Estatal afirma que teve pedidos de gasolina e diesel muito acima da média
A ANP descarta, por enquanto, qualquer possibilidade de desabastecimento de combustíveis
A Petrobras informou que recebeu para o mês de novembro pedidos de fornecimento de diesel e gasolina muito acima dos meses anteriores e de sua capacidade de produção. O comunicado da empresa foi publicado após texto divulgado pela Associação das Distribuidoras de Combustíveis (Brasilcom). O texto dizia que o setor comercial da estatal informou “uma série de cortes unilaterais” nos pedidos feitos para compra de gasolina e óleo diesel para novembro.
Segundo a estatal, nos últimos anos, o mercado brasileiro de diesel foi abastecido tanto por sua produção, quanto por importações realizadas por distribuidoras, terceiros e pela companhia, que garantiram o atendimento integral da demanda doméstica. Porém, para novembro a demanda está acima da capacidade da estatal.
“Apenas com muita antecedência, a Petrobras conseguiria se programar para atender essa demanda atípica. Na comparação com novembro de 2019, a demanda dos distribuidores por diesel aumentou 20% e a demanda por gasolina, 10%, representando mais de 100% do mercado brasileiro”, esclareceu a estatal.
A Petrobras também informou que, segundo divulgado no relatório de produção e vendas do segundo trimestre, a companhia operou seu parque de refino, no primeiro semestre, com um fator de utilização (FUT) de 79%, em linha com a média de 2020 e superior ao registrado em 2019 (77%) e 2018 (76%), mesmo considerando as paradas programadas nas refinarias em seis refinarias (Reduc, RPBC, Regap, RLAM, Repar e Revap), que foram postergadas de 2020 para 2021 em função da pandemia. No acumulado até outubro, a companhia está operando com FUT de 90%.
Distribuidores A Brasilcom sustentou em nota que houve maior demanda pelo diesel no mercado interno, com maiores pedidos para a Petrobras, pois o combustível no mercado externo está mais caro do que o valor praticado no Brasil.
“As reduções promovidas pela Petrobras, em alguns casos chegando a mais de 50% do volume solicitado para compra, colocam o país em situação de potencial desabastecimento, haja vista a impossibilidade de compensar essas reduções de fornecimento por meio de contratos de importação, considerando a diferença atual entre os preços do mercado internacional, que estão em patamares bem superiores aos praticados no Brasil”, alegou a associação.
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), emitiu nota descartando, por enquanto, qualquer possibilidade de desabastecimento de combustíveis no mercado nacional. “Não há indicação de desabastecimento no mercado nacional de combustíveis, nesse momento. A ANP segue realizando o monitoramento da cadeia de abastecimento e adotará, caso necessário, as providências cabíveis para mitigar desvios e reduzir riscos.”
Com Agência Brasil
Estatal afirma que teve pedidos de gasolina e diesel muito acima da média
As embalagens de papel e papelão ondulado são consideradas sustentáveis
O Brasil figura entre os principais países recicladores do mundo em embalagens de papel e papelão ondulado
As embalagens de papel e papelão ondulado são sustentáveis em sua essência. Sua matéria-prima é renovável, proveniente de árvores cultivadas exclusivamente para esse fim ou de embalagens pós-consumo. Depois de utilizadas, através da logística reversa, são recicladas ou retornam à natureza por serem biodegradáveis.
O setor de produção de papéis para embalagens, além de cultivar as árvores para a produção do insumo e reciclar, preserva extensas áreas de florestas naturais, ajudando a combater o avanço das alterações climáticas. Ao todo são 5,9 milhões de hectares conservados em Áreas de Preservação Permanente (APP), Reserva Legal (RL) e Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN), de acordo com relatório da Ibá de 2020.
Nunca se falou tanto em meio ambiente, quanto nos tempos atuais. Quando a pandemia passar, o tema deve retomar a pauta diária com ainda mais força. Apesar das inúmeras dificuldades impostas diariamente à sociedade, muitos avanços têm sido feitos para o desenvolvimento ambiental. E as embalagens de papel e papelão ondulado estão no centro dessa eficiência sustentável por serem uma solução sustentável, biodegradável, renovável e reciclável.
Outros destaques importantes no Brasil: a matriz elétrica do setor de papel e celulose é de 90% com origem de fontes renováveis, e a taxa de recuperação do papelão ondulado, cartão de embalagens de líquidos e sacos produzido no Brasil para o mercado interno é de 86,3%.
Além disso, 4,9 milhões de toneladas retornam para os processos produtivos e 67% das embalagens de papelão ondulado brasileiras são produzidas com fibras recicladas. O resultado é que o Brasil figura entre os principais países recicladores do mundo em embalagens de papel e papelão ondulado.
A Trombini apresenta a caixa pet como um projeto inovador desenvolvido para esse nicho. O material utilizado para a fabricação é o papelão ondulado reciclável que garante a sustentabilidade do produto
O saco dispersível foi desenvolvido em conjunto pela Klabin e Votorantim Cimentos e é feito com papel 100% dispersível, ou seja, pode ser integrado ao processo no momento da preparação do concreto
Sacola feita com papel misto da linha BagKraft da Irani Papel e Embalagem
O aumento da busca por embalagens mais sustentáveis, produzidas a partir de fontes renováveis, vem crescendo e caminha na direção de uma sociedade mais consciente e alinhada com a economia circular – conceito que promove novas maneiras de produzir e consumir, gerando recursos a longo prazo.
Todos esses esforços e resultados são consequências de um constante trabalho que, na outra ponta, agregaram aliados importantes: os próprios consumidores. Segundo a Trade Tracker Survey, pesquisa realizada pela Two Sides, em 2021, 57% dos consumidores preferem que produtos de e-commerce sejam entregues em embalagens de papel e papelão ondulado. Os que preferem que sejam entregues em tamanho adequado, evitando o desperdício, é ainda maior: 70%.
O consumidor comum está preocupado com o avanço da degradação ambiental e climática e com os problemas enfrentados pelo planeta. Sentem-se atores vitais nessa luta. A discussão ambiental é uma questão de todos nós. O setor de embalagens de papel e papelão ondulado percebeu isso no início da jornada e não mediu esforços para mostrar que é possível aliar crescimento econômico com preservação ambiental e avanços sociais.
Mesmo sabendo que os números já são expressivos, é possível fazer bem mais, e os investimentos em inovações (seja em novas embalagens ou em reformulações no processo produtivo) seguirão como um princípio básico de uma indústria que entende seu protagonismo na luta pelo equilíbrio ambiental.
A Empapel atua em toda a cadeia produtiva que envolve o papel para embalagem e as embalagens de papel e tem a importante missão de trabalhar todo o potencial do papel, como insumo para produção de embalagens. A proposta é representar o segmento de maneira estratégica e trabalhar para a valorização das embalagens em papel e de todas as vantagens sustentáveis que ela agrega.
*Presidente do Conselho da Associação Brasileira de Embalagens em Papel (Empapel), a antiga ABPO (Associação Brasileira do Papelão Ondulado), que desde 1974 representava o setor.
As embalagens de papel e papelão ondulado são consideradas sustentáveis
Inscrições para o Access Your Potential podem ser feitas até 24 de outubro
Ao longo de dois meses, os jovens selecionados terão a oportunidade de participar de mentorias individuais realizadas pelos próprios profissionais da PwC Brasil
A PwC Brasil está com as inscrições abertas para mais uma edição do Access Your Potential (AYP), programa focado no desenvolvimento pessoal, profissional e acadêmico de jovens talentos.
