas quando você vai fazer uma validação, 8% deles concordam com essa afirmação”,  adverte. A inteligência artificial é uma aliada para ajudar nessa questão, as etapas passam pela captura do comportamento de navegação do cliente, o que levará ao aprendizado de suas necessidades e culminará em melhorias, que podem ser ser feitas por meio da coleta de feedbacks. 

O ciclo de melhorias contínuas ainda pode incluir recomendações de produtos e de buscas, categorias personalizadas, commerce insights e personalizações de jornada.

Atenda suas necessidades

Agilidade nas operações é a palavra de ordem. Ofertar possibilidade de compras em diferentes canais, e envio rápido do produto, possibilitando ao consumidor acompanhar o status da entrega, são de suma importância. Somado a isso, é preciso ofertar um canal self service, para que se possa mudar os habilitadores de entrega, fazer pick up store entre outros. Tudo isso levará à fidelização.

Ofereça comodidade

Possibilite ao cliente opções de selecionar e agendar onde e como deseja coletar suas compras fisicamente. Vender momentos é uma boa pedida. Que tal disponibilizar receitas? Elas podem ser pensadas para serem preparadas com a gama de produtos que estão à venda na loja. 

Leia mais: Como e por que os microinfluenciadores podem ser ótima aposta no varejo de alimentos

Por Tatiana Moura, em cobertura especial para o Congresso Grocery & Drinks

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Remarketing: o que é e como usar

Remarketing é uma estratégia que consiste em exibir anúncios nas plataformas digitais para clientes que já se interessaram pelo seus produtos ou serviços. Seguindo a lógica do nome, o remarketing consiste basicamente em fazer o seu Marketing outra vez, tendo como intuito a conversão – venda.

Em outras palavras, o remarketing é aquela mágica que acontece quando você (enquanto consumidor) passa a ser perseguido por anúncios de lojas que pesquisou.

Os consumidores criam milhares de hipóteses, alguns acreditam ser um hacker, outros um sistema de espionagem. Mas, para quem trabalha com Marketing Digital, o remarketing é uma grande aposta para ajudar a aumentar os resultados de qualquer negócio.

O Google Ads — plataforma de anúncios do Google — divulgou números revelando que 97% dos visitantes de lojas online não convertem em uma primeira visita. Por números como esses, o remarketing se faz tão importante.

Como funciona o remarketing?

Quando você clica em um anúncio e é direcionado para um site, a magia do remarketing começa a acontecer. Seu computador recebe um “carimbo” que mostra para o Google que você possui interesse nesse assunto.

Esse carimbo se chama cookie e fica armazenado no seu computador. Serve de sinalizador para que você passe a receber outros anúncios deste mesmo site e de sites que possuam um nicho parecido. Por um período de em média 30 dias, você continuará sendo impactado, até que finalmente, realize a conversão.

A ideia é trazer a marca para a lembrança do potencial cliente para que ele lembre que essa marca pode sanar uma necessidade dele.

Para fazer uma campanha de remarketing, é preciso primeiramente planejar para mapear os leads que se encontram em diferentes estágios do seu funil de vendas. O remarketing utiliza um sistema de listas, semelhante à segmentação de e-mail marketing.

Por exemplo, o e-mail para quem apenas visualizou o produto vai ser diferente para quem visualizou preço ou inseriu algum item no carrinho e abandonou, assim como é diferente para quem concluiu a compra efetivamente.

Alguns formatos de listas que podem servir de exemplo são:

Quem comprou entre R$ 50 ou R$ 100 (varia de acordo com o seu ticket médio);
Quem se inscreveu na sua Newsletter;
Quem respondeu a uma pesquisa;
Quem fez download de um material rico disponibilizado por você.

Vale lembrar que o remarketing trabalha somente com dados e sinais concedidos por você mesmo, logo, a ferramenta sempre irá impactá-lo com um produto ou serviço que você esteve procurando nos últimos dias.

Como fazer uma campanha de remarketing

Antes de dar o pontapé inicial na campanha, é importante estar ciente de que existem vários estágios entre o primeiro contato do cliente com a sua empresa até a decisão de compra.

Esses contatos, nada mais são do que os estágio do funil de vendas, sendo eles:

Visitantes;
Leads;
Oportunidade;
Venda.

É importante conhecer e dominar cada etapa para que faça com que o seu cliente passe para a próxima e chegue ao fim da jornada de compra. Na prática, existem várias formas de se fazer uma campanha de remarketing, como por exemplo, através do Google Ads e Facebook Ads (que inclui o Instagram).

Criar uma campanha de pesquisa, uma campanha de display, uma campanha de vídeo, de produtos, entre outros no Google é um jeito de continuar aparecendo para o usuário que pesquisa um determinado assunto, independente do estágio da jornada de compra que ele se encontra.

A diferença é que a ferramenta impacta o usuário que está pesquisando sobre um determinado assunto no buscador, fazendo com que as chances de conversão aumentem.

Estratégias para uma campanha de remarketing

Após planejar a sua estratégia, independente da ferramenta que for utilizar para a campanha, é hora de realizar algumas boas práticas, pensando totalmente em um resultado eficaz.

Algumas delas são:

Otimização de palavras-chave

Estar sempre atento aos termos de pesquisa que os usuários mais usam na internet e que se relacionam com o seu produto é o primeiro passo para ser mais assertivo, quando for fazer a escolha das palavras-chave que serão compradas/inseridas dentro das campanhas de remarketing. Em seguida, é importante entender qual é o custo (CPC) para cada palavra escolhida, pois em alguns casos, para termos muito genéricos, será praticamente impossível re-impactar alguém se o orçamento for muito baixo e/ou existir limitações para aumento do budget da campanha.

Diminuir os lances da campanha

Para vendas complexas, a diminuição é indicada quando um produto é comprado uma vez sem que uma nova conversão ocorra a curto prazo.

Ao reduzir o custo de uma campanha, as chances de conversão diminuem, porém, os anúncios serão exibidos apenas para potenciais compradores.

Entretanto, é importante reforçar que essa não é considerada uma boa prática dentro das ferramentas de ADS e quando isso acontece acima da casa dos 20% (atualmente – setembro/2021), sua campanha retorna automaticamente para o período de aprendizagem, período esse em que a ferramenta não prioriza mais a conversão, mas sim, a re-adequação do volume desejado X investimento concedido para dali em diante. É somente depois do aprendizado que a ferramenta volta a entregar as conversões desejadas e dentro do novo orçamento definido.

Aprimorar o texto do anúncio

Consiste em pequenos ajustes nos textos dos anúncios para que chamem a atenção do usuário quando ele for impactado novamente.

Palavras como “frete grátis” ou “promoção” funcionam de forma muito eficaz, dependendo do seu nicho.

Quanto maior o volume de títulos e descrições, bem como, fazendo uso de palavras chaves que estejam presentes dentro do seu site, maior a qualificação desses anúncios. O ideal é que sua qualificação esteja sempre na casa do 80 ou 90%, para garantir que o orçamento seja consumido de forma inteligente e otimizada.

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Remarketing é uma estratégia que consiste em exibir anúncios nas plataformas digitais para clientes que já se interessaram pelo seus produtos ou serviços. Seguindo a lógica do nome, o remarketing consiste basicamente em fazer o seu Marketing outra vez, tendo como intuito a conversão – venda.

Em outras palavras, o remarketing é aquela mágica que acontece quando você (enquanto consumidor) passa a ser perseguido por anúncios de lojas que pesquisou.

Os consumidores criam milhares de hipóteses, alguns acreditam ser um hacker, outros um sistema de espionagem. Mas, para quem trabalha com Marketing Digital, o remarketing é uma grande aposta para ajudar a aumentar os resultados de qualquer negócio.

O Google Ads — plataforma de anúncios do Google — divulgou números revelando que 97% dos visitantes de lojas online não convertem em uma primeira visita. Por números como esses, o remarketing se faz tão importante.

Como funciona o remarketing?

Quando você clica em um anúncio e é direcionado para um site, a magia do remarketing começa a acontecer. Seu computador recebe um “carimbo” que mostra para o Google que você possui interesse nesse assunto.

Esse carimbo se chama cookie e fica armazenado no seu computador. Serve de sinalizador para que você passe a receber outros anúncios deste mesmo site e de sites que possuam um nicho parecido. Por um período de em média 30 dias, você continuará sendo impactado, até que finalmente, realize a conversão.

A ideia é trazer a marca para a lembrança do potencial cliente para que ele lembre que essa marca pode sanar uma necessidade dele.

Para fazer uma campanha de remarketing, é preciso primeiramente planejar para mapear os leads que se encontram em diferentes estágios do seu funil de vendas. O remarketing utiliza um sistema de listas, semelhante à segmentação de e-mail marketing.

Por exemplo, o e-mail para quem apenas visualizou o produto vai ser diferente para quem visualizou preço ou inseriu algum item no carrinho e abandonou, assim como é diferente para quem concluiu a compra efetivamente.

Alguns formatos de listas que podem servir de exemplo são:

Quem comprou entre R$ 50 ou R$ 100 (varia de acordo com o seu ticket médio);
Quem se inscreveu na sua Newsletter;
Quem respondeu a uma pesquisa;
Quem fez download de um material rico disponibilizado por você.

Vale lembrar que o remarketing trabalha somente com dados e sinais concedidos por você mesmo, logo, a ferramenta sempre irá impactá-lo com um produto ou serviço que você esteve procurando nos últimos dias.

Como fazer uma campanha de remarketing

Antes de dar o pontapé inicial na campanha, é importante estar ciente de que existem vários estágios entre o primeiro contato do cliente com a sua empresa até a decisão de compra.

Esses contatos, nada mais são do que os estágio do funil de vendas, sendo eles:

Visitantes;
Leads;
Oportunidade;
Venda.

É importante conhecer e dominar cada etapa para que faça com que o seu cliente passe para a próxima e chegue ao fim da jornada de compra. Na prática, existem várias formas de se fazer uma campanha de remarketing, como por exemplo, através do Google Ads e Facebook Ads (que inclui o Instagram).

Criar uma campanha de pesquisa, uma campanha de display, uma campanha de vídeo, de produtos, entre outros no Google é um jeito de continuar aparecendo para o usuário que pesquisa um determinado assunto, independente do estágio da jornada de compra que ele se encontra.

A diferença é que a ferramenta impacta o usuário que está pesquisando sobre um determinado assunto no buscador, fazendo com que as chances de conversão aumentem.

Estratégias para uma campanha de remarketing

Após planejar a sua estratégia, independente da ferramenta que for utilizar para a campanha, é hora de realizar algumas boas práticas, pensando totalmente em um resultado eficaz.

Algumas delas são:

Otimização de palavras-chave

Estar sempre atento aos termos de pesquisa que os usuários mais usam na internet e que se relacionam com o seu produto é o primeiro passo para ser mais assertivo, quando for fazer a escolha das palavras-chave que serão compradas/inseridas dentro das campanhas de remarketing. Em seguida, é importante entender qual é o custo (CPC) para cada palavra escolhida, pois em alguns casos, para termos muito genéricos, será praticamente impossível re-impactar alguém se o orçamento for muito baixo e/ou existir limitações para aumento do budget da campanha.

Diminuir os lances da campanha

Para vendas complexas, a diminuição é indicada quando um produto é comprado uma vez sem que uma nova conversão ocorra a curto prazo.

Ao reduzir o custo de uma campanha, as chances de conversão diminuem, porém, os anúncios serão exibidos apenas para potenciais compradores.

Entretanto, é importante reforçar que essa não é considerada uma boa prática dentro das ferramentas de ADS e quando isso acontece acima da casa dos 20% (atualmente – setembro/2021), sua campanha retorna automaticamente para o período de aprendizagem, período esse em que a ferramenta não prioriza mais a conversão, mas sim, a re-adequação do volume desejado X investimento concedido para dali em diante. É somente depois do aprendizado que a ferramenta volta a entregar as conversões desejadas e dentro do novo orçamento definido.

Aprimorar o texto do anúncio

Consiste em pequenos ajustes nos textos dos anúncios para que chamem a atenção do usuário quando ele for impactado novamente.

Palavras como “frete grátis” ou “promoção” funcionam de forma muito eficaz, dependendo do seu nicho.

Quanto maior o volume de títulos e descrições, bem como, fazendo uso de palavras chaves que estejam presentes dentro do seu site, maior a qualificação desses anúncios. O ideal é que sua qualificação esteja sempre na casa do 80 ou 90%, para garantir que o orçamento seja consumido de forma inteligente e otimizada.

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Pesquisa mostra preparo e gestão financeira dos lojistas brasileiros

Gestão financeira foi o tema da pesquisa realizada pela Magazine Luiza em parceria com o E-Commerce Brasil. 68,5% dos respondentes já realizaram algum curso de gestão financeira.