A iniciativa, que conta com as metodologias do Instituto Joule e do centro de excelência em tecnologia FIAP, vai impulsionar a carreira de 200 jovens com renda per capita de até R$ 1.500, e que tenham entre 16 e 26 anos. As inscrições ficam abertas até o dia 24 de outubro neste site.
Ao longo de dois meses, os jovens selecionados terão a oportunidade de participar de mentorias individuais realizadas pelos próprios profissionais da PwC Brasil. No programa, estão orientações sobre temas como: guia de carreira, marketing pessoal, preparação para entrevistas e inteligência financeira.
Os participantes terão, ainda, capacitações on-line com cursos da FIAP sobre soluções tecnológicas, liderança e desenvolvimento de competências, design thinking e análise de dados.
Webinars exclusivos e um hackathon imersivo, com objetivo de colocar em prática o que foi aprendido ao longo da jornada, também fazem parte da proposta. Ao final do programa, os jovens que forem selecionados poderão concorrer a vagas para atuar na PwC Brasil, além de bolsas de estudos oferecidas por empresas parceiras.
A iniciativa faz parte do compromisso da firma com a inclusão digital e requalificação da próxima geração de talentos que entrará em um mercado de trabalho dinâmico e tecnológico.
“Nosso objetivo é contribuir para a transformação dos líderes do Brasil, garantindo que, no futuro, esses jovens assumam um papel proativo, colaborando para um mercado de trabalho cada vez mais diverso e inclusivo. Procuramos estimular o desenvolvimento profissional e a inclusão social desses jovens”, afirma Leandro Ardito, sócio da PwC Brasil e líder de responsabilidade corporativa.
A PwC Brasil é parceira técnica do Grupo AMANHÃ na geração de 500 MAIORES DO SUL, maior ranking regional de empresas do Brasil.
Famílias estão mais seguras em relação aos seus empregos
A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) se estabilizou em outubro. Após quatro meses consecutivos de alta, o indicador apurado mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) apresentou crescimento mensal nulo, atingindo 73,2 pontos. Apesar da falta de variação, o índice apresentou o maior nível desde março, quando registrou 73,8 pontos, e superou os 68,7 pontos de outubro de 2020. Ainda assim, permaneceu abaixo do nível de satisfação (100 pontos), fato que vem ocorrendo desde abril de 2015.
Dois subíndices também apresentaram as primeiras quedas após quatro meses seguidos de altas e comportamentos bem semelhantes: o nível de consumo atual e a perspectiva de consumo. O primeiro contou com retração mensal de 0,4% e variação anual positiva de 12,1%. Com isso, o indicador alcançou o nível de 58,0 pontos, o maior patamar desde maio de 2020 (62,1 pontos).
Já a perspectiva de consumo apresentou queda de 1,8%, na comparação com o mês anterior, e avanço de 19,6% em relação a outubro de 2020. Esse resultado foi o mais positivo entre as comparações anuais do estudo, e o indicador alcançou 75,3 pontos, também o maior nível desde maio de 2020 (75,6 pontos).
Para o presidente da CNC, José Roberto Tadros, é possível identificar uma perspectiva mais favorável em relação ao consumo nos próximos meses. Mas, ainda assim, chamam a atenção as quedas observadas, que são resultados da incerteza gerada pelo momento econômico. “As incertezas econômicas, com a inflação e a alta dos juros, reduzem o poder de compra. No entanto, apesar dessas dificuldades, o consumo segue avançando em relação ao ano passado”, avalia.
Melhor percepção do mercado de trabalho Mas se a preocupação com a instabilidade econômica ainda abala o consumo, por outro lado, o estudo aponta uma melhor percepção do mercado de trabalho. O indicador de emprego atual contou com crescimento anual de 6,4% e mensal de 1,7%, a maior taxa do mês. Acompanhando essa recuperação, o patamar atingido (91,4 pontos) o manteve como o maior indicador da pesquisa em outubro, sendo também o maior nível desde maio de 2020 (101,7 pontos).
Reforçando o cenário, o segundo resultado mais positivo do mês foi o item envolvendo a perspectiva profissional, que apresentou variação mensal positiva de 1,3% e aumento de 6,9% na comparação com outubro do ano anterior. Com a sequência de variações positivas, o indicador atingiu 84,1 pontos, a maior pontuação desde abril (84,4 pontos).
Para a economista da CNC, responsável pela pesquisa, Catarina Carneiro da Silva, os dados revelam continuação para os próximos seis meses da confiança das famílias em relação ao mercado de trabalho. “Em ambos os casos, houve melhora no perfil de respostas das famílias, elas estão mais seguras em relação aos seus empregos em curto prazo e menos negativas quanto aos seus empregos em longo prazo”, afirma Catarina.
Com o percentual de 52,1%, a região de Pelotas ainda apresenta a quarta menor proporção da população com esquema vacinal completo no Rio Grande do Sul
O governo do Rio Grande do Sul divulgou, após reunião do gabinete de crise nesta quarta-feira (20), a emissão de um aviso para a região Covid de Pelotas. As outras 20 regiões não receberam avisos ou alertas, incluindo Capão da Canoa, que havia recebido Aviso por três semanas consecutivas e não recebeu nenhuma notificação.
O aviso é o primeiro passo do Sistema 3As de Monitoramento, com o qual o governo estadual gerencia a pandemia no Rio Grande do Sul. Conforme os técnicos do Grupo de Trabalho Saúde, Pelotas apresentou piora em alguns indicadores em relação à semana anterior, por isso recebeu a notificação para que possa controlar a propagação do vírus na região.
Entre os dados, a região Covid de Pelotas apresentou incidência de novos casos de 112,5 casos confirmados por 100 mil habitantes na última semana, representando aumento de 20% frente à semana anterior. Essa incidência representa a segunda maior do Estado entre as 21 regiões Covid na última semana, sendo 67,1% superior à média estadual.
Ao longo da última semana, Pelotas também apresentou aumento de 24,1% de internações em leitos clínicos, entre suspeitos e confirmados. Se considerado um período mais longo, do dia 25 de setembro ao dia 17 de outubro, o número de internados confirmados e suspeitos em leitos clínicos na região passou de 25 para 70 – elevação de 180%.
Contudo, a região teve redução de 25,8% nas hospitalizações por Covid em UTI. Se considerado um prazo mais longo, desde o dia 5 de outubro, o número de internados confirmados com Covid-19 em leitos intensivos quase dobrou, chegando a 13 pacientes. Com o percentual de 52,1%, a região de Pelotas ainda apresenta a quarta menor proporção da população com esquema vacinal completo no Rio Grande do Sul entre as 21 regiões Covid.
Além disso, o gabinete de crise debateu alguns pedidos e demandas setoriais em relação a protocolos vigentes. Entre os quais, o pedido da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para que libere a presença de torcedores de equipes visitantes nos jogos organizados pela entidade no Rio Grande do Sul. Conforme o grupo, já estão definidas as regras gerais obrigatórias para competições esportivas e não cabe ao Estado regrar as questões internas dos clubes, desde que cumpram os protocolos em vigor a partir de segunda (18), se podem aceitar ou não público visitante.
Em jogos com mais de 2,5 mil pessoas, é obrigatória a apresentação do comprovante de vacinação, público exclusivamente sentado e ocupação somente de espaços com cadeiras, com máximo de 30% do espaço, garantia de distanciamento mínimo de 1 metro em todas as direções entre grupos de até três pessoas, entre outras.
Com duas novas lojas já inauguradas, a imobiliária gaúcha inicia a expansão de sua rede pelo estado catarinense
O Paraná, pelo menos por enquanto, não está no radar da Auxiliadora Predial
A Auxiliadora Predial deu início ao seu projeto de expansão por Santa Catarina, com a inauguração de duas novas agências, em Florianópolis e Balneário Camboriú. A franqueadora e os franqueados totalizam um investimento inicial de cerca de R$ 1,5 milhão, além da geração de empregos diretos e indiretos, e mais de 30 corretores licenciados.
Localizada no bairro de Santa Mônica, um dos mais prestigiados de Florianópolis, a primeira loja franqueada da marca no estado iniciou a sua operação em julho, com atendimento nas áreas de aluguéis e vendas. “A região vem atraindo compradores e inquilinos de imóveis não só de Santa Catarina, mas de outros lugares, que aproveitaram a oportunidade do home office para se instalar em locais com melhor qualidade de vida”, relata o empresário Carlos Freitas, gestor da unidade.
Já a segunda franquia da Auxiliadora Predial em território catarinense, inaugurada em setembro, está em um dos mais importantes polos imobiliários e turísticos do litoral norte do estado, a cidade de Balneário Camboriú, e tem foco exclusivo no segmento de vendas. As duas aberturas marcam mais uma etapa importante do projeto de ampliação da rede de franquias da imobiliária gaúcha, que já conta com 38 agências em atividade.
“Temos hoje um time de 700 corretores e fechamos o ano passado com o recorde de R$ 1 bilhão em VGV (Valor Geral de Vendas). A meta agora é expandir ainda mais os nossos negócios e aumentar ainda mais a nossa participação no mercado de compra, venda e locação de imóveis”, antecipa Érico Ribeiro, gerente de operação e expansão de franquias. Ainda este ano, serão inauguradas mais três franquias em Santa Catarina, duas unidades na capital Florianópolis e uma em Garopaba, prevista para novembro.
“Com apenas seis meses de operação em Santa Catarina, já estamos com cinco agências e vamos acelerar nosso crescimento para, no próximo ano, chegarmos a mais de 20 unidades, a exemplo da expansão no Rio Grande do Sul, onde somos a maior empresa de venda de imóveis, aluguel e condomínios”, comemora Érico Homem, head de operações e expansão de franquias da Auxiliadora Predial.
A companhia gaúcha também planeja desembarcar em outras regiões de Santa Catarina. “Com certeza temos interesse em expandir a rede de franquias em outras cidades no estado de Santa Catarina. Estamos prospectando franqueados em diversas regiões do estado, de norte a sul até o meio-oeste catarinense”, detalha. O Paraná, pelo menos por enquanto, não está no radar da Auxiliadora Predial. “No momento, nosso foco está 100% em Santa Catarina”, relata Homem.
O índice acumula alta superior à média nacional no ano
O setor de comércio e serviços voltados para o turismo e atenção às famílias deverão orientar a expansão da atividade econômica no restante do ano
O Índice de Atividade Econômica (IBC) apresentou retração de 0,47% em agosto, na comparação com julho, na série sem os efeitos sazonais, rompendo uma sequência de quatro expansões consecutivas. No entanto, em relação ao mesmo mês de 2020, Santa Catarina apresentou alta de 6,93%. Conforme análise do Observatório Fiesc, esse foi o segundo melhor desempenho entre os estados do país – atrás apenas do Espírito Santo.
No Brasil, o IBC teve uma variação de 4,74% no mesmo período. No acumulado de janeiro a agosto, o IBC de Santa Catarina apresentou alta de 8,89%. O resultado é superior à média brasileira no período, de 6,41%. Na contramão do cenário nacional, a indústria catarinense teve um desempenho positivo em agosto na comparação com julho, com crescimento de 1,90% no volume da produção industrial. Os destaques ficaram para os setores de metalurgia, têxtil e confecções. Por outro lado, o Brasil apresentou queda de 0,7% no mesmo período.
“O industrial catarinense está confiante com a atividade econômica e com perspectivas de investimentos para os próximos anos. Santa Catarina tem apresentado um desempenho acima da média nacional e acreditamos que isso deve se manter pelo próximo período”, avalia o presidente da Fiesc, Mario Cezar de Aguiar, em nota.
Comércio tem desempenho negativo Em agosto, o destaque fica para a queda da atividade econômica catarinense no comércio, que registrou recuo de 10,14% em relação a julho. No país, a queda foi de 3,13%. De acordo com Thiago Rodrigues Lemos, economista do Observatório Fiesc, esse desempenho foi puxado principalmente pela queda nas vendas de outros artigos de uso pessoal e doméstico, que inclui a venda de artigos para habitação, e do comércio varejista de tecidos, vestuários e calçados.
A avaliação do economista é que a perspectiva segue positiva para a atividade econômica em 2021. “O setor de comércio e serviços voltados para o turismo e atenção às famílias deverão orientar a expansão da atividade econômica no restante do ano”, complementa.
O índice acumula alta superior à média nacional no ano
Para concorrer a uma vaga, é necessário estar cursando o último ano de graduação ou ter até um ano de formação
O Hospital Moinhos de Vento lançou o Talentos em Evolução, seu primeiro programa de trainee. A oportunidade oferece vagas para setores de desenvolvimento humano, TI, comercial, financeira, gestão estratégica e suprimentos. Com duração de 18 meses, a experiência permitirá aos profissionais ganhar e ampliar conhecimentos práticos em suas áreas de formação.
De acordo com a gerente de desenvolvimento humano do Hospital Moinhos de Vento, Katherine Saibel, a ideia é possibilitar a esses talentos uma jornada de desenvolvimento, com inúmeras oportunidades, pois irão vivenciar a rotina e os desafios de uma organização hospitalar. “O objetivo do Talentos em Evolução é atrair, desenvolver e reter os profissionais que se destacarem.Eles terão momentos de troca com o time do Moinhos e, com suas habilidades poderão contribuir com áreas essenciais e com a estratégia da instituição”, explica.
Katherine reforça que o setor saúde é um dos segmentos que mais vem se transformando e crescendo nos últimos anos. “Queremos buscar profissionais que acreditam que desafios são oportunidades, que desejam ser protagonistas, que têm capacidade de análise crítica e transformação, que são proativos e têm um bom relacionamento interpessoal”, conclui.
Para concorrer a uma vaga, é necessário estar cursando o último ano de graduação ou ter até um ano de formação. Para a área de TI, pode estar cursando os dois últimos anos da graduação. As inscrições vão até o dia 22 de outubro pelo site da instituição.
Os danos causados somente por ransomwares devem ultrapassar os US$ 20 bilhões neste ano
Enquanto uma empresa pode absorver o prejuízo, uma pessoa pode perder todas as suas economias por um ataque
O sequestro de dados começou a tomar os noticiários. Os ransomwares, como são conhecidos, têm origem em 1989, quando o “AIDS Trojan” foi disparado através de Floppy Disks (disquetes). Ao executar o programa em seu computador, o usuário tinha seus arquivos travados e recebia mensagem exigindo que um pagamento de US$ 189 fosse enviado para uma caixa postal no Panamá para que os arquivos fossem liberados.