Contas jurídicas

56% dos respondentes afirmaram que possuem mais de duas contas jurídicas em alguma instituição financeira. Além disso, 33% possuem pelo menos uma e 9% mais de 4.

Maquininha

Em contrapartida, 38% responderam que não usam algum tipo de maquininha para o recebimento de vendas realizadas com cartão.

2% usam mais de 4. Na faixa dos 30% duas respostas: os que usam uma e os que usam mais de duas.

Bancos digitais e serviços de pagamento

Pelo menos metade dos respondentes afirmaram que a empresa possui uma conta em algum banco digital.

Além disso, a maioria dos lojistas que usam algum banco digital afirmaram que o principal uso que fazem delas é o de transferências (DOC, TED e PIX), com 90% das respostas.

Podendo responder mais uma alternativa, 87% afirmaram que também as usam para o pagamento de contas e tributos.

44% usam para depósitos, 40% para folha de pagamento e 24% para saques.

Outro dado relevante relacionado às transferências bancárias e pagamentos é que 50% dos lojistas afirmaram que a modalidade usada com maior frequência é o PIX. Para 28% são os boletos e 20% TED.

Somente 2% dos respondentes usam o DOC.

Capital de giro

61% dos respondentes afirmaram que não usam serviços financeiros para capital de giro.

Por outro lado, 22% usam a antecipação de recebíveis e 11% usam empréstimos. Além disso, 5,6% usam ambos.

79% dos respondentes afirmaram ainda que o que mais valorizam ao pedir um empréstimo são as taxas de juros baixas.

Parcelamentos

Ao parcelar a compra de um cliente, 48% dos respondentes afirmaram que preferem receber de forma antecipada, enquanto 52% preferem receber no fluxo do pagamento.

Leia também: Mastercard: número de PMEs que migraram para o digital cresceu 208% na pandemia.

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Gestão financeira foi o tema da pesquisa realizada pela Magazine Luiza em parceria com o E-Commerce Brasil. 68,5% dos respondentes já realizaram algum curso de gestão financeira.

Contas jurídicas

56% dos respondentes afirmaram que possuem mais de duas contas jurídicas em alguma instituição financeira. Além disso, 33% possuem pelo menos uma e 9% mais de 4.

Maquininha

Em contrapartida, 38% responderam que não usam algum tipo de maquininha para o recebimento de vendas realizadas com cartão.

2% usam mais de 4. Na faixa dos 30% duas respostas: os que usam uma e os que usam mais de duas.

Bancos digitais e serviços de pagamento

Pelo menos metade dos respondentes afirmaram que a empresa possui uma conta em algum banco digital.

Além disso, a maioria dos lojistas que usam algum banco digital afirmaram que o principal uso que fazem delas é o de transferências (DOC, TED e PIX), com 90% das respostas.

Podendo responder mais uma alternativa, 87% afirmaram que também as usam para o pagamento de contas e tributos.

44% usam para depósitos, 40% para folha de pagamento e 24% para saques.

Outro dado relevante relacionado às transferências bancárias e pagamentos é que 50% dos lojistas afirmaram que a modalidade usada com maior frequência é o PIX. Para 28% são os boletos e 20% TED.

Somente 2% dos respondentes usam o DOC.

Capital de giro

61% dos respondentes afirmaram que não usam serviços financeiros para capital de giro.

Por outro lado, 22% usam a antecipação de recebíveis e 11% usam empréstimos. Além disso, 5,6% usam ambos.

79% dos respondentes afirmaram ainda que o que mais valorizam ao pedir um empréstimo são as taxas de juros baixas.

Parcelamentos

Ao parcelar a compra de um cliente, 48% dos respondentes afirmaram que preferem receber de forma antecipada, enquanto 52% preferem receber no fluxo do pagamento.

Leia também: Mastercard: número de PMEs que migraram para o digital cresceu 208% na pandemia.

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Se a segurança do Pix está garantida, todos os lados ganham

Apostar no pagamento instantâneo dentro dos e-commerces proporciona aos varejistas operações simples e ágeis, assim como é o próprio Pix. Muito popular após quase um ano em vigor, o meio de pagamento já caminha para ser o favorito entre os brasileiros. Até o momento, o Pix está atrás apenas do dinheiro físico e as pesquisas indicam que em um futuro próximo a realidade não será mais essa. O pagamento instantâneo e os pagamentos digitais tendem a ter liderança quando o assunto é a forma com que as pessoas irão lidar com as suas finanças.

Se a tecnologia influencia diretamente o comportamento dos consumidores no período que antecede as compras, o mesmo acontece durante a aquisição, de fato, dos produtos. A propaganda existente nas diferentes redes sociais influencia os clientes na jornada de compras. De outro lado, os meios de pagamento digitais ficam com uma outra missão: unir a mercadoria ao cliente de uma forma mais rápida. E se a pauta for agilidade, o Pix sem dúvidas é convidado indispensável para a conversa.

Dentro dos varejos online e físico, a aceitação do pagamento instantâneo quase dobrou no segundo trimestre (e isso ocorre porque a modalidade atende às principais dores dos varejistas). A pesquisa feita pela consultoria GMattos revela ainda que no caso do e-commerce especificamente, o uso do Pix mais que dobrou, apresentando um grande salto. No início do ano de 2021, a modalidade fazia parte do varejo online de 16,9% dos lojistas e agora, no final do trimestre, o número está na marca dos 40,7%.

O trabalho em cima da segurança do Pix

O Pix tem feito cada vez mais sentido dentro dos e-commerces. Neste caso, os motivos vão desde os benefícios para as operações internas até os ganhos para os próprios consumidores. Por isso, trabalhar para que os problemas de engenharia social que embaraçam os caminhos do Pix sejam solucionados é importantíssimo. É o que tem feito o Banco Central. Em função das fraudes e golpes por parte dos criminosos que utilizam o Pix para enganar os usuários que pagam com essa modalidade, o BC anunciou novas regras. Mas antes de comentar sobre elas, é válido trazer para a discussão que este tipo de problema existia antes do Pix, nas situações em que criminosos aplicam os mesmos golpes através de outros meios de pagamento.

Ainda sem previsão para começar a funcionar, as medidas apresentadas englobam, por exemplo, um novo limite para as transações no período das 20h até 6h. Quando a regra entrar em vigor, o valor máximo das transferências será de R$1.000. Para o e-commerce, isso significa compras em um um valor mais baixo. No entanto, esse tópico abre uma exceção. O usuário do Pix poderá cadastrar no sistema as contas das quais serão permitidas receber de Pix acima desse valor no mesmo período citado, ou seja, de acordo com as suas necessidades.

Nessa mesma direção, as demais regras discutem, sobretudo, a transparência das informações por parte das empresas e do Banco Central, a fim de evitar os problemas de engenharia social.

Pix: oportunidade de aumento das vendas

Em linhas gerais, um lembrete importante ao discutir todas essas mudanças é de que o Banco Central é uma instituição de confiança. Afinal, isso é claro ao analisar o histórico da instituição ao longo dos anos, mesmo antes do surgimento do pagamento instantâneo. Com o lançamento da tecnologia do Pix, isso se manteve no mesmo nível ou até maior. A parte técnica do pagamento instantâneo é altamente qualificada. Ela conta, inclusive, com uma agenda evolutiva, introduzindo diversas novas funcionalidades com o passar dos meses. Mas, além disso, destaca-se a segurança do ecossistema: a existência de criptografia, autenticação de dois fatores etc.

No varejo online, ele é uma excelente oportunidade, aumentando vendas, tornando tudo mais simples e entre outros benefícios. Para se ter uma noção, nas datas comemorativas que são estratégicas para o comércio, o uso do Pix disparou, mostrando para o que veio e revelando ainda que há um novo comportamento de consumo. Métodos intuitivos, modernos e democráticos são a preferência! Por isso, a necessidade de se moldar aos contextos que surgem.

O universo dos meios de pagamentos está indo de encontro todos os dias à tecnologia e está cada vez mais preparado. Mas, antes disso, ter segurança durante as operações é crucial, mesmo que isso custe um pouco. Por isso, uma pausa para essas medidas é um ganho para todos os lados. O erro não é técnico ou de falta de modernização da modalidade de pagamento. Ele é, sim, um problema que já possui um histórico. Dessa forma, se o conjunto de regras do BC fortalece a segurança e combate esse problema, pode-se dizer que ele é vantajoso de ponta a ponta: para quem paga, e para quem recebe com o Pix.

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Apostar no pagamento instantâneo dentro dos e-commerces proporciona aos varejistas operações simples e ágeis, assim como é o próprio Pix. Muito popular após quase um ano em vigor, o meio de pagamento já caminha para ser o favorito entre os brasileiros. Até o momento, o Pix está atrás apenas do dinheiro físico e as pesquisas indicam que em um futuro próximo a realidade não será mais essa. O pagamento instantâneo e os pagamentos digitais tendem a ter liderança quando o assunto é a forma com que as pessoas irão lidar com as suas finanças.

Se a tecnologia influencia diretamente o comportamento dos consumidores no período que antecede as compras, o mesmo acontece durante a aquisição, de fato, dos produtos. A propaganda existente nas diferentes redes sociais influencia os clientes na jornada de compras. De outro lado, os meios de pagamento digitais ficam com uma outra missão: unir a mercadoria ao cliente de uma forma mais rápida. E se a pauta for agilidade, o Pix sem dúvidas é convidado indispensável para a conversa.

Dentro dos varejos online e físico, a aceitação do pagamento instantâneo quase dobrou no segundo trimestre (e isso ocorre porque a modalidade atende às principais dores dos varejistas). A pesquisa feita pela consultoria GMattos revela ainda que no caso do e-commerce especificamente, o uso do Pix mais que dobrou, apresentando um grande salto. No início do ano de 2021, a modalidade fazia parte do varejo online de 16,9% dos lojistas e agora, no final do trimestre, o número está na marca dos 40,7%.

O trabalho em cima da segurança do Pix

O Pix tem feito cada vez mais sentido dentro dos e-commerces. Neste caso, os motivos vão desde os benefícios para as operações internas até os ganhos para os próprios consumidores. Por isso, trabalhar para que os problemas de engenharia social que embaraçam os caminhos do Pix sejam solucionados é importantíssimo. É o que tem feito o Banco Central. Em função das fraudes e golpes por parte dos criminosos que utilizam o Pix para enganar os usuários que pagam com essa modalidade, o BC anunciou novas regras. Mas antes de comentar sobre elas, é válido trazer para a discussão que este tipo de problema existia antes do Pix, nas situações em que criminosos aplicam os mesmos golpes através de outros meios de pagamento.

Ainda sem previsão para começar a funcionar, as medidas apresentadas englobam, por exemplo, um novo limite para as transações no período das 20h até 6h. Quando a regra entrar em vigor, o valor máximo das transferências será de R$1.000. Para o e-commerce, isso significa compras em um um valor mais baixo. No entanto, esse tópico abre uma exceção. O usuário do Pix poderá cadastrar no sistema as contas das quais serão permitidas receber de Pix acima desse valor no mesmo período citado, ou seja, de acordo com as suas necessidades.

Nessa mesma direção, as demais regras discutem, sobretudo, a transparência das informações por parte das empresas e do Banco Central, a fim de evitar os problemas de engenharia social.

Pix: oportunidade de aumento das vendas

Em linhas gerais, um lembrete importante ao discutir todas essas mudanças é de que o Banco Central é uma instituição de confiança. Afinal, isso é claro ao analisar o histórico da instituição ao longo dos anos, mesmo antes do surgimento do pagamento instantâneo. Com o lançamento da tecnologia do Pix, isso se manteve no mesmo nível ou até maior. A parte técnica do pagamento instantâneo é altamente qualificada. Ela conta, inclusive, com uma agenda evolutiva, introduzindo diversas novas funcionalidades com o passar dos meses. Mas, além disso, destaca-se a segurança do ecossistema: a existência de criptografia, autenticação de dois fatores etc.

No varejo online, ele é uma excelente oportunidade, aumentando vendas, tornando tudo mais simples e entre outros benefícios. Para se ter uma noção, nas datas comemorativas que são estratégicas para o comércio, o uso do Pix disparou, mostrando para o que veio e revelando ainda que há um novo comportamento de consumo. Métodos intuitivos, modernos e democráticos são a preferência! Por isso, a necessidade de se moldar aos contextos que surgem.

O universo dos meios de pagamentos está indo de encontro todos os dias à tecnologia e está cada vez mais preparado. Mas, antes disso, ter segurança durante as operações é crucial, mesmo que isso custe um pouco. Por isso, uma pausa para essas medidas é um ganho para todos os lados. O erro não é técnico ou de falta de modernização da modalidade de pagamento. Ele é, sim, um problema que já possui um histórico. Dessa forma, se o conjunto de regras do BC fortalece a segurança e combate esse problema, pode-se dizer que ele é vantajoso de ponta a ponta: para quem paga, e para quem recebe com o Pix.