Os ransomwares nunca deixaram de evoluir ao longo dos anos, adquirindo formas e capacidades cada vez mais refinadas, porém, nunca se destacando na mídia como uma grande ameaça virtual. Isso acontecia, pois, apesar da sua capacidade de travar os dados do usuário e cobrar resgate pelos mesmos, os riscos e dificuldades eram problemáticos.
As transferências bancárias e remessas postais são facilmente rastreáveis. Outra barreira problemática era o conhecimento técnico necessário para desenvolver e utilizar ransomwares de forma eficaz e discreta. No entanto, esses problemas foram sendo resolvidos aos poucos.
Em 2008, com o surgimento das criptomoedas, realizar transações que não são rastreáveis virou tarefa trivial, o que reduziu os riscos e facilitou o recebimento do resgate. As redes sociais e aplicativos de comunicação mudaram o alcance e eficiência dos ataques que passaram a ser globais e massificados. E por fim, disponibilizaram os ramsonwares para os leigos.
Ransomware on demand Algo que exigia hackers habilidosos, agora requer apenas vontade e dinheiro. Os ataques virtuais modernos podem ser feitos a partir de qualquer fonte, seja do programador experiente, seja de pessoas que nunca digitaram uma linha de código na vida. Esse fato, sozinho, pode ser um dos grandes responsáveis pela epidemia de ataques virtuais dos últimos anos.
Uma grande parte das vítimas são usuários comuns, que acabam com suas fotos, dados bancários, documentos e outros arquivos importantes bloqueados por alguém e com uma mensagem exigindo um valor de resgate na tela do computador.
O dano ao usuário doméstico pode parecer pequeno quando comparado com grandes corporações que precisam pagar valores milionários para ter seus arquivos de volta. A empresa, porém, tem diversos níveis de proteção e poderio financeiro, coisa que o usuário doméstico não tem.
Enquanto uma companhia pode absorver o prejuízo, uma pessoa pode perder todas as suas economias e ter sua vida duramente afetada por um ataque de ransomware. A Advoco Solutions estima que em 2021 os danos causados somente por ransomwares devem ultrapassar os US$ 20 bilhões e que os danos totais por crimes cibernéticos passem dos US$ 6 trilhões. Esses números mostram um aumento drástico em relação aos US$ 8 bilhões de prejuízo causados por ransomwares em 2018.
Como se proteger? Com cibercrimes em plena ascensão, ficar desprotegido é uma decisão arriscada. Por isso, compilamos algumas medidas de segurança para empresas e usuários domésticos se protegerem.
Para empresas
Next Generation Firewalls: a principal linha de defesa de toda a infraestrutura de uma empresa é o firewall. Por isso, tecnologias como Fortinet são essenciais para a proteção de dados, evitando que as ameaças cheguem ao sistema;
VPNs: as redes virtuais privadas são excelentes para criar um ambiente com fluxo de dados seguros, garantindo a produtividade e minimizando riscos;
Treinamento: treinar e informar toda sua equipe sobre ameaças e riscos é essencial para reduzir as quebras de segurança causadas por erro humano;
Monitoramento de redes: identificar e reparar problemas antes mesmo que eles ocorram torna a sua rede muito mais robusta contra ataques e brechas de segurança;
Backups: uma política moderna de backups será a última linha de proteção contra ransomwares, afinal, não há a necessidade de pagar resgates se você continua tendo acesso aos seus dados.
Para usuários domésticos
Firewall e sistema operacional atualizados: você não precisa de proteções tão sofisticadas quanto às empresariais, porém, manter seu firewall atualizado é fundamental;
VPNs: diferentemente das VPNs criadas especificamente para empresas, você pode contratar um serviço de VPN on-line para mascarar sua conexão, evitando que alguém consiga rastrear seus acessos e invadir sua máquina;
Backups: se você tem backups de seus arquivos, ransomwares não têm poder de barganha sobre você. Faça backups constantes dos seus arquivos mais importantes;
Bom senso: tenha sempre cuidado ao clicar em quaisquer links desconhecidos. Se alguém enviou uma mensagem pedindo que você acesse uma página que não conhece, verifique se está falando de fato com alguém confiável e que a mensagem é verdadeira.
Os crimes virtuais, infelizmente não irão parar, por isso, é importante exercemos todos os cuidados e medidas de proteção possíveis.
Os danos causados somente por ransomwares devem ultrapassar os US$ 20 bilhões neste ano
O podcast Pílulas de AMANHÃ inicia a série sobre empreendedorismo em startups com as etapas do plano de negócio
grama.
Profº Gustavo Oliveira, doutor em políticas públicas, docente e coordenador na Faculdade Santa Marcelina apresenta os prazeres e obstáculos desse universo. Ao longo de 4 episódios vamos tratar das estratégias, valores, ambiente de negócios e investimentos para se destacar nesse mercado. Confira o Ep.01 sobre Business Plan.
O podcast Pílulas de AMANHÃ inicia a série sobre empreendedorismo em startups com as etapas do plano de negócio
O Mercado Pago disponibiliza quatro modelos de maquininhas de cartão. Um dos destaques oferecidos é a Point Pro 2, uma maquininha que imprime comprovantes e conta com um valor baixo. Ela ainda recebe pagamentos por aproximação (NFC), principais cartões e QR Code. Nesse artigo você recebeu um desconto de R$ 529 de TK para comprar sua maquininha Point. Válido só até 30 de novembro! Venda com cartão de crédito e débito e faça seus negócio crescer. https://mpago.li/1SkH551
A Point Smart conta uma bateria que dura o dia todo. A recarga acontece de forma rápida e de longa duração. Esta maquininha conta com plano de dados 4G grátis. Ela aceita os principais meios de pagamento. Nesse artigo você recebeu um desconto de R$ 529 de TK para comprar sua maquininha Point. Válido só até 30 de novembro! Venda com cartão de crédito e débito e faça seus negócio crescer. https://mpago.li/1SkH551
Já aPoint Mini Chip possui grande facilidade para levar para diversos lugares. Ela aceita cartão por aproximação. Ela aceita os principais cartões e pagamento com QR Code. Nesse artigo você recebeu um desconto de R$ 188,90 da TK Agência para comprar sua maquininha Point Mini Chip. Venda com cartão de crédito e débito e faça seus negócios com a Point crescer. https://mpago.li/2LTikxC
As maquininhas, para o crédito, apresentam taxa de 4,74% para ter o dinheiro disponível na hora. Para o débito, a taxa é de 1,99% para a liberação do dinheiro na hora. As taxas para oferecer pagamento parcelado variam conforme o caso.
A GetResponse é mais do que apenas uma ferramenta de email marketing. Por meio dela, é possível atrair um público qualificado, converter leads e gerar vendas. Você não precisa ser nem um expert em programação ou design para criar campanhas que geram resultados.
No ambiente digital, temos diversos canais de comunicação em que as empresas precisam estar presentes — e como você provavelmente sabe, dá um grande trabalho administrá-las.
Apenas uma estratégia de email marketing, por exemplo, já demanda muita atenção. Por sorte, temos diversas ferramentas que facilitam as nossas vidas, como a GetResponse.
É claro que muita coisa ainda precisa do fator humano para engrenar — é impossível dependermos 100% das máquinas. No entanto, com um sistema de automação inteligente para email marketing, podemos focar aquilo que realmente importa e deixar os robôs fazerem o resto do trabalho.
Essas ferramentas de automação têm ficado cada vez mais completas — e depois que passamos a utilizá-las, fica difícil abrir mão. Quer saber como a GetResponse pode ajudar você? Então, continue lendo nosso artigo!
A GetResponse é conhecida por ser uma das melhores plataformas de email marketing do mercado. Contudo, ela vai além disso, reunindo mais de 50 de ferramentas para as suas campanhas online, como CRM e Webinar. É uma excelente opção para a automação de marketing.
A capacidade de entrega da ferramenta, de acordo com a própria companhia, é de 99,5%. Isso significa que a preocupação de entregar as mensagens às caixas de destino é um dos seus diferenciais.
Ao utilizar essa ferramenta, você será capaz de adicionar contatos, planejar campanhas de marketing, analisar os resultados e muito mais. A GetResponse não só permite criar um fluxo de mensagens para a sua lista de email, mas também, ajuda você a captar leads e aumentar as vendas.
Qual é a diferença dela para as outras ferramentas?
A GetResponse se diferencia em muitos aspectos, mas algumas chamam mais a atenção. A quantidade e a qualidade dos templates para você criar seus emails, landing pages e campanhas nas redes sociais são algumas delas.
Todas essas funcionalidades faciltam a vida dos profissionais de marketing, reduzindo o tempo de trabalho.
Ao contrário da sua concorrente, Aweber, a GetResponse permite que você crie teste A/B para encontrar os melhores títulos, conteúdos, horários etc. Esse recurso é indispensável para otimizar constantemente a sua estratégia.
O preço também merece destaque entre os diferenciais. A partir de 15 dólares mensais, você pode ser um assinante e usufruir de diversos recursos. Mas há a opção de fazer um teste grátis por 30 dias.Por ser uma ferramenta completa, é um preço justo a se pagar.
Em resumo, podemos dizer que a GetResponse tem um ótimo custo-benefício. Além do mais, apesar de contar com vários recursos em sua plataforma, sua interface é amigável e tudo é muito intuitivo. É uma das maiores ferramentas de geração de leads que você pode ter.
Como funciona a GetResponse?
Com a GetResponse, você consegue automatizar as vendas online, desde o primeiro contato. As ferramentas são integradas para seguir um fluxo, de acordo com o funil de vendas.
Entre elas, temos:
landing pages;
emails;
formulários de assinatura;
webinars.
Bastam apenas algumas configurações para que a ferramenta faça todo o trabalho para você. Dessa forma, você consegue atrair pessoas interessadas para convertê-las em leads e clientes.
Confira com mais detalhes os principais recursos, logo abaixo!
Email marketing
Para a sua campanha de email marketing, você dispõe de uma ferramenta intuitiva em que é possível enviar mensagens com designs diferenciados, aumentando o envolvimento e as vendas.
São mais de 500 templates disponíveis, ou seja, certamente, um deles será adequado para sua empresa.
A funcionalidade de autorresposta é a cereja do bolo. Você não precisa se preocupar com o envio dos emails periodicamente para transformar os seus leads em clientes.
Basta criar um fluxo de nutrição, agendando as mensagens baseadas nas etapas do funil de vendas.
Landing pages
As landing pages são, sem dúvida, essenciais em uma estratégia de inbound marketing. Essa é o melhor caminho para captar leads e até mesmo vender seus produtos ou serviços. No entanto, elas precisam ser construídas de modo atrativo e eficaz.
Com a GetResponse, você não precisa ser um programador, nem mesmo um designer experiente e criar tudo do zero, pois são mais de 150 templates customizáveis.
Por meio de um editor que funciona no esquema “arrasta e solta” é possível criar um layout totalmente personalizado para o seu objetivo.
Monitoramento
Conseguir mais clientes em potencial é o primeiro passo para o sucesso. Porém, é altamente recomendável acompanhar o comportamento dos assinantes.
Aqui, você pode criar fluxos de trabalho escalonáveis para saber como anda a jornada do consumidor e direcioná-lo à próxima etapa.
A ferramenta permite integração com o PayPal, Square, PayU, Stripe e BlueSnap, direto em sua landing page, para você não se preocupar com os pagamentos.
Além desse recurso, a GetResponse dispõe de lembretes de carrinho abandonado, recomendações de produtos e dados de segmentação avançados. Tudo para otimizar o processo de vendas.
Mídias sociais
Você tem dificuldade de descobrir como gerar tráfego para o seu site? Também há um recurso que vai ajudar nessa missão. É possível criar banners e vídeos chamativos automaticamente no Facebook ou Instagram para direcionar os usuários às suas landing pages e funis.
Para incentivar o compartilhamento das suas mensagens entre os assinantes, é possível adicionar ícones clicáveis das principais redes sociais no email.
Webinars
Nesse cenário em que as empresas têm marcado forte presença nos meios digitais, é fundamental ir além do feijão com arroz. Uma das estratégias que mais dão resultados, porém, pouco explorada devido à falsa sensação de dificuldade, é o vídeo marketing.
O webinar é uma maneira simples e eficaz de manter os clientes engajados e conquistar novos leads. A GetResponse oferece uma solução completa para isso.
Como a GetResponse ajuda no tráfego e na geração de leads?
As redes sociais se tornaram excelentes canais para a geração de tráfego, criando uma disputa acirrada com o sistema de busca do Google. Não é por menos, já que66% dos brasileiros utilizam essas mídias com frequência, de acordo com um levantamento feito em 2019.
Sabendo disso, a GetResponse disponibiliza uma ferramenta aos seus usuários chamada Social Ads Creator. Nela, é possível criar em alguns minutos banners e vídeos capazes de levar os consumidores ao seu site e convertê-los em leads, por meio de landing pages otimizadas.
Então, em vez de publicar conteúdos banais em suas mídias sociais, com o Social Ads Creator, você consegue encontrar a imagens de qualidade, inserir legendas e gráficos, colocar preços etc.
Caso você não seja um designer habilidoso, existem mais de 200 modelos pré-projetados para serem editados.
Fora as publicações orgânicas, a ferramenta ainda ajuda você a alcançar mais pessoas com os anúncios patrocinados do Facebook Ads. Depois de criar e veicular a campanha, basta acompanhar o desempenho — e alterá-la, se necessário — por meio de gráficos fáceis de serem lidos.
Quanto à segmentação, o ideal é usar os dados dos seus contatos da lista para atingir um público parecido. Assim, suas chances de encontrar pessoas interessadas é bem maior.
Você pode, também, direcionar as pessoas para um webinar gratuito e, desse modo, aumentar a sua base de leads. Essa é uma excelente pedida para a sua estratégia de email marketing ficar mais poderosa. Afinal, a palavra “gratuito” é muito convincente.
Lembre-se de que é crucial criar um funil de leads em sua lista de contatos. Somente assim, você consegue atrair e converter clientes de forma impecável. No próximo tópico, você vai descobrir como é fácil essa tarefa com a GetResponse.
Como usar a GetResponse?
Como dissemos, a GetResponse conta com mais de 50 ferramentas. Seria impossível falarmos de todas elas aqui. Sendo assim, reunimos um tutorial de algumas das funções mais importantes da plataforma.
Confira!