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Relação entre franqueadora e franqueados: como manter a padronização e acabar com os problemas de logística

Imagine uma franquia de cosméticos que tem 10 lojas em estados diferentes. A franqueadora precisa entregar um lançamento específico simultaneamente para todas as franqueadas. “Essa missão pode ser cumprida com sucesso ou esbarrar em diferentes problemas que acarretam atrasos ou extravios, tudo depende da inteligência logística adotada pela rede”, explica Fábio Garcia, CEO da Mais Envios, startup especializada em logística.

A essência das franquias é a padronização: todos os Pontos de Venda (PDVs) de uma mesma marca devem oferecer os mesmos produtos, independentemente da localização da loja. Por isso, ter uma gestão logística consistente, preparada para resolver os percalços e restabelecer o fluxo de entregas é essencial.

Entre estes percalços dois problemas se destacam no que diz respeito às franquias: a falta de uma visão logística integrada por parte do franqueador nas questões operacionais e a ausência de um sistema de informação estruturado e que permita compartilhamento das informações entre a marca e os franqueados.

A gestão completa possibilita a movimentação dos produtos entre os fornecedores e as lojas. Neste caso o trabalho de inteligência logística especializado é uma excelente opção para deixar a operação simples e eficaz.

A inteligência logística também ajuda a resolver a segunda “dor” das franquias, que é a comunicação entre as diversas áreas internas do próprio franqueador, como entre os componentes da cadeia de abastecimento: franqueador, fornecedores, rede de lojas de franquias e multimarcas e transportadores.

“Dentro do nosso dashboard o franqueador consegue acompanhar todo o processo de entrega, checar quais produtos faltam em cada loja e remanejar as mercadorias sobressalentes em outros PDVs próximos, o que gera economia de tempo e reduz o custo de transporte”, ressalta Garcia

Entre os benefícios da contratação de uma gestão logística externa está a facilidade de compra e organização para as lojas franqueadas. Além disso, há a redução no tempo de recebimento de mercadorias na loja.

Mas e quando a franquia tem um e-commerce?

Quando o trabalho extrapola a logística interna de entrega de produtos e insumos para os franqueados e passa para a entrega dos produtos para o consumidor final, as redes precisam investir em outras ferramentas de gestão.

Neste caso, o Ship From Store (SFS) passa a ser fundamental. “As redes esbarram nos custos de implantação do SFS. Por isso oferecemos para estes franqueadores uma opção muito mais acessível”, ressalta Raphael Alexandre Santos, diretor da OmniEnvios, empresa do grupo Mais Envios.

O sistema SFS permite que os franqueadores integrem os estoques das lojas físicas e do e-commerce. Com isso é possível enviar o produto a partir da loja mais próxima do consumidor final, reduzindo o tempo de entrega em até três vezes, em alguns casos em até 24 horas. Sem falar que o custo do frete também é mais competitivo, chegando a uma redução de até 50% no valor final.

A logística inteligente, com o conceito omnichannel, deixou de ser uma tendência para virar uma necessidade de sobrevivência em um mercado cada vez mais competitivo e as franquias podem se beneficiar muito com isso.

Leia também: Mastercard: número de PMEs que migraram para o digital cresceu 208% na pandemia.

O post Relação entre franqueadora e franqueados: como manter a padronização e acabar com os problemas de logística apareceu primeiro em E-Commerce Brasil.

Imagine uma franquia de cosméticos que tem 10 lojas em estados diferentes. A franqueadora precisa entregar um lançamento específico simultaneamente para todas as franqueadas. “Essa missão pode ser cumprida com sucesso ou esbarrar em diferentes problemas que acarretam atrasos ou extravios, tudo depende da inteligência logística adotada pela rede”, explica Fábio Garcia, CEO da Mais Envios, startup especializada em logística.

A essência das franquias é a padronização: todos os Pontos de Venda (PDVs) de uma mesma marca devem oferecer os mesmos produtos, independentemente da localização da loja. Por isso, ter uma gestão logística consistente, preparada para resolver os percalços e restabelecer o fluxo de entregas é essencial.

Entre estes percalços dois problemas se destacam no que diz respeito às franquias: a falta de uma visão logística integrada por parte do franqueador nas questões operacionais e a ausência de um sistema de informação estruturado e que permita compartilhamento das informações entre a marca e os franqueados.

A gestão completa possibilita a movimentação dos produtos entre os fornecedores e as lojas. Neste caso o trabalho de inteligência logística especializado é uma excelente opção para deixar a operação simples e eficaz.

A inteligência logística também ajuda a resolver a segunda “dor” das franquias, que é a comunicação entre as diversas áreas internas do próprio franqueador, como entre os componentes da cadeia de abastecimento: franqueador, fornecedores, rede de lojas de franquias e multimarcas e transportadores.

“Dentro do nosso dashboard o franqueador consegue acompanhar todo o processo de entrega, checar quais produtos faltam em cada loja e remanejar as mercadorias sobressalentes em outros PDVs próximos, o que gera economia de tempo e reduz o custo de transporte”, ressalta Garcia

Entre os benefícios da contratação de uma gestão logística externa está a facilidade de compra e organização para as lojas franqueadas. Além disso, há a redução no tempo de recebimento de mercadorias na loja.

Mas e quando a franquia tem um e-commerce?

Quando o trabalho extrapola a logística interna de entrega de produtos e insumos para os franqueados e passa para a entrega dos produtos para o consumidor final, as redes precisam investir em outras ferramentas de gestão.

Neste caso, o Ship From Store (SFS) passa a ser fundamental. “As redes esbarram nos custos de implantação do SFS. Por isso oferecemos para estes franqueadores uma opção muito mais acessível”, ressalta Raphael Alexandre Santos, diretor da OmniEnvios, empresa do grupo Mais Envios.

O sistema SFS permite que os franqueadores integrem os estoques das lojas físicas e do e-commerce. Com isso é possível enviar o produto a partir da loja mais próxima do consumidor final, reduzindo o tempo de entrega em até três vezes, em alguns casos em até 24 horas. Sem falar que o custo do frete também é mais competitivo, chegando a uma redução de até 50% no valor final.

A logística inteligente, com o conceito omnichannel, deixou de ser uma tendência para virar uma necessidade de sobrevivência em um mercado cada vez mais competitivo e as franquias podem se beneficiar muito com isso.

Leia também: Mastercard: número de PMEs que migraram para o digital cresceu 208% na pandemia.

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A tolerância ao erro precisa fazer parte da transformação digital

Na corrida pelo melhor atendimento ao cliente, todos querem mais rapidez, inovação e eficiência. Os profissionais são incentivados a buscar mais qualificação, a ter ideias fora da caixa e buscar reinvenção constante. Saber seguir uma receita já não basta para promover soluções disruptivas. As empresas querem colaboradores que criem suas próprias fórmulas; entretanto, quando esses erram nas primeiras tentativas, a compreensão dos gestores dá lugar a uma caça às bruxas.

Qualquer pessoa que já tenha cozinhado sabe que não dá para modificar uma receita sem testar. Atire a primeira pedra aquele que nunca solou um bolo ao trocar um dos ingredientes. No campo da tecnologia não é diferente. Para criar um sistema que possa de fato se tornar uma solução para o cliente, os profissionais vão errar muitas vezes. Por isso, o tempo dedicado ao desenvolvimento não pode ser entendido como perdido nem os recursos empregados devem ser vistos como dinheiro jogado fora. Ambos são investimentos em uma etapa da criação, parte de uma jornada muito maior que é o aprendizado. A caminhada é diária. Um passo em falso não tira ninguém da direção.

O problema é que a lógica punitiva ainda é muito forte dentro das empresas. Se as falhas ocorridas durante os processos de inovação forem passíveis de punição, ninguém vai querer desenvolver uma ideia nova. Advertir um colaborador que errou ao experimentar uma solução diferente é inibir o surgimento de novos talentos e sepultar qualquer faísca de criatividade das equipes.

Métrica positiva

Uma maneira de retirar o estigma do erro é tratá-lo com métrica positiva. Algumas empresas convocaram os seus funcionários para “elegerem” os maiores erros da empresa (Lições aprendidas), com o intuito de reconhecerem estes profissionais com um “vale coragem”. Ou seja, antes do acerto é preciso experimentar, testar e errar. A ideia não é expor o funcionário, mas oferecer uma oportunidade de todas as equipes aprenderem com as falhas. Os prêmios e reconhecimentos são simbólicos. O objetivo é mostrar que vale a pena inventar e que o erro faz parte de qualquer processo de inovação.

Já presenciei muitas pessoas resistirem ao fracasso, rejeitá-lo e tentar evitá-lo, porque, a despeito do que dizemos, erros são embaraçosos. Há uma reação imediata ao fracasso: ele machuca e dói. Precisamos pensar e atuar no erro de uma forma diferente. Não sou o primeiro a dizer que uma abordagem da maneira certa pode ser uma oportunidade de crescimento. Erros não são ruins, são uma consequência inevitável se você pretende fazer algo novo. Devem ser considerados valiosos; sem eles, não haveria originalidade. Por isso, a aceitação do fracasso é importante em nosso aprendizado. Mas só isso não basta, porque o fracasso é doloroso e nossos sentimentos a respeito da dor tendem a impedir a compreensão do seu valor.

Para separar as partes boas e más do fracasso, é preciso reconhecer a realidade da dor e os benefícios do crescimento resultante. Em sua grande parte, as pessoas não querem falhar, mas fracassar é como aprender a andar de bicicleta. Não é possível fazê-lo sem cometer erros, sem cair algumas vezes. Se você não experimenta o fracasso, está cometendo um erro bem maior. Afinal, está sendo guiado pelo desejo de evitá-lo. Como diz Ed Catmull: “A aversão excessiva a riscos faz com que muitas empresas parem de inovar e rejeitem novas ideias, que é o primeiro passo para a irrelevância”. Em uma cultura na qual o fracasso é baseado no medo, as pessoas, conscientemente ou não, evitam os riscos. O método de tentativa e erro tem o valor reconhecido pela ciência.

A importância dos “erros honestos”

Existe uma frase do Jim Gates maravilhosa que é: “A maioria do que a gente está fazendo está errado, e essa é a natureza da inovação”. Se fizermos exatamente o que todo mundo fez, a gente vai chegar onde todo mundo chegou, é óbvio”. Acredito que quando falamos em “erros honestos” eles são “bem-vindos”, erros cometidos com a intenção de acertar e fazer descobertas. Embora possam provocar adversidades a princípio, são primordiais para a evolução de uma equipe, pois a natureza de evoluir e buscar novas soluções é de acordo com a capacidade que temos de entender que o “erro” deve ser medido como uma métrica de “sucesso” e não de insucesso.

A transformação digital do atendimento ao cliente passa, primeiramente, pela transformação da maneira como as empresas lidam com as falhas. Se errar é humano, a expectativa de obter 100% de acerto nos projetos de inovação é algo irreal. Não existe transformação digital sem tolerância ao erro. Os equívocos devem ser acolhidos sem julgamento. Eles são parte de um aprendizado, de um processo que, quando bem conduzido, tem todas as chances de chegar a uma solução viável comercialmente. Sem apoiar aqueles que erram e acertam, as empresas não serão capazes de inovar. E sem inovação, ficará mais difícil cumprir metas e crescer em um mercado tão competitivo. A empresa que estiver disposta a errar vai transformar não só seus processos digitais, mas toda a sua cultura de inovação.

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Na corrida pelo melhor atendimento ao cliente, todos querem mais rapidez, inovação e eficiência. Os profissionais são incentivados a buscar mais qualificação, a ter ideias fora da caixa e buscar reinvenção constante. Saber seguir uma receita já não basta para promover soluções disruptivas. As empresas querem colaboradores que criem suas próprias fórmulas; entretanto, quando esses erram nas primeiras tentativas, a compreensão dos gestores dá lugar a uma caça às bruxas.

Qualquer pessoa que já tenha cozinhado sabe que não dá para modificar uma receita sem testar. Atire a primeira pedra aquele que nunca solou um bolo ao trocar um dos ingredientes. No campo da tecnologia não é diferente. Para criar um sistema que possa de fato se tornar uma solução para o cliente, os profissionais vão errar muitas vezes. Por isso, o tempo dedicado ao desenvolvimento não pode ser entendido como perdido nem os recursos empregados devem ser vistos como dinheiro jogado fora. Ambos são investimentos em uma etapa da criação, parte de uma jornada muito maior que é o aprendizado. A caminhada é diária. Um passo em falso não tira ninguém da direção.

O problema é que a lógica punitiva ainda é muito forte dentro das empresas. Se as falhas ocorridas durante os processos de inovação forem passíveis de punição, ninguém vai querer desenvolver uma ideia nova. Advertir um colaborador que errou ao experimentar uma solução diferente é inibir o surgimento de novos talentos e sepultar qualquer faísca de criatividade das equipes.

Métrica positiva

Uma maneira de retirar o estigma do erro é tratá-lo com métrica positiva. Algumas empresas convocaram os seus funcionários para “elegerem” os maiores erros da empresa (Lições aprendidas), com o intuito de reconhecerem estes profissionais com um “vale coragem”. Ou seja, antes do acerto é preciso experimentar, testar e errar. A ideia não é expor o funcionário, mas oferecer uma oportunidade de todas as equipes aprenderem com as falhas. Os prêmios e reconhecimentos são simbólicos. O objetivo é mostrar que vale a pena inventar e que o erro faz parte de qualquer processo de inovação.

Já presenciei muitas pessoas resistirem ao fracasso, rejeitá-lo e tentar evitá-lo, porque, a despeito do que dizemos, erros são embaraçosos. Há uma reação imediata ao fracasso: ele machuca e dói. Precisamos pensar e atuar no erro de uma forma diferente. Não sou o primeiro a dizer que uma abordagem da maneira certa pode ser uma oportunidade de crescimento. Erros não são ruins, são uma consequência inevitável se você pretende fazer algo novo. Devem ser considerados valiosos; sem eles, não haveria originalidade. Por isso, a aceitação do fracasso é importante em nosso aprendizado. Mas só isso não basta, porque o fracasso é doloroso e nossos sentimentos a respeito da dor tendem a impedir a compreensão do seu valor.

Para separar as partes boas e más do fracasso, é preciso reconhecer a realidade da dor e os benefícios do crescimento resultante. Em sua grande parte, as pessoas não querem falhar, mas fracassar é como aprender a andar de bicicleta. Não é possível fazê-lo sem cometer erros, sem cair algumas vezes. Se você não experimenta o fracasso, está cometendo um erro bem maior. Afinal, está sendo guiado pelo desejo de evitá-lo. Como diz Ed Catmull: “A aversão excessiva a riscos faz com que muitas empresas parem de inovar e rejeitem novas ideias, que é o primeiro passo para a irrelevância”. Em uma cultura na qual o fracasso é baseado no medo, as pessoas, conscientemente ou não, evitam os riscos. O método de tentativa e erro tem o valor reconhecido pela ciência.

A importância dos “erros honestos”

Existe uma frase do Jim Gates maravilhosa que é: “A maioria do que a gente está fazendo está errado, e essa é a natureza da inovação”. Se fizermos exatamente o que todo mundo fez, a gente vai chegar onde todo mundo chegou, é óbvio”. Acredito que quando falamos em “erros honestos” eles são “bem-vindos”, erros cometidos com a intenção de acertar e fazer descobertas. Embora possam provocar adversidades a princípio, são primordiais para a evolução de uma equipe, pois a natureza de evoluir e buscar novas soluções é de acordo com a capacidade que temos de entender que o “erro” deve ser medido como uma métrica de “sucesso” e não de insucesso.

A transformação digital do atendimento ao cliente passa, primeiramente, pela transformação da maneira como as empresas lidam com as falhas. Se errar é humano, a expectativa de obter 100% de acerto nos projetos de inovação é algo irreal. Não existe transformação digital sem tolerância ao erro. Os equívocos devem ser acolhidos sem julgamento. Eles são parte de um aprendizado, de um processo que, quando bem conduzido, tem todas as chances de chegar a uma solução viável comercialmente. Sem apoiar aqueles que erram e acertam, as empresas não serão capazes de inovar. E sem inovação, ficará mais difícil cumprir metas e crescer em um mercado tão competitivo. A empresa que estiver disposta a errar vai transformar não só seus processos digitais, mas toda a sua cultura de inovação.

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José Gasque da Intelipost fala sobre os desafios do last mile nas entregas de alimentos

À convite do E-Commerce Brasil, o Head of Sales da Intelipost, José Gasque, palestrou, nesta quinta-feira (07), sobre os principais desafios do last mile nas entregas de alimentos no Brasil e deu dicas de como implantar e gerir esse tipo de operação. A palestra faz parte do Grocery & Drinks, congresso de e-commerce.

Para contextualizar o assunto, Gasque apresentou um estudo que traz dados sobre urbanização, o que impacta diretamente nas entregas impactando nos custos operacionais; custormers, em 2001, mais de 2 bilhões de pessoas já compravam online; crescimento no consumo de produtos no e-grocery; na oferta de delivery e na aplicação da tecnologia nas operações.

Mudança de comportamento do consumidor no grocery store no pós-Covid também foi um ponto abordado, por meio de outro estudo. Nesse sentido, Gasque abordou a redução do consumo em restaurantes, aumento no delivery de alimentos prontos e na demanda de alimentos semi-prontos.

Para ele, basicamente quatro pontos impactam no last mile: planejamento logístico, do armazenamento à entrega; transporte com rapidez, mantendo a segurança e os padrões de exigências de condução de cada produto; visibilidade da operação em tempo real, afinal, o cliente quer acompanhar o trajeto do produto, passo a passo e provimento de experiência.

“O last mile hoje tende a ser a ponta mais cara da entrega, justamente por essa experiência que o cliente quer ter. O cliente espera rapidez, gratuidade, rastreio do pedido em tempo real, diversidade de opções e políticas de trocas e devoluções”, analisa.

Mas, como garantir precisão no cenário logístico brasileiro? “Conseguir isso é um grande desafio e a gente precisa olhar tudo o que há disponível no mercado em termos de tendências. A gente percebe hoje pelas grandes cidades, muitos locais que servem para fazer a distribuição de produtos”, reforça.

Para finalizar, Gasque citou algumas aptidões do segmento de logística, a primeira delas é o fato de as lojas físicas terem se transformado em centros de distribuição. “Todo varejista já se transformou em marketplace e entrega produtos de diversos perfis, a gente precisa adaptar esses modais para sermos capazes realizar entregas com eficiência”, avalia.

O aumento do serviço de entrega express é outra aposta, já que o usuário final quer cada vez mais isso, em qualquer segmento, aponta o especialista.

E a exigência de um nível de serviço ousado, por isso, é preciso entregar o produto certo, à pessoa certa, no local certo e na hora certa.

Por Tatiana Moura, em cobertura especial para o Congresso Grocery & Drinks

Leia também: Rappi Turbo e Zé Delivery: as mudanças na experiência dos superapps no grocery.

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À convite do E-Commerce Brasil, o Head of Sales da Intelipost, José Gasque, palestrou, nesta quinta-feira (07), sobre os principais desafios do last mile nas entregas de alimentos no Brasil e deu dicas de como implantar e gerir esse tipo de operação. A palestra faz parte do Grocery & Drinks, congresso de e-commerce.

Para contextualizar o assunto, Gasque apresentou um estudo que traz dados sobre urbanização, o que impacta diretamente nas entregas impactando nos custos operacionais; custormers, em 2001, mais de 2 bilhões de pessoas já compravam online; crescimento no consumo de produtos no e-grocery; na oferta de delivery e na aplicação da tecnologia nas operações.

Mudança de comportamento do consumidor no grocery store no pós-Covid também foi um ponto abordado, por meio de outro estudo. Nesse sentido, Gasque abordou a redução do consumo em restaurantes, aumento no delivery de alimentos prontos e na demanda de alimentos semi-prontos.

Para ele, basicamente quatro pontos impactam no last mile: planejamento logístico, do armazenamento à entrega; transporte com rapidez, mantendo a segurança e os padrões de exigências de condução de cada produto; visibilidade da operação em tempo real, afinal, o cliente quer acompanhar o trajeto do produto, passo a passo e provimento de experiência.

“O last mile hoje tende a ser a ponta mais cara da entrega, justamente por essa experiência que o cliente quer ter. O cliente espera rapidez, gratuidade, rastreio do pedido em tempo real, diversidade de opções e políticas de trocas e devoluções”, analisa.

Mas, como garantir precisão no cenário logístico brasileiro? “Conseguir isso é um grande desafio e a gente precisa olhar tudo o que há disponível no mercado em termos de tendências. A gente percebe hoje pelas grandes cidades, muitos locais que servem para fazer a distribuição de produtos”, reforça.

Para finalizar, Gasque citou algumas aptidões do segmento de logística, a primeira delas é o fato de as lojas físicas terem se transformado em centros de distribuição. “Todo varejista já se transformou em marketplace e entrega produtos de diversos perfis, a gente precisa adaptar esses modais para sermos capazes realizar entregas com eficiência”, avalia.

O aumento do serviço de entrega express é outra aposta, já que o usuário final quer cada vez mais isso, em qualquer segmento, aponta o especialista.

E a exigência de um nível de serviço ousado, por isso, é preciso entregar o produto certo, à pessoa certa, no local certo e na hora certa.

Por Tatiana Moura, em cobertura especial para o Congresso Grocery & Drinks

Leia também: Rappi Turbo e Zé Delivery: as mudanças na experiência dos superapps no grocery.

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Estratégias de como cobrar frete fixo no seu e-commerce

De acordo com a 44ª pesquisa Webshoppers Ebit|Nielsen, o faturamento do e-commerce brasileiro registrou alta de 31% no primeiro semestre de 2021 em relação ao mesmo período do ano anterior. Só o número total de pedidos registrou crescimento de 7%, chegando ao patamar de 100 milhões de compras online realizadas. Os seis primeiros meses do ano acumularam R$53 bilhões em vendas, maior montante já registrado!

A pesquisa Webshoppers apontou ainda que 6,2 milhões de novos consumidores passaram a comprar online nos seis primeiros meses do ano. Isso mostra que o comércio eletrônico brasileiro segue expandindo-se e atraindo tanto clientes quanto novos lojistas.

Como se destacar nesse mercado cada vez mais dinâmico? Além de fatores como o preço dos produtos, qualidade do atendimento e ações de marketing, o frete também pode ser usado como uma ferramenta de atração de clientes.

Se na maioria dos nichos de mercado o preço dos produtos tende a não variar muito, outras facilidades oferecidas pela loja virtual acabam tendo maior peso na decisão do cliente. Estratégias como estabelecer um preço fixo para a entrega tendem a chamar bastante a atenção, especialmente porque o consumidor consegue saber exatamente quanto vai pagar no frete antes mesmo de finalizar a compra.

Mas como cobrar frete fixo? Como chegar a um valor que seja atrativo para os clientes e que, ao mesmo tempo, não traga prejuízos ao empreendedor? A seguir traremos algumas dicas que poderão nortear o lojista nessa busca por respostas.

O que levar em consideração ao cobrar frete fixo do cliente?

Para entender como cobrar frete fixo precisamos antes analisar as variáveis que estão envolvidas nessa estratégia. Antes de viabilizá-la, o lojista deve considerar os seguintes fatores:

volume de vendas da loja virtual
volume de vendas dos produtos (caso a estratégia seja aplicada apenas a um ou alguns produtos)
ticket médio
peso do produto
medidas (altura, largura e comprimento)
regiões de entrega

É um trabalho de levantamento de dados. Não há como elaborar uma estratégia de frete fixo eficiente sem saber pelo menos essas informações sobre seu negócio. A maioria dos dados acima pode ser facilmente encontrada, mas o lojista talvez não saiba como calcular o ticket médio da sua loja virtual.

Calculando o ticket médio do seu e-commerce

A conta para se chegar ao ticket médio é bastante simples. Basta pegar os dados sobre o faturamento total da sua loja virtual no período apurado (mês, trimestre, semestre, etc) e dividir pelo número de vendas feitas. A fórmula é essa:

Ticket médio = Faturamento ÷ Número de Vendas

Descobrir o ticket médio é uma informação importante para determinar estratégias de frete, mas não só por isso. Com esse dado, o lojista consegue traçar ações em outros campos (como o marketing ou o preço dos produtos) visando, por exemplo, aumentar o ticket médio da sua loja virtual para um patamar mais seguro.

Como cobrar frete fixo do cliente?

Agora que você já sabe quais fatores precisam ser analisados antes de se cobrar frete fixo do cliente, chegou a hora de executar a estratégia em si.

É possível cobrar frete fixo de diversas maneiras. As mais comuns estão explicadas a seguir.

Cobrar frete fixo por região

Para cobrar frete fixo, o lojista precisa saber quanto, em média, custa o envio de seus produtos. Fazer essa análise por região acaba sendo mais fácil e é por isso que muitas lojas virtuais cobram diferentes preços de frete fixo a depender da região do país.

Outra dica é estipular frete fixo para produtos com peso e dimensões parecidas, pois fica mais fácil calcular a média das entregas para determinada região. Se no catálogo de itens da loja há muitos itens leves e apenas um ou outro pesado, é importante avaliar se esses poucos itens mais pesados não estão distorcendo a média do preço de envio dos itens mais leves.