Criar lista de contatos
Aqui, você tem a opção de adicionar os contatos manualmente, um a um, ou importar uma lista. Caso você queira fazer o processo manual, é bastante simples:
vá em em Adicionar Contatos, em Ações Rápidas, no seu dashboard;
escolha uma lista;
decida como quer adicionar os contatos: manualmente ou subir um arquivo;
digite o nome do contato e o endereço de email;
clique em Tenho Permissão para adicionar essa pessoa à lista;
clique em Adicionar Contato.
Criar uma mensagem de autorresposta
As autorrespostas são ideais para automatizar o processo e guiar os seus contatos ao fundo do funil. Para criá-las, você deve seguir os seguintes passos:
vá em Criar Autorresposta, em Ações Rápidas, no seu dashboard;
dê um nome à autorresposta;
escolha o dia e a lista para receber a mensagem;
decida se quer mandar a mensagem imediatamente ou com atraso;
habilite os dias da semana para a mensagem ser enviada;
clique em Criar Novo Email;
configure o seu email inserindo o nome da mensagem, assunto e email de origem;
clique em Salvar ou Próximo Passo para escolher e editar um template;
finalize a edição em Próximo Passo;
clique em Salvar ou Salvar e Publicar.
Criar um funil de vendas
O funil é que fará o processo de coleta de leads e vendas. Desse modo, você pode encontrar potenciais compradores, promover e vender os seus produtos online.
Para isso, você deve seguir esses passos:
vá ao Menu e clique em Autofunnel > Criar funil;
clique em Crie seu primeiro funil;
digite o nome que você quer dar ao funil;
clique em Crie um funil, abaixo da opção Venda um produto;
escolha a opção Funil de vendas completo ou Funil de vendas rápidas;
conecte-se a uma loja existente ou crie uma loja.
Se você ainda não tem uma loja e quer desenvolver do zero, os passos são os seguintes:
vá em Criar outra loja para fazer todo o processo;
clique em Criar uma loja GetResponse;
digite o nome da loja, escolha a moeda e clique em Criar.
Criar relatório e analisar os resultados
O relatório é a maneira mais fácil de ter um panorama dos resultados das suas ações de marketing. Siga esses passos para ter acesso a ele:
selecione Relatórios na barra superior do seu painel;
clique em Gerenciar relatórios & Criar relatório na sua página de estatísticas;
insira o Nome do relatório e escolha uma ou mais listas;
escolha o tipo de relatório;
selecione o tipo de arquivo no campo Anexos (XLS ou CSV);
escolha o endereço de email para enviar o relatório;
coloque o assunto de email e a descrição;
escolha a frequência do relatório.
Como deu para perceber, a GetResponse tem diversas funcionalidades essenciais para geração de leads e concretização das vendas.
O email marketing e a automação, em geral, só dão os resultados esperados quando combinados com outras estratégias — e nesse quesito ela se sai muito bem.
Uma campanha publicitária de grande circulação no país é taxativa ao afirmar que “agro é tech”. E não é propaganda enganosa. De fato, o uso de recursos tecnológicos no agronegócio brasileiro é de encher os olhos dos entusiastas pelo tema.
O Brasil tem sido referência em práticas modernas no setor, valendo-se da aplicação intensiva de tecnologia em atividades como as de previsão e resposta para variações climáticas.
O resultado dessas iniciativas se verifica no aumento da eficiência produtiva nas fazendas e no desenvolvimento de um know-how que permeia startups e centros de excelência de estudiosos do segmento.
E-commerce e o agronegócio
Números corroboram essa narrativa. Segundo a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), nos últimos dez anos, a participação do Brasil no mercado mundial de alimentos cresceu de US$ 20,6 bilhões para US$ 100 bilhões.
Entre 2000 e 2020, a produção brasileira de grãos aumentou 210%, bem mais que a alta global verificada nessa seara – 60%. Nos próximos cinco anos, a expectativa é que o país se torne o maior exportador de grãos do mundo, à frente dos Estados Unidos.
Quando se fala em o agro ser tech, os avanços não se restringem aos mecanismos de exploração eficaz da terra. A aplicação do e-commerce no agronegócio brasileiro igualmente tem dado seus frutos. Também nessa ponta do sistema, nos destacamos na comparação com mercados como o americano.
Um estudo de 2021 da McKinsey & Company, “A mente do agricultor na era digital”, apontou que a adoção de plataformas e canais digitais para compras agrícolas cresceu mais no Brasil durante a pandemia do que na Europa e nos Estados Unidos.
Aqui, essa preferência saltou 10 pontos percentuais, de 36% para 46%, contra uma elevação de 7 pontos percentuais em terras europeias e estadunidenses.
Acesso à tecnologia
Mas nem tudo são flores nesse campo do comércio eletrônico do agro. Algumas questões ainda impedem uma safra de melhores resultados de negócio pelas vias virtuais.
Um dos entraves é o próprio acesso à tecnologia. O último Censo Agropecuário do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), realizado em 2017, apontou que mais de 70% das propriedades rurais do país não tinham acesso à internet. Espera-se que o advento do 5G contribua para um cenário mais favorável nesse quesito.
Existem outros obstáculos além desse, como é o caso do aspecto cultural. Cerca de 40% dos produtores rurais ainda veem os canais digitais como pouco seguros para suas transações, o que breca a participação deles nesses ambientes.
Apesar dessa resistência, a boa notícia é que muitos usam os meios virtuais para atividades de pesquisa por produtos e serviços e nos processos de cotação para compra e de recompra, atingindo nessas etapas uma adoção digital entre 60% e 70%. Nesse contexto, o WhatsApp é uma das ferramentas preferidas.
Além disso, o crescimento das agrofintechs, startups de financiamento de safra e insumos online, também impulsiona a ida do produtor rural para o ambiente online.
De qualquer forma, os produtores que optam pela digitalização muitas vezes esbarram em sistemas que não atendem às suas necessidades. Por conta disso, acabam desistindo da empreitada.
Plataforma bem pensada
Chegamos, então, a um ponto fundamental para a rega da semeadura do e-commerce no agronegócio: ele precisa ser bem planejado.
Uma plataforma de compra e venda de produtos agropecuários precisa estar estruturada para proporcionar aos visitantes experiências de alto nível. Jornadas que os convençam de que o meio virtual existe para facilitar suas vidas e lhes conceder vantagens em vários sentidos – desde o sortimento na oferta até as condições de entrega e o pós-venda, passando por características como preços bem definidos e trâmites inteligentes para efetivar os pagamentos.
É preciso levar em conta, na estruturação da plataforma, que seus usuários constituem um público que em geral não está acostumado a fazer negócios virtualmente. Dessa maneira, a estratégia de UX e UI precisa tornar esse ambiente eletrônico o mais simples e intuitivo possível. Algo só factível com o uso da tecnologia.
O momento é propício para considerar esses movimentos. O avanço no desenvolvimento de marketplaces agrícolas no Brasil já é uma realidade.
Grandes nomes do comércio eletrônico no país, caso de Mercado Livre, Magalu, B2W e Via Varejo, já estabeleceram espaços bem definidos em suas plataformas para uma dedicação exclusiva ao agronegócio. Outras iniciativas, como o projeto Broto, do Banco do Brasil e da BB Seguros, têm se tornado verdadeiros hubs do setor.
A afirmativa de que agro é tech precisa ser expandida. E entendida não só no âmbito de inovações como as que mapeiam o solo e as condições atmosféricas em busca da produtividade ideal das lavouras e criações.