Por isso é importante fazer aquele levantamento que dissemos acima e descobrir quais são os produtos que mais têm saída em sua loja virtual. Se produtos pesados e grandes (que custam mais caro para enviar) têm pouca saída, nem vale a pena incluí-los no cálculo da média do custo de envio dos produtos da sua loja virtual, pois isso poderia fazer esse preço médio disparar e inviabilizar a estratégia de frete fixo.

Vale lembrar que o Brasil é um país continental e que, pelo menos para pequenos e médios negócios, estipular um valor fixo de frete que se aplique a todo o território nacional pode não ser uma tarefa economicamente viável. Caso não se sinta seguro para dar um passo tão grande logo no início, comece cobrando frete fixo apenas para o estado ou região onde seu e-commerce está localizado.

Frete fixo a partir de determinado valor de compra

Caso queira aplicar o mesmo custo de frete para clientes de todo o Brasil, o lojista precisará encontrar um valor que viabilize isso. Um ponto de partida é usar a fórmula dada acima e descobrir qual é o ticket médio de seu negócio.

Isso não significa que clientes que compram o equivalente ao valor do ticket médio terão gasto o suficiente para fazer a estratégia de frete fixo ser economicamente viável. Mas esse dado é um ponto de partida importante para se chegar a um valor que faça sentido para o cliente e para o lojista.

Importante: para que a estratégia de frete fixo seja realmente um diferencial competitivo, o cliente precisa perceber que o custo do envio realmente é vantajoso. De nada adianta oferecer um preço tabelado de entrega se ele for mais caro do que o frete calculado pelo cliente em outras lojas. E acredite, o cliente sempre sabe quando está saindo em desvantagem.

Por isso, pode ser que o lojista precise diminuir sua margem de lucro para absorver parte dos custos necessários para a implementação de um frete fixo realmente vantajoso. Tudo isso em prol de atrair mais clientes e aumentar as vendas.

Muitas vezes, o lojista descobre um valor de frete fixo atraente após tentativa e erro. É por isso que é aconselhável testar essa estratégia fora de datas comerciais importantes e minimizar os riscos ao negócio.

Frete fixo por tempo limitado

O gatilho da urgência costuma funcionar bastante no e-commerce. Quando uma promoção ou uma vantagem tem data certa para acabar, o consumidor tende a se sentir mais motivado a comprar. Estratégias de frete fixo e frete grátis seguem essa mesma lógica.

Criar uma campanha que ofereça frete fixo por tempo limitado pode ser uma boa oportunidade para o lojista atrair clientes e ao mesmo tempo testar a viabilidade econômica da ação. Caso nunca tenha feito isso antes, talvez seja prudente começar com uma campanha fora de uma data comercial muito importante, para evitar maiores prejuízos.

Dessa maneira, o empreendedor poderá avaliar o sucesso da campanha e o que precisa ser melhorado, ficando mais preparado para executar a estratégia novamente em uma data mais importante (como a Black Friday 2021, por exemplo).

O frete como estratégia de vendas

De acordo com a Econsultancy, 55% dos abandonos de carrinho no e-commerce brasileiro acontecem por causa do custo do envio. É por isso que cobrar frete do cliente é algo que requer atenção. Uma estratégia bem executada pode determinar a finalização da compra.

Oferecer frete fixo ou frete grátis atrai consumidores. Mas, mesmo que sejam ações pontuais, o lojista ainda precisa se preocupar com o abandono de carrinho motivado pelo frete no resto do ano? Como amenizar esse problema mesmo sem oferecer gratuidade na entrega?

A primeira coisa que o empreendedor deve prestar atenção é na variedade de fretes que está oferecendo. Alguns clientes optam pelo envio mais barato, enquanto outros preferem uma entrega expressa que priorize o prazo curto. Portanto, ofereça essas duas modalidades ao cobrar frete.

Outra questão importante é não ficar preso a apenas uma transportadora. Além de representar um risco para a logística de sua loja virtual, essa prática ainda pode privar o empreendedor de obter preços mais vantajosos.

Para aliar variedade de opções de frete e entregas com diversas transportadoras, há plataformas gratuitas de cotação e contratação de fretes no mercado. Usando soluções como essas, o lojista consegue tanto oferecer custos de envio mais baratos, quanto pagar menos quando for calcular a viabilidade de cobrar frete fixo dos clientes.

Seja lá qual for o tipo de estratégia de frete que o lojista opte por implantar, é importante que ele esteja sempre atento aos resultados da ação. Avaliar o que deu certo e o que precisa ser melhorado é tão importante quanto o volume de vendas e clientes que a estratégia trará. Dessa maneira, as próximas campanhas de frete tendem a ser cada vez mais assertivas, trazendo vantagens tanto para o empreendedor quanto para os clientes.

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De acordo com a 44ª pesquisa Webshoppers Ebit|Nielsen, o faturamento do e-commerce brasileiro registrou alta de 31% no primeiro semestre de 2021 em relação ao mesmo período do ano anterior. Só o número total de pedidos registrou crescimento de 7%, chegando ao patamar de 100 milhões de compras online realizadas. Os seis primeiros meses do ano acumularam R$53 bilhões em vendas, maior montante já registrado!

A pesquisa Webshoppers apontou ainda que 6,2 milhões de novos consumidores passaram a comprar online nos seis primeiros meses do ano. Isso mostra que o comércio eletrônico brasileiro segue expandindo-se e atraindo tanto clientes quanto novos lojistas.

Como se destacar nesse mercado cada vez mais dinâmico? Além de fatores como o preço dos produtos, qualidade do atendimento e ações de marketing, o frete também pode ser usado como uma ferramenta de atração de clientes.

Se na maioria dos nichos de mercado o preço dos produtos tende a não variar muito, outras facilidades oferecidas pela loja virtual acabam tendo maior peso na decisão do cliente. Estratégias como estabelecer um preço fixo para a entrega tendem a chamar bastante a atenção, especialmente porque o consumidor consegue saber exatamente quanto vai pagar no frete antes mesmo de finalizar a compra.

Mas como cobrar frete fixo? Como chegar a um valor que seja atrativo para os clientes e que, ao mesmo tempo, não traga prejuízos ao empreendedor? A seguir traremos algumas dicas que poderão nortear o lojista nessa busca por respostas.

O que levar em consideração ao cobrar frete fixo do cliente?

Para entender como cobrar frete fixo precisamos antes analisar as variáveis que estão envolvidas nessa estratégia. Antes de viabilizá-la, o lojista deve considerar os seguintes fatores:

volume de vendas da loja virtual
volume de vendas dos produtos (caso a estratégia seja aplicada apenas a um ou alguns produtos)
ticket médio
peso do produto
medidas (altura, largura e comprimento)
regiões de entrega

É um trabalho de levantamento de dados. Não há como elaborar uma estratégia de frete fixo eficiente sem saber pelo menos essas informações sobre seu negócio. A maioria dos dados acima pode ser facilmente encontrada, mas o lojista talvez não saiba como calcular o ticket médio da sua loja virtual.

Calculando o ticket médio do seu e-commerce

A conta para se chegar ao ticket médio é bastante simples. Basta pegar os dados sobre o faturamento total da sua loja virtual no período apurado (mês, trimestre, semestre, etc) e dividir pelo número de vendas feitas. A fórmula é essa:

Ticket médio = Faturamento ÷ Número de Vendas

Descobrir o ticket médio é uma informação importante para determinar estratégias de frete, mas não só por isso. Com esse dado, o lojista consegue traçar ações em outros campos (como o marketing ou o preço dos produtos) visando, por exemplo, aumentar o ticket médio da sua loja virtual para um patamar mais seguro.

Como cobrar frete fixo do cliente?

Agora que você já sabe quais fatores precisam ser analisados antes de se cobrar frete fixo do cliente, chegou a hora de executar a estratégia em si.

É possível cobrar frete fixo de diversas maneiras. As mais comuns estão explicadas a seguir.

Cobrar frete fixo por região

Para cobrar frete fixo, o lojista precisa saber quanto, em média, custa o envio de seus produtos. Fazer essa análise por região acaba sendo mais fácil e é por isso que muitas lojas virtuais cobram diferentes preços de frete fixo a depender da região do país.

Outra dica é estipular frete fixo para produtos com peso e dimensões parecidas, pois fica mais fácil calcular a média das entregas para determinada região. Se no catálogo de itens da loja há muitos itens leves e apenas um ou outro pesado, é importante avaliar se esses poucos itens mais pesados não estão distorcendo a média do preço de envio dos itens mais leves.

Por isso é importante fazer aquele levantamento que dissemos acima e descobrir quais são os produtos que mais têm saída em sua loja virtual. Se produtos pesados e grandes (que custam mais caro para enviar) têm pouca saída, nem vale a pena incluí-los no cálculo da média do custo de envio dos produtos da sua loja virtual, pois isso poderia fazer esse preço médio disparar e inviabilizar a estratégia de frete fixo.

Vale lembrar que o Brasil é um país continental e que, pelo menos para pequenos e médios negócios, estipular um valor fixo de frete que se aplique a todo o território nacional pode não ser uma tarefa economicamente viável. Caso não se sinta seguro para dar um passo tão grande logo no início, comece cobrando frete fixo apenas para o estado ou região onde seu e-commerce está localizado.

Frete fixo a partir de determinado valor de compra

Caso queira aplicar o mesmo custo de frete para clientes de todo o Brasil, o lojista precisará encontrar um valor que viabilize isso. Um ponto de partida é usar a fórmula dada acima e descobrir qual é o ticket médio de seu negócio.

Isso não significa que clientes que compram o equivalente ao valor do ticket médio terão gasto o suficiente para fazer a estratégia de frete fixo ser economicamente viável. Mas esse dado é um ponto de partida importante para se chegar a um valor que faça sentido para o cliente e para o lojista.

Importante: para que a estratégia de frete fixo seja realmente um diferencial competitivo, o cliente precisa perceber que o custo do envio realmente é vantajoso. De nada adianta oferecer um preço tabelado de entrega se ele for mais caro do que o frete calculado pelo cliente em outras lojas. E acredite, o cliente sempre sabe quando está saindo em desvantagem.

Por isso, pode ser que o lojista precise diminuir sua margem de lucro para absorver parte dos custos necessários para a implementação de um frete fixo realmente vantajoso. Tudo isso em prol de atrair mais clientes e aumentar as vendas.

Muitas vezes, o lojista descobre um valor de frete fixo atraente após tentativa e erro. É por isso que é aconselhável testar essa estratégia fora de datas comerciais importantes e minimizar os riscos ao negócio.

Frete fixo por tempo limitado

O gatilho da urgência costuma funcionar bastante no e-commerce. Quando uma promoção ou uma vantagem tem data certa para acabar, o consumidor tende a se sentir mais motivado a comprar. Estratégias de frete fixo e frete grátis seguem essa mesma lógica.

Criar uma campanha que ofereça frete fixo por tempo limitado pode ser uma boa oportunidade para o lojista atrair clientes e ao mesmo tempo testar a viabilidade econômica da ação. Caso nunca tenha feito isso antes, talvez seja prudente começar com uma campanha fora de uma data comercial muito importante, para evitar maiores prejuízos.

Dessa maneira, o empreendedor poderá avaliar o sucesso da campanha e o que precisa ser melhorado, ficando mais preparado para executar a estratégia novamente em uma data mais importante (como a Black Friday 2021, por exemplo).

O frete como estratégia de vendas

De acordo com a Econsultancy, 55% dos abandonos de carrinho no e-commerce brasileiro acontecem por causa do custo do envio. É por isso que cobrar frete do cliente é algo que requer atenção. Uma estratégia bem executada pode determinar a finalização da compra.

Oferecer frete fixo ou frete grátis atrai consumidores. Mas, mesmo que sejam ações pontuais, o lojista ainda precisa se preocupar com o abandono de carrinho motivado pelo frete no resto do ano? Como amenizar esse problema mesmo sem oferecer gratuidade na entrega?

A primeira coisa que o empreendedor deve prestar atenção é na variedade de fretes que está oferecendo. Alguns clientes optam pelo envio mais barato, enquanto outros preferem uma entrega expressa que priorize o prazo curto. Portanto, ofereça essas duas modalidades ao cobrar frete.

Outra questão importante é não ficar preso a apenas uma transportadora. Além de representar um risco para a logística de sua loja virtual, essa prática ainda pode privar o empreendedor de obter preços mais vantajosos.

Para aliar variedade de opções de frete e entregas com diversas transportadoras, há plataformas gratuitas de cotação e contratação de fretes no mercado. Usando soluções como essas, o lojista consegue tanto oferecer custos de envio mais baratos, quanto pagar menos quando for calcular a viabilidade de cobrar frete fixo dos clientes.

Seja lá qual for o tipo de estratégia de frete que o lojista opte por implantar, é importante que ele esteja sempre atento aos resultados da ação. Avaliar o que deu certo e o que precisa ser melhorado é tão importante quanto o volume de vendas e clientes que a estratégia trará. Dessa maneira, as próximas campanhas de frete tendem a ser cada vez mais assertivas, trazendo vantagens tanto para o empreendedor quanto para os clientes.

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LGPD for kids: o tratamento de dados de crianças e adolescentes nos games

Um dos desafios de startups ou demais empresas que lidam com crianças e adolescentes é como realizar o tratamento de dados de crianças e adolescentes sem desrespeitar a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). O tema é delicado, mas a solução pode estar no redesenho da experiência do cliente/usuário de uma maneira lúdica – e, claro, com base na lei.

Esse e outros assuntos estão presentes em um estudo produzido pelo escritório Opice Blum, Bruno e Vainzof Advogados Associados e obtido com exclusividade pela Consumidor Moderno.

No estudo foram abordados diversos assuntos que interessam aos empreendedores de games (e que por associação podem ajudar outros negócios digitais). Além da LGPD, o material menciona temas como carga tributária, decisões do judiciário, propriedade intelectual e muito mais.

Segundo Gisele Karassawa, gestora da Startup.OBA, área do Opice Blum, Bruno e Vainzof Advogados Associados voltada para startups e outros players de inovação, o avanço do mercado de games levanta questões que precisam ser encaradas por empreendedores desse importante segmento da indústria do entretenimento.

“A relevância do segmento de games no Brasil é notória, já que os números apontam nossa liderança na América Latina e o 12º lugar no mundo em termos de maiores receitas obtidas com jogos digitais. Com esse ritmo acelerado de crescimento do mercado, despontam desafios jurídicos que precisam ser tratados, tais como proteção de dados pessoais de crianças e adolescentes, fraudes digitais, tributação e propriedade intelectual. A ideia da cartilha é abordar esses principais pontos em uma linguagem clara e objetiva, trazendo informações relevantes para o público-alvo.”

LGPD for kids

De acordo com o levantamento, existem pelo menos três pontos na LGPD que interessam a indústria de game no relacionamento com crianças e adolescentes.

Um deles aborda o tratamento de dados nos jogos e aplicativos de internet. Ele está presente no artigo 14, parágrafo 4º da norma e afirma que, nos jogos e aplicações de internet, é proibido aos controladores (gestores dos dados nas empresas) condicionar a participação das crianças ao fornecimento de informações pessoais além daquelas estritamente necessárias àquela atividade.

No parágrafo seguinte (parágrafo 5º), há ainda a previsão da necessidade de esforço razoável dos controladores para verificar a validade do consentimento coletado.

Já no artigo 14, parágrafo 6º, estabelece que, durante o tratamento de dados de crianças e adolescentes, é preciso disponibilizar informações simples, claras e acessíveis, compatíveis com as respectivas faixas etárias dos titulares de dados, entre as quais devem ser mantidas públicas, conforme o parágrafo 2º, ao menos a lista de dados pessoais tratados, sua forma de utilização e o procedimento para exercício dos direitos previstos na LGPD.

E o que significa isso na prática?

Em outras palavras, o recado da LGPD é simples: nenhuma empresa pode exigir que crianças e adolescentes forneçam dados para ter acesso a um jogo ou aplicativo, exceto se eles forem realmente necessários. “Os usuários, ainda que menores, têm o direito de entender efetivamente como se dá o tratamento de seus dados pessoais. Para esse público, compreender essa ação faz parte do desenvolvimento de sua educação digital e autodeterminação informativa, mesmo que não sejam eles os responsáveis pelo consentimento para aquela atividade”, cita o estudo.

No caso da coleta de dados, a empresa precisa redobrar a atenção com o consentimento das crianças e adolescentes: afinal, em que condições ele ocorreu? Será necessária uma nova abordagem com o tema para o público mais jovem?

Por fim, a lei exige algo muito importante: empresas precisam informar sobre o tratamento de dados de um jeito que crianças e adolescentes entendam. E aqui será preciso criatividade das empresas.

“A LGPD não determina o formato específico, mas uma alternativa para adequar o Aviso de Privacidade às características dos usuários é torná-lo lúdico e dinâmico, utilizando-se de recursos audiovisuais. Um bom exemplo são os vídeos com animações que consigam explicar às crianças e aos adolescentes o que são dados pessoais, quais deles são tratados naquela aplicação e o porquê desse tratamento, bem como o que acontecerá com eles depois de utilizados no jogo. Esse recurso é mais adequado do que exibir textos, geralmente longos, pouco atrativos e, não raro, de difícil compreensão”, explica o levantamento.

Outra possibilidade, segundo o levantamento, é usar o próprio recurso da gamificação. “Por se tratar de e-games, as possibilidades de utilizar a criatividade para engajar as crianças e os adolescentes no Aviso de Privacidade são amplas. É possível aplicar técnicas de gamificação ao Aviso, customizando-o às características físico-motoras, perceptivas, sensoriais, intelectuais e mentais do usuário do jogo. Outra opção é inserir o Aviso no universo do jogo em questão, envolvendo personagens familiares ao jogador, tornando-o mais palatável e interessante. Dessa forma, o próprio Aviso se transforma em um jogo educativo, alinhado ao objetivo de desenvolver a educação digital e a autodeterminação informativa desse público.”

e-commerce ainda é embrionário no país e deve ter crescimento exponencial nos próximos anos

Aceleração do consumo digital começou com as restrições da pandemia e deve se acentuar com melhora em tecnologia e segurança

Os dados são da 43ª edição da pesquisa Webshoppers, realizada pela EBIT| Nielsen em parceria com a Bexs, que revela ainda que o faturamento das lojas virtuais atingiu um recorde histórico: 87 bilhões em vendas, 41% de variação em relação ao ano anterior.

Apesar de ter sido impulsionado pelo isolamento social provocado pelo novo coronavírus, o crescimento do e-commerce não deve recuar no pós-pandemia. Ao contrário: a melhora na tecnologia e na segurança e o aumento da confiança do consumidor em relação às compras online devem acentuar ainda mais o crescimento do setor, que ainda é considerado embrionário por especialistas.

E-commerce brasileiro deve decolar no modo turbo

Apesar de todo o crescimento registrado em 2020 – e dos indicativos de que continua em expansão em 2021 – o comércio online ainda é considerado embrionário no Brasil.

Um levantamento feito em parceria entre o PayPal Brasil e a BigDataCorp, intitulado Perfil do E-commerce Brasileiro 2021, aponta que o e-commerce responde por apenas 4% do total de vendas realizadas no País.
Rodrigo Schemann, diretor de vendas da fintech global Unlimint no Brasil, considera que o setor representa um oceano para se navegar e afirma que estamos apenas no início dessa exploração.

“A pandemia acelerou o processo de inclusão digital. Para se ter uma ideia, antes, apenas 4% ou 5% do volume de transações no e-commerce eram feitas com cartão de crédito ou débito. Durante a pandemia, esse percentual saltou para 30%. As pessoas foram obrigadas a aprender como baixar uma carteira digital e aplicativos de saque, inclusive, para utilizar o auxílio emergencial”, explica.

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Com a necessidade de mergulhar neste universo, o receio dos consumidores em comprar pelo computador ou celular também diminuiu. “A população está mais digitalizada. Essas experiências vão impulsionar muito o comércio eletrônico nos próximos anos”, prevê Rodrigo Schemann.

A maior presença dos consumidores online, por sua vez, forçou lojas físicas a se tornarem digitais, desencadeando também uma transformação nos modelos de negócio em todo o País. O estudo da PayPal e da BigDataCorp comprova esse fato: em julho de 2019, o Brasil contabilizava 900 mil lojas online. Em julho deste ano, o número já soma quase 1,6 milhão.

“Quem vende qualquer produto ou serviço hoje, se não estiver no digital, tende a não sobreviver. A conjuntura obriga ter um comércio eletrônico porque amplia o horizonte de vendas. Se alguém antes tinha receio de estar online, hoje não deve ter mais. A pandemia forçou que empresas e empreendimentos se voltassem para o e-commerce e, com isso, esses negócios encontraram nesse canal uma fonte de renda que antes não imaginavam ser possível ter”, analisa o diretor de vendas da fintech global Unlimint no Brasil.

Além da digitalização que vem transformando o comportamento do consumidor e dos negócios, o ‘oceano’ a ser explorado envolve também a potencialização de novos setores dentro do próprio e-commerce.

“Há muito a ser explorado ainda. No Brasil, por exemplo, alguns setores são proibidos, diferentemente de outros países – como jogos de azar e cassino online”, explica.

O setor de supermercados também é utilizado pelo especialista como exemplo, uma vez que as vendas online ainda são pequenas se comparadas com as compras presenciais, que continuaram sendo preferência mesmo na pandemia. Outro nicho que deve se expandir é o de vendas de produtos importados.

“Hoje temos uma meia dúzia de sites que vendem produtos importados no Brasil. É muito pouco. Para comprar um produto que só existe nos Estados Unidos, por exemplo, é difícil, muita burocracia e entregas demoradas. Quando os sites internacionais – e mesmo os brasileiros que vendem produtos de fora – conseguirem resolver esses problemas com burocracia e dificuldade de logística, os números do e-commerce vão crescer muito no país”, prevê.

Perspectivas para o futuro do setor

Implementar tecnologias capazes de aproximar a experiência de compra online e offline e aprimorar a segurança, incentivando o consumo digital, é a principal missão de quem atua no e-commerce.

“É muito da cultura do brasileiro ir até a loja para sentir a experiência da compra. No setor de vestuário, por exemplo, muita gente tem medo de comprar online porque não sabe se o produto vai chegar no tamanho ideal. O fato de não ter um selo de qualidade ou uma garantia de que o produto que vai ser entregue é efetivamente o que está sendo mostrado, inibe o consumidor. Por conta disso, muita gente ainda prefere ir à loja física para sentir, testar e vestir a roupa”, exemplifica Rodrigo Schemann.

Nesse sentido, para o diretor de vendas da fintech global Unlimint, o principal desafio das empresas é fazer com que a pessoa que não está acostumada a comprar online faça a primeira compra. “Ou seja, cativar este cliente e fazer com que ele saia satisfeito e deseje repetir o procedimento”.

Investir em tecnologias para aprimorar essa experiência digital – como as lojas que permitem fazer upload de fotos para ver como as peças de roupas ficariam e até mesmo testar combinações, montando looks – e investir em logística reversa são algumas das estratégias efetivas para cumprir com esse objetivo.

Outro fator decisivo para conquistar novos consumidores e expandir o e-commerce no país é o investimento em segurança na hora da compra. “As pessoas ainda têm receio de informar dados pessoais para finalizar as compras, especialmente número de cartão e chave de segurança, requeridos no momento do checkout. Isso, muitas vezes, faz com que não comprem em sites novos, e sim nas empresas que já conhecem. O faturamento dessas organizações está explodindo”, avalia Rodrigo Schemann.

Tecnologias que facilitem o pagamento e preservem a segurança dos dados devem ser prioridade para empresas do setor. Um exemplo é o 3DS 2.0, que, segundo estudo de caso da Visa, é capaz de reduzir em 40% as fraudes, enquanto os comerciantes podem esperar até 66% menos taxas de abandono do carrinho.

“Com o modelo de checkout atualmente utilizado no Brasil, não é possível saber qual empresa está por trás do processo de pagamento e isso gera insegurança. A Unlimint está trazendo para o país um modelo novo, utilizado na Europa. Quando o cliente compra em um site, tem como saber que está digitando todas as informações do cartão no ambiente de uma empresa segura. A página tem selo de qualidade e garantia de segurança, com todos os protocolos chancelados por órgãos e entidades competentes. Isso vai trazer muito mais segurança para a compra. Trata-se de uma confirmação positiva da compra, reduzindo sobremaneira as fraudes”, exemplifica.

Sua empresa está por dentro do Marketing Ágil?

Na missão de acompanhar o dinamismo do mercado, inserir conceitos de Agile Marketing, o Marketing Ágil – em português, é uma movimentação essencial na criação de estratégias eficazes

Nos últimos anos, a área de marketing talvez tenha sido uma das mais impactadas por tendências e novidades que surgiram em um ritmo incessante. Certamente, um dos conceitos mais proveitosos e condizentes com a realidade atual que todos enfrentamos é o de Agile Marketing (ou Marketing Ágil, em tradução literal), conjunto de práticas que priorizam uma resposta ágil, flexível e adaptável por parte das empresas. Dentro desse cenário, a tecnologia cumpre uma função primordial, na medida em que oferece as ferramentas necessárias para que a organização adote essa postura de reatividade ao mercado.

2020 foi extremamente atípico para todos, não há como questionar o choque inesperado que a chegada do Covid-19 trouxe para o Brasil e o mundo. Hoje, olhando para o futuro, apoiar os planejamentos estratégicos nessa metodologia inovadora é uma questão de sobrevivência de mercado, com um diferencial competitivo desejado por muitas corporações. Responder rapidamente às adversidades é um estágio de excelência operacional a ser atingido por todos. E o Agile Marketing representa essa possibilidade.