Entre a máquina que ara o solo e o drone que sobrevoa as plantações para fotografá-las, existe um ambiente sujeito a outros tipos de intempérie. E que requer cuidados constantes para que as sementes nele plantadas floresçam em plenitude.
Esse ambiente, também conhecido como e-commerce do agronegócio, ainda tem muito o que crescer. As raízes já existem. Para que a colheita seja farta, o lema é: “tech é tudo”.
Uma campanha publicitária de grande circulação no país é taxativa ao afirmar que “agro é tech”. E não é propaganda enganosa. De fato, o uso de recursos tecnológicos no agronegócio brasileiro é de encher os olhos dos entusiastas pelo tema.
O Brasil tem sido referência em práticas modernas no setor, valendo-se da aplicação intensiva de tecnologia em atividades como as de previsão e resposta para variações climáticas.
O resultado dessas iniciativas se verifica no aumento da eficiência produtiva nas fazendas e no desenvolvimento de um know-how que permeia startups e centros de excelência de estudiosos do segmento.
E-commerce e o agronegócio
Números corroboram essa narrativa. Segundo a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), nos últimos dez anos, a participação do Brasil no mercado mundial de alimentos cresceu de US$ 20,6 bilhões para US$ 100 bilhões.
Entre 2000 e 2020, a produção brasileira de grãos aumentou 210%, bem mais que a alta global verificada nessa seara – 60%. Nos próximos cinco anos, a expectativa é que o país se torne o maior exportador de grãos do mundo, à frente dos Estados Unidos.
Quando se fala em o agro ser tech, os avanços não se restringem aos mecanismos de exploração eficaz da terra. A aplicação do e-commerce no agronegócio brasileiro igualmente tem dado seus frutos. Também nessa ponta do sistema, nos destacamos na comparação com mercados como o americano.
Um estudo de 2021 da McKinsey & Company, “A mente do agricultor na era digital”, apontou que a adoção de plataformas e canais digitais para compras agrícolas cresceu mais no Brasil durante a pandemia do que na Europa e nos Estados Unidos.
Aqui, essa preferência saltou 10 pontos percentuais, de 36% para 46%, contra uma elevação de 7 pontos percentuais em terras europeias e estadunidenses.
Acesso à tecnologia
Mas nem tudo são flores nesse campo do comércio eletrônico do agro. Algumas questões ainda impedem uma safra de melhores resultados de negócio pelas vias virtuais.
Um dos entraves é o próprio acesso à tecnologia. O último Censo Agropecuário do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), realizado em 2017, apontou que mais de 70% das propriedades rurais do país não tinham acesso à internet. Espera-se que o advento do 5G contribua para um cenário mais favorável nesse quesito.
Existem outros obstáculos além desse, como é o caso do aspecto cultural. Cerca de 40% dos produtores rurais ainda veem os canais digitais como pouco seguros para suas transações, o que breca a participação deles nesses ambientes.
Apesar dessa resistência, a boa notícia é que muitos usam os meios virtuais para atividades de pesquisa por produtos e serviços e nos processos de cotação para compra e de recompra, atingindo nessas etapas uma adoção digital entre 60% e 70%. Nesse contexto, o WhatsApp é uma das ferramentas preferidas.
Além disso, o crescimento das agrofintechs, startups de financiamento de safra e insumos online, também impulsiona a ida do produtor rural para o ambiente online.
De qualquer forma, os produtores que optam pela digitalização muitas vezes esbarram em sistemas que não atendem às suas necessidades. Por conta disso, acabam desistindo da empreitada.
Plataforma bem pensada
Chegamos, então, a um ponto fundamental para a rega da semeadura do e-commerce no agronegócio: ele precisa ser bem planejado.
Uma plataforma de compra e venda de produtos agropecuários precisa estar estruturada para proporcionar aos visitantes experiências de alto nível. Jornadas que os convençam de que o meio virtual existe para facilitar suas vidas e lhes conceder vantagens em vários sentidos – desde o sortimento na oferta até as condições de entrega e o pós-venda, passando por características como preços bem definidos e trâmites inteligentes para efetivar os pagamentos.
É preciso levar em conta, na estruturação da plataforma, que seus usuários constituem um público que em geral não está acostumado a fazer negócios virtualmente. Dessa maneira, a estratégia de UX e UI precisa tornar esse ambiente eletrônico o mais simples e intuitivo possível. Algo só factível com o uso da tecnologia.
O momento é propício para considerar esses movimentos. O avanço no desenvolvimento de marketplaces agrícolas no Brasil já é uma realidade.
Grandes nomes do comércio eletrônico no país, caso de Mercado Livre, Magalu, B2W e Via Varejo, já estabeleceram espaços bem definidos em suas plataformas para uma dedicação exclusiva ao agronegócio. Outras iniciativas, como o projeto Broto, do Banco do Brasil e da BB Seguros, têm se tornado verdadeiros hubs do setor.
A afirmativa de que agro é tech precisa ser expandida. E entendida não só no âmbito de inovações como as que mapeiam o solo e as condições atmosféricas em busca da produtividade ideal das lavouras e criações.
Entre a máquina que ara o solo e o drone que sobrevoa as plantações para fotografá-las, existe um ambiente sujeito a outros tipos de intempérie. E que requer cuidados constantes para que as sementes nele plantadas floresçam em plenitude.
Esse ambiente, também conhecido como e-commerce do agronegócio, ainda tem muito o que crescer. As raízes já existem. Para que a colheita seja farta, o lema é: “tech é tudo”.
Não é novidade para ninguém que a venda de comida online teve um boom durante a pandemia e que esse comportamento tende a crescer. Para falar sobre as 10 melhores estratégias de e-grocery para vender mais, o fundador e CEO da VipCommerce Fernando Bravo palestrou no Congresso Grocery & Drinks.
Anote:
10 — Operação
A décima estratégia é voltada para as boas práticas de operação. É importante que o varejista atenha-se a três pontos onde ocorrem erros clássicos nas operações no e-grocery: entrega no prazo, entregar os itens corretos e garantir ruptura zero, principalmente no que diz respeito a entregas faltando itens.
9 — Assinaturas
Por quê não trabalhar assinaturas no contexto do varejo alimentar? Promover recursos de cliente prime, que têm benefícios assinando um pacote de serviços que lhe garante descontos específicos, possibilita mais fidelidade e engajamento. Não esquecendo da assinatura de compras.
8 — Propor e promover mídias online
É importante ter um contexto de mídia online, sobretudo, voltado para as redes sociais e social media. Uma dica é utilizar o Facebook ADS para gerar expansão dos melhores clientes.
7 — Motores de busca
É preciso ter motor de busca simples, rápido e assertivo. “A busca é hoje uma das principais estratégias na jornada de compra do consumidor dentro das aplicações, sejam elas sites ou App”, explica o CEO.
6 — Modalidades de entrega
É preciso ampliar as possibilidades, para atender os consumidores com tipos adequados. É possível explorar entregas agendadas, expressas, retiro em loja e drive thru/ curbside.
5 — Campanhas de frete
“Hoje, das 5,4% das pessoas que tiveram experiências negativas com e-commerce durante a pandemia, quase 40% explicaram que foi por causa do valor do frete. O valor do frete é um fator muito direto, decisivo e implicante na jornada e na conversão de compra”, aponta.
4 — Sortimento long tail
Bravo explica que o comportamento do consumidor está nichando. “Ele busca um mix cada vez mais específico, e colocar todo o mix que tem na loja física, na online, é um risco bom de se correr. É possível também ampliar esse mix se beneficiando dos efeitos que o e-commerce produz”, ensina.