Qual é a relação prática do Agile Marketing?

Sempre foi uma realidade comum às empresas trabalhar com a construção de planejamentos que contemplavam resultados a longo prazo, sem tópicos preparados para prever situações de mercado e sustentar uma gestão de projetos mais segura. Sem dúvidas, a inoperância é uma das maiores inimigas atuais de organizações que pararam no tempo, dificultando a produtividade de profissionais presos a um modelo estratégico fragilizado.

Mais do que nunca, é imprescindível compreender a importância da tentativa e erro, além de mudanças que certamente virão durante a execução do projeto. Seguir o plano original à risca pode até ser um sinal de pragmatismo, mas não deve limitar as ações para que o melhor resultado seja alcançado.

Agile Marketing é sinônimo de flexibilidade. Vivemos em um cenário propício a aprimoramentos constantes. A inovação é sentida, com recorrência, interna e externamente. Ciclos de trabalho com projeções curtas trazem uma linguagem ágil e objetiva, capaz de absorver as mudanças e transformá-las em oportunidades promissoras.

Foco no consumidor e em experiências transformadoras

Obter uma vantagem competitiva é um propósito compartilhado por todos, sem objeções. E não há caminho mais adequado para atingir essa finalidade que priorizar a satisfação do público-alvo por meio de estratégias que estruturem vínculos marcantes entre consumidor e empresa. O departamento de marketing, alinhado com outros setores importantes para que ocorra uma sinergia entre as equipes, terá totais condições de entender o que o usuário está procurando, em um ritmo de desenvolvimento contínuo orientado à noção de que quanto mais simples, melhor.

Com a institucionalização da agilidade como conceito a ser disseminado internamente, entraves operacionais, reuniões desnecessárias, gastos evitáveis, entre outros elementos que costumam ofuscar o andamento de projetos, tornam-se acontecimentos raros em um ambiente corporativo preparado para seguir em frente, utilizando aprendizados como fonte criativa para políticas inovadoras.

O Agile Marketing não deve ser encarado como um conjunto teórico difícil de ser aplicado. O cenário empresarial mudou e tende a continuar dinamizado, e o processo de criação de campanhas, interações e relacionamentos precisa acompanhar essa mentalidade inovadora. Por fim, o resultado é uma frente comercial capaz de direcionar os investimentos de forma consciente e precisa, com o suporte tecnológico adequado e profissionais liberados para deixar estruturas rígidas para trás. Com isso, a empresa, os colaboradores e os clientes serão os maiores beneficiados.

Mastercard: número de PMEs que migraram para o digital cresceu 208% na pandemia

As vendas totais nas PMEs (pequenas e médias empresas) aumentaram 4,5% ao ano até agosto de 2021, em comparação com o mesmo período de 2020, enquanto as vendas no comércio eletrônico aumentaram 31,4%. Os dados fazem parte do relatório Recovery Insights: Small Business Reset, da Mastercard, realizado em mercados em todo o mundo.

Segundo o relatório, as vendas em PMEs (pequenas e médias empresas ficaram para trás das empresas maiores em até 20 pontos percentuais no pico da crise. No entanto, os gastos apresentaram uma recuperação em 2021.

Com base no novo índice do Mastercard Economics Institute* de desempenho de pequenas empresas em atividades de vendas agregadas e anonimizadas dentro da rede Mastercard, o relatório identifica várias tendências importantes:

Fechamento

Globalmente, as pequenas empresas que fecharam as portas no início da pandemia tinham uma probabilidade três vezes maior do que empresas grandes de permanecerem fechadas no longo prazo. Um terço das pequenas empresas que fecharam as portas em abril de 2020 permaneceram fechadas após seis meses, e cerca de um quinto delas ainda estavam fechadas após 12 meses. A situação variou dependendo do local: nos EUA, aproximadamente um em cada quatro pequenos varejistas (26%) permaneceu fechado após 6 meses, contra aproximadamente um em cada 12 grandes varejistas. No Brasil, essa proporção foi um pouco maior (28%).

Localização

Os gastos em PMEs varejistas em regiões comerciais centrais caíram 33% em comparação com 2019, enquanto as vendas nos pequenos varejistas suburbanos cresceram 8%. À medida que turistas e trabalhadores permanecem mais próximos de casa, pequenas empresas em bairros comerciais sofrem com a queda nas vendas.

E-commerce

Após os fechamentos, o número de empresas que migraram para o online a cada mês foi três vezes maior do que nos níveis pré-pandêmicos, com um pico em julho de 2020. Isso reflete o aumento da demanda por um canal de vendas online, bem como o ligeiro atraso depois que os lockdowns começaram a trazer isso para a realidade. A mudança para o digital persiste, desde então, em um nível elevado globalmente. No Brasil, por exemplo, o número de empresas que fizeram essa migração em 2020 cresceu 208% em comparação com a quantidade registrada em 2019.

Empreendedorismo

Um terço a mais de pequenos varejistas abriram suas portas em 2020 do que em 2019, um número quase 8 vezes maior que o da criação de empresas maiores. Esta tendência de uma considerável criação de novas PMEs em 2020 é refletida em todo o mundo: Reino Unido (+101%), EUA (+86%), Austrália (+73%), Alemanha (+62%), Canadá (58%), Brasil (+35%) e África do Sul (+13%).

Setores

Restaurantes e Hospedagem: pequenas empresas de hospedagem superaram as grandes por uma ampla margem durante os verões de 2020 e 2021. Nos destinos para os quais as pessoas estão viajando, a tendência de permanecer localmente beneficiou pequenas empresas de hospedagem e atingiram os grandes hotéis. Com os restaurantes foi uma história diferente, com restaurantes PME perdendo dos grandes globalmente em termos de desempenho por aproximadamente 17 pontos percentuais até o momento em 2021.

“O apoio às empresas de bairro têm sido um ponto de atração em toda a pandemia. No entanto, os desafios enfrentados foram muito reais, devido à sua dependência dos mercados locais, cadeias de fornecimento locais e fluxos de caixa mais apertados”, disse Bricklin Dwyer, economista-chefe da Mastercard e diretor do Mastercard Economics Institute. “Mas vemos oportunidades mais brilhantes pela frente. A mudança para o digital abriu as portas para o lado bom da pandemia: um ressurgimento do empreendedorismo e da inovação”.

Você pode acessar aqui a versão completa do Recovery Insights: Small Business Reset. Este é o quinto relatório da série de Recovery Insights; outros relatórios podem ser encontrados aqui.

Leia também: BC adia para junho de 2022 prazo para decisão sobre estrutura definitiva do open banking

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As vendas totais nas PMEs (pequenas e médias empresas) aumentaram 4,5% ao ano até agosto de 2021, em comparação com o mesmo período de 2020, enquanto as vendas no comércio eletrônico aumentaram 31,4%. Os dados fazem parte do relatório Recovery Insights: Small Business Reset, da Mastercard, realizado em mercados em todo o mundo.

Segundo o relatório, as vendas em PMEs (pequenas e médias empresas ficaram para trás das empresas maiores em até 20 pontos percentuais no pico da crise. No entanto, os gastos apresentaram uma recuperação em 2021.

Com base no novo índice do Mastercard Economics Institute* de desempenho de pequenas empresas em atividades de vendas agregadas e anonimizadas dentro da rede Mastercard, o relatório identifica várias tendências importantes:

Fechamento

Globalmente, as pequenas empresas que fecharam as portas no início da pandemia tinham uma probabilidade três vezes maior do que empresas grandes de permanecerem fechadas no longo prazo. Um terço das pequenas empresas que fecharam as portas em abril de 2020 permaneceram fechadas após seis meses, e cerca de um quinto delas ainda estavam fechadas após 12 meses. A situação variou dependendo do local: nos EUA, aproximadamente um em cada quatro pequenos varejistas (26%) permaneceu fechado após 6 meses, contra aproximadamente um em cada 12 grandes varejistas. No Brasil, essa proporção foi um pouco maior (28%).

Localização

Os gastos em PMEs varejistas em regiões comerciais centrais caíram 33% em comparação com 2019, enquanto as vendas nos pequenos varejistas suburbanos cresceram 8%. À medida que turistas e trabalhadores permanecem mais próximos de casa, pequenas empresas em bairros comerciais sofrem com a queda nas vendas.

E-commerce

Após os fechamentos, o número de empresas que migraram para o online a cada mês foi três vezes maior do que nos níveis pré-pandêmicos, com um pico em julho de 2020. Isso reflete o aumento da demanda por um canal de vendas online, bem como o ligeiro atraso depois que os lockdowns começaram a trazer isso para a realidade. A mudança para o digital persiste, desde então, em um nível elevado globalmente. No Brasil, por exemplo, o número de empresas que fizeram essa migração em 2020 cresceu 208% em comparação com a quantidade registrada em 2019.

Empreendedorismo

Um terço a mais de pequenos varejistas abriram suas portas em 2020 do que em 2019, um número quase 8 vezes maior que o da criação de empresas maiores. Esta tendência de uma considerável criação de novas PMEs em 2020 é refletida em todo o mundo: Reino Unido (+101%), EUA (+86%), Austrália (+73%), Alemanha (+62%), Canadá (58%), Brasil (+35%) e África do Sul (+13%).

Setores

Restaurantes e Hospedagem: pequenas empresas de hospedagem superaram as grandes por uma ampla margem durante os verões de 2020 e 2021. Nos destinos para os quais as pessoas estão viajando, a tendência de permanecer localmente beneficiou pequenas empresas de hospedagem e atingiram os grandes hotéis. Com os restaurantes foi uma história diferente, com restaurantes PME perdendo dos grandes globalmente em termos de desempenho por aproximadamente 17 pontos percentuais até o momento em 2021.

“O apoio às empresas de bairro têm sido um ponto de atração em toda a pandemia. No entanto, os desafios enfrentados foram muito reais, devido à sua dependência dos mercados locais, cadeias de fornecimento locais e fluxos de caixa mais apertados”, disse Bricklin Dwyer, economista-chefe da Mastercard e diretor do Mastercard Economics Institute. “Mas vemos oportunidades mais brilhantes pela frente. A mudança para o digital abriu as portas para o lado bom da pandemia: um ressurgimento do empreendedorismo e da inovação”.

Você pode acessar aqui a versão completa do Recovery Insights: Small Business Reset. Este é o quinto relatório da série de Recovery Insights; outros relatórios podem ser encontrados aqui.

Leia também: BC adia para junho de 2022 prazo para decisão sobre estrutura definitiva do open banking

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Mercado Livre passa a ofertar produtos frescos em parceria com Mambo

O Mercado Livre anunciou na quinta-feira (7) que passará a oferecer produtos frescos em seu marketplace, em parceria com a rede de Supermercados Mambo. A partir da primeira quinzena de outubro, a empresa disponibilizará em sua plataforma itens perecíveis de açougue, hortifrúti, laticínios e congelados. Disponível inicialmente aos consumidores da zona oeste da capital paulista, a nova seção será ampliada progressivamente para toda cidade e Grande São Paulo.

Com esta ação, milhares de itens perecíveis e secos do Mambo irão somar aos mais de 60 mil produtos disponíveis na categoria de supermercado do Mercado Livre atualmente, que estão distribuídos entre as seções de Alimentos, Bebidas, Pets, Higiene e Limpeza, Bebês, entre outras.

A princípio, as entregas serão feitas na zona oeste de São Paulo. Imagem: Reprodução/Instagram

“Hoje damos mais um importante passo na nossa jornada de seguir encantando cada vez mais os nossos clientes em tudo o que desejam comprar. Estamos anunciando a entrada em itens perecíveis de supermercado. Não poderíamos estar mais satisfeitos, pois, além da comodidade e rapidez na entrega, estamos também entregando a qualidade e o sortimento do Mambo. Seguiremos avançando em democratizar o comércio e os serviços financeiros no Brasil e América Latina”, comenta Fernando Yunes, vice-presidente sênior e líder do Mercado Livre no Brasil.

Com a parceria, as entregas de produtos de supermercado do Mercado Livre serão feitas de forma híbrida. Os itens que estão inseridos no modelo Fulfillment — em que a companhia é responsável por todo o processo logístico do vendedor, desde o estoque até a entrega ao consumidor final — continuarão sendo enviados pela logística do Mercado Livre. Já os itens do Mambo serão entregues pela própria rede.

Expansão do Mambo no omnichannel

“A parceria com o Mambo não mudará a forma com que o consumidor faz as suas compras em nossa plataforma. Pelo contrário, vai ampliar ainda mais o nosso sortimento. A única diferença é que os produtos do Mambo serão entregues pela própria companhia. Já os demais itens de supermercado ofertados no Mercado Livre continuarão sendo entregues pela nossa logística própria”, complementa Maria Eduarda Cyreno, diretora de Marketplace do Mercado Livre no Brasil

De acordo com Luciano Kleiman, COO do Supermercados Mambo, a parceria com o Mercado Livre é um pilar central na expansão omnichannel da rede, que irá triplicar o número de lojas físicas, potencializando a aceleração digital via canais próprios e parcerias.

Segundo ele, “a venda de perecíveis é a última fronteira na operação do e-commerce, pela alta complexidade em aspectos como temperatura, manuseio, embalagem, pesagem e processamento. Estamos orgulhosos por termos sido a primeira rede a oferecer perecíveis no Mercado Livre e levaremos nossa eficiência e qualidade aos detalhes à casa de cada um de nossos clientes. O objetivo é atender rapidamente a toda a Grande São Paulo, o que acontecerá de forma faseada nos próximos meses”.

Atualmente, as compras de supermercado do Mercado Livre são entregues em até 1 dia em mais de 2,1 mil cidades, alcançando 75% das entregas. Já 50 cidades do Brasil, cujos CEPs cobrem 20% das vendas da companhia, podem receber as suas encomendas no mesmo dia. As entregas em até 2 dias atingem 4,7 mil cidades do país, cobrindo 90% das entregas.

Leia também: Cade mantém aprovação de compra do Natural da Terra pela Americanas

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O Mercado Livre anunciou na quinta-feira (7) que passará a oferecer produtos frescos em seu marketplace, em parceria com a rede de Supermercados Mambo. A partir da primeira quinzena de outubro, a empresa disponibilizará em sua plataforma itens perecíveis de açougue, hortifrúti, laticínios e congelados. Disponível inicialmente aos consumidores da zona oeste da capital paulista, a nova seção será ampliada progressivamente para toda cidade e Grande São Paulo.

Com esta ação, milhares de itens perecíveis e secos do Mambo irão somar aos mais de 60 mil produtos disponíveis na categoria de supermercado do Mercado Livre atualmente, que estão distribuídos entre as seções de Alimentos, Bebidas, Pets, Higiene e Limpeza, Bebês, entre outras.

A princípio, as entregas serão feitas na zona oeste de São Paulo. Imagem: Reprodução/Instagram

“Hoje damos mais um importante passo na nossa jornada de seguir encantando cada vez mais os nossos clientes em tudo o que desejam comprar. Estamos anunciando a entrada em itens perecíveis de supermercado. Não poderíamos estar mais satisfeitos, pois, além da comodidade e rapidez na entrega, estamos também entregando a qualidade e o sortimento do Mambo. Seguiremos avançando em democratizar o comércio e os serviços financeiros no Brasil e América Latina”, comenta Fernando Yunes, vice-presidente sênior e líder do Mercado Livre no Brasil.

Com a parceria, as entregas de produtos de supermercado do Mercado Livre serão feitas de forma híbrida. Os itens que estão inseridos no modelo Fulfillment — em que a companhia é responsável por todo o processo logístico do vendedor, desde o estoque até a entrega ao consumidor final — continuarão sendo enviados pela logística do Mercado Livre. Já os itens do Mambo serão entregues pela própria rede.

Expansão do Mambo no omnichannel

“A parceria com o Mambo não mudará a forma com que o consumidor faz as suas compras em nossa plataforma. Pelo contrário, vai ampliar ainda mais o nosso sortimento. A única diferença é que os produtos do Mambo serão entregues pela própria companhia. Já os demais itens de supermercado ofertados no Mercado Livre continuarão sendo entregues pela nossa logística própria”, complementa Maria Eduarda Cyreno, diretora de Marketplace do Mercado Livre no Brasil

De acordo com Luciano Kleiman, COO do Supermercados Mambo, a parceria com o Mercado Livre é um pilar central na expansão omnichannel da rede, que irá triplicar o número de lojas físicas, potencializando a aceleração digital via canais próprios e parcerias.

Segundo ele, “a venda de perecíveis é a última fronteira na operação do e-commerce, pela alta complexidade em aspectos como temperatura, manuseio, embalagem, pesagem e processamento. Estamos orgulhosos por termos sido a primeira rede a oferecer perecíveis no Mercado Livre e levaremos nossa eficiência e qualidade aos detalhes à casa de cada um de nossos clientes. O objetivo é atender rapidamente a toda a Grande São Paulo, o que acontecerá de forma faseada nos próximos meses”.

Atualmente, as compras de supermercado do Mercado Livre são entregues em até 1 dia em mais de 2,1 mil cidades, alcançando 75% das entregas. Já 50 cidades do Brasil, cujos CEPs cobrem 20% das vendas da companhia, podem receber as suas encomendas no mesmo dia. As entregas em até 2 dias atingem 4,7 mil cidades do país, cobrindo 90% das entregas.

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Heurísticas: os atalhos mentais para encurtar o caminho da conversão

Não é novidade para ninguém que os seres humanos sempre procuram um jeito de encurtar o caminho, diminuir o esforço, e facilitar qualquer tarefa. Nossas escolhas e decisões acabam sendo influenciadas ou até mesmo guiadas por métodos que elaboramos conscientemente ou não. E como você pode utilizar isso para aumentar a conversão no seu e-commerce? Vamos lá.

Quando tratamos de processos cognitivos assim, é possível resumir a conversa em apenas um termo: heurística. Para simplificar, podemos dizer que heurísticas são maneiras que a nossa mente encontra para formular respostas rápidas em situações que exijam uma tomada de decisão. São como atalhos mentais que, se trabalhados de modo correto no seu e-commerce, podem ser ativados durante o processo de navegação e, consequentemente, contribuir para que o usuário opte por seu produto ou serviço.

Para que você termine de ler e esteja pronto para melhorar a experiência do usuário no seu e-commerce, vou falar de três heurísticas que podem impactar positivamente o faturamento da sua loja.

Heurística da Representatividade

Quando temos informações limitadas sobre alguma questão, é muito comum utilizarmos estereótipos para a tomada de decisão. Experiências similares, já vivenciadas no passado, acabam servindo de modelo para o momento presente. Pensando assim, não seria exagero dizer que quando está claro que outros consumidores tiveram um bom resultado com os seus produtos, automaticamente tende-se a acreditar que também é possível repetir esse mesmo resultado.

Considerando isso, destaque provas sociais. Deixe em evidência que existem pessoas satisfeitas com aquilo que você tem a oferecer na sua loja. Avaliações e depoimentos ajudam a quebrar a barreira da desconfiança e ativar esse atalho mental, impulsionando usuários a se tornarem não apenas clientes, mas promotores da sua marca.

Heurística da Ancoragem

Ao falar de ancoragem, falamos de pontos de referência, de experiências iniciais que servem para introduzir uma base de comparação. Aplicando isso à realidade do seu e-commerce, é possível quebrar a objeção da compra por meio da precificação dos seus produtos. Por exemplo, oferecer primeiramente um produto com um preço elevado para, só então, apresentar os demais, é um jeito simples de enfatizar que há vários produtos com um bom preço — já que o valor mais alto foi a base de comparação.

Heurística do Afeto

Quanto mais próximos são os relacionamentos, maior é a tendência a tolerar e, principalmente, a apoiar tanto o discurso quanto ações de outrem. A coisa não é muito diferente quando o assunto é o seu e-commerce. Ao entender em qual fase está o relacionamento do usuário com a sua marca, é possível saber se é necessário investir mais em comunicar pontos importantes sobre o seu negócio. Se o posicionamento e o porquê de ser da sua marca estiverem claros, fica muito mais fácil criar conexões verdadeiras durante a experiência no seu e-commerce.

Para pôr em prática essas ou quaisquer outras heurísticas, é essencial compreender em quais etapas do processo de compra os usuários estão chegando à sua loja. Esse é o primeiro passo para identificar as principais barreiras a serem transpostas em cada etapa. Assim você conseguirá elaborar estratégias e escolher as técnicas ideais para ajudar o usuário, eliminando impedimentos e encurtando o trajeto para a conversão. Afinal, é nos detalhes da experiência que se constrói o caminho para conquistar mais lucratividade.

O post Heurísticas: os atalhos mentais para encurtar o caminho da conversão apareceu primeiro em E-Commerce Brasil.

Não é novidade para ninguém que os seres humanos sempre procuram um jeito de encurtar o caminho, diminuir o esforço, e facilitar qualquer tarefa. Nossas escolhas e decisões acabam sendo influenciadas ou até mesmo guiadas por métodos que elaboramos conscientemente ou não. E como você pode utilizar isso para aumentar a conversão no seu e-commerce? Vamos lá.

Quando tratamos de processos cognitivos assim, é possível resumir a conversa em apenas um termo: heurística. Para simplificar, podemos dizer que heurísticas são maneiras que a nossa mente encontra para formular respostas rápidas em situações que exijam uma tomada de decisão. São como atalhos mentais que, se trabalhados de modo correto no seu e-commerce, podem ser ativados durante o processo de navegação e, consequentemente, contribuir para que o usuário opte por seu produto ou serviço.

Para que você termine de ler e esteja pronto para melhorar a experiência do usuário no seu e-commerce, vou falar de três heurísticas que podem impactar positivamente o faturamento da sua loja.

Heurística da Representatividade

Quando temos informações limitadas sobre alguma questão, é muito comum utilizarmos estereótipos para a tomada de decisão. Experiências similares, já vivenciadas no passado, acabam servindo de modelo para o momento presente. Pensando assim, não seria exagero dizer que quando está claro que outros consumidores tiveram um bom resultado com os seus produtos, automaticamente tende-se a acreditar que também é possível repetir esse mesmo resultado.

Considerando isso, destaque provas sociais. Deixe em evidência que existem pessoas satisfeitas com aquilo que você tem a oferecer na sua loja. Avaliações e depoimentos ajudam a quebrar a barreira da desconfiança e ativar esse atalho mental, impulsionando usuários a se tornarem não apenas clientes, mas promotores da sua marca.

Heurística da Ancoragem

Ao falar de ancoragem, falamos de pontos de referência, de experiências iniciais que servem para introduzir uma base de comparação. Aplicando isso à realidade do seu e-commerce, é possível quebrar a objeção da compra por meio da precificação dos seus produtos. Por exemplo, oferecer primeiramente um produto com um preço elevado para, só então, apresentar os demais, é um jeito simples de enfatizar que há vários produtos com um bom preço — já que o valor mais alto foi a base de comparação.

Heurística do Afeto

Quanto mais próximos são os relacionamentos, maior é a tendência a tolerar e, principalmente, a apoiar tanto o discurso quanto ações de outrem. A coisa não é muito diferente quando o assunto é o seu e-commerce. Ao entender em qual fase está o relacionamento do usuário com a sua marca, é possível saber se é necessário investir mais em comunicar pontos importantes sobre o seu negócio. Se o posicionamento e o porquê de ser da sua marca estiverem claros, fica muito mais fácil criar conexões verdadeiras durante a experiência no seu e-commerce.

Para pôr em prática essas ou quaisquer outras heurísticas, é essencial compreender em quais etapas do processo de compra os usuários estão chegando à sua loja. Esse é o primeiro passo para identificar as principais barreiras a serem transpostas em cada etapa. Assim você conseguirá elaborar estratégias e escolher as técnicas ideais para ajudar o usuário, eliminando impedimentos e encurtando o trajeto para a conversão. Afinal, é nos detalhes da experiência que se constrói o caminho para conquistar mais lucratividade.

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Os impactos e a importância da personalização na experiência do cliente

Nesse webinar, você vai entender que realizar um bom atendimento ao usuário por meio de canais automatizados já não é mais suficiente. Atualmente, o diferencial é proporcionar a experiência do cliente de forma personalizada.

Nos últimos anos, o comportamento do consumidor passou por grandes transformações e com isso os clientes tornaram-se mais propícios a escolherem empresas adaptadas a esta nova realidade e que oferecem o serviço nos seus canais preferidos. A personalização deve estar presente em todas as etapas de relacionamento do cliente com a empresa.

E como está a personalização do seu negócio? Está conectada com os interesses dos seus clientes e com as mudanças do mercado? Junte-se a nós neste bate-papo onde abordaremos temas como Personalização, UX e Connected Commerce.

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Nesse webinar, você vai entender que realizar um bom atendimento ao usuário por meio de canais automatizados já não é mais suficiente. Atualmente, o diferencial é proporcionar a experiência do cliente de forma personalizada.

Nos últimos anos, o comportamento do consumidor passou por grandes transformações e com isso os clientes tornaram-se mais propícios a escolherem empresas adaptadas a esta nova realidade e que oferecem o serviço nos seus canais preferidos. A personalização deve estar presente em todas as etapas de relacionamento do cliente com a empresa.

E como está a personalização do seu negócio? Está conectada com os interesses dos seus clientes e com as mudanças do mercado? Junte-se a nós neste bate-papo onde abordaremos temas como Personalização, UX e Connected Commerce.

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