3 — Ofertas personalizadas
Elas são um dos principais objetivos do varejo, na visão do CEO. Produzir, analisando o comportamento dos clientes, ofertas com altas taxas de conversão e específicas, de preferência para cada usuário é a principal dica. “Hoje fazemos isso para grupos de usuários e para personas, mas demonstra-se mais útil essas ofertas serem específicas para cada CPF”.
2 — Experiência fígital
Ter estratégia omnichannel, multicanal, unificar todos os canais e todos os modais de venda da bandeira para garantir fluidez ao consumidor, com trânsito entre os mundos online e offline sem atritos, também são táticas certeiras.
1 — Unificação dos mundos online e offline
“Muitas redes tentam relutar em produzir contextos muito diferentes, estratégias diferentes e acabam não gozando do benefício da unicanalidade, de simplificar para o consumidor esse trânsito. E quando a gente facilita, a gente traz maior confiança na nossa marca”, finaliza.
Não é novidade para ninguém que a venda de comida online teve um boom durante a pandemia e que esse comportamento tende a crescer. Para falar sobre as 10 melhores estratégias de e-grocery para vender mais, o fundador e CEO da VipCommerce Fernando Bravo palestrou no Congresso Grocery & Drinks.
Anote:
10 — Operação
A décima estratégia é voltada para as boas práticas de operação. É importante que o varejista atenha-se a três pontos onde ocorrem erros clássicos nas operações no e-grocery: entrega no prazo, entregar os itens corretos e garantir ruptura zero, principalmente no que diz respeito a entregas faltando itens.
9 — Assinaturas
Por quê não trabalhar assinaturas no contexto do varejo alimentar? Promover recursos de cliente prime, que têm benefícios assinando um pacote de serviços que lhe garante descontos específicos, possibilita mais fidelidade e engajamento. Não esquecendo da assinatura de compras.
8 — Propor e promover mídias online
É importante ter um contexto de mídia online, sobretudo, voltado para as redes sociais e social media. Uma dica é utilizar o Facebook ADS para gerar expansão dos melhores clientes.
7 — Motores de busca
É preciso ter motor de busca simples, rápido e assertivo. “A busca é hoje uma das principais estratégias na jornada de compra do consumidor dentro das aplicações, sejam elas sites ou App”, explica o CEO.
6 — Modalidades de entrega
É preciso ampliar as possibilidades, para atender os consumidores com tipos adequados. É possível explorar entregas agendadas, expressas, retiro em loja e drive thru/ curbside.
5 — Campanhas de frete
“Hoje, das 5,4% das pessoas que tiveram experiências negativas com e-commerce durante a pandemia, quase 40% explicaram que foi por causa do valor do frete. O valor do frete é um fator muito direto, decisivo e implicante na jornada e na conversão de compra”, aponta.
4 — Sortimento long tail
Bravo explica que o comportamento do consumidor está nichando. “Ele busca um mix cada vez mais específico, e colocar todo o mix que tem na loja física, na online, é um risco bom de se correr. É possível também ampliar esse mix se beneficiando dos efeitos que o e-commerce produz”, ensina.
3 — Ofertas personalizadas
Elas são um dos principais objetivos do varejo, na visão do CEO. Produzir, analisando o comportamento dos clientes, ofertas com altas taxas de conversão e específicas, de preferência para cada usuário é a principal dica. “Hoje fazemos isso para grupos de usuários e para personas, mas demonstra-se mais útil essas ofertas serem específicas para cada CPF”.
2 — Experiência fígital
Ter estratégia omnichannel, multicanal, unificar todos os canais e todos os modais de venda da bandeira para garantir fluidez ao consumidor, com trânsito entre os mundos online e offline sem atritos, também são táticas certeiras.
1 — Unificação dos mundos online e offline
“Muitas redes tentam relutar em produzir contextos muito diferentes, estratégias diferentes e acabam não gozando do benefício da unicanalidade, de simplificar para o consumidor esse trânsito. E quando a gente facilita, a gente traz maior confiança na nossa marca”, finaliza.
Toda empresa ganha, em sua concepção, um modelo de negócio como base para as atividades. Pela definição do Sebrae, modelo de negócio é “a forma como a empresa cria, entrega e captura valor”. Isso significa que não existe uma única receita de como fazer. É possível que cada gestor e cada empresa desenvolvam o modelo que faça mais sentido para que a entrega de valor ocorra.
No cenário atual, vemos que boa parte das empresas, independente do porte, atua no modelo B2B (business to business), em que as relações comerciais se dão entre empresas; ou no modelo B2C (business to consumer), o qual a companhia entrega um produto ao consumidor final.
Para ficar mais claro, vou exemplificar. Imagine uma indústria do setor têxtil que fabrica roupa de cama, mesa e banho. No modelo “tradicional” de negócios, ou seguindo o B2B, essa indústria vende seus produtos a diversas lojas e seu ciclo de produção/vendas estaria fechado. As lojas que compram os produtos da indústria, por sua vez, é que são as responsáveis por fazer com que eles cheguem ao consumidor final — o conhecido modelo B2C. No final das contas, todo o relacionamento com o consumidor é desenvolvido pela loja.
Observando o mercado e conversando com executivos de diversos setores, foi possível identificar a necessidade de criação de um modelo mais ousado, que promovesse a integração entre as empresas e o consumidor final. Chamamos esse modelo de negócios de B2B2C, ou seja, business to business to consumer. Por este conceito, há uma integração total entre indústria, loja e consumidor. A indústria (B) tem seu próprio e-commerce e repassa as oportunidades de vendas às lojas e revendas parceiras (2B) para que estas possam efetivamente concretizá-las junto ao consumidor final (C). Essa já é uma realidade e um modelo que está sendo utilizado por uma série de indústrias e revendas com sucesso.
Com esse modelo, afirmo que é possível às indústrias estabelecerem um canal de vendas pela internet — e, assim, facilitar o acesso direto do consumidor final aos seus produtos. A estratégia está em conciliar a abertura deste canal de vendas e o relacionamento direto com o consumidor sem perder as relações ou criar um conflito com as lojas e revendas.
O e-commerce deve ser encarado não apenas como um canal de vendas para a indústria, mas como um gerador de oportunidades para os revendedores. É perfeitamente possível e viável que a indústria faça suas vendas por um e-commerce próprio e as direcione para as revendas e lojas mais próximas do endereço do consumidor. Também é totalmente plausível que a própria indústria atenda os consumidores se nenhuma das lojas e revendas parceiras tiver o produto adquirido disponível em estoque. Operar de maneira integrada no B2B2C contribui para a indústria e as revendas ganharem com a ampliação do volume de vendas. E, claro, proporcionar ao consumidor uma experiência diferenciada, com atendimento mais rápido e eficiente. Quem abrir os olhos para esse modelo de operação certamente colherá bons frutos em um futuro muito próximo!
Toda empresa ganha, em sua concepção, um modelo de negócio como base para as atividades. Pela definição do Sebrae, modelo de negócio é “a forma como a empresa cria, entrega e captura valor”. Isso significa que não existe uma única receita de como fazer. É possível que cada gestor e cada empresa desenvolvam o modelo que faça mais sentido para que a entrega de valor ocorra.
No cenário atual, vemos que boa parte das empresas, independente do porte, atua no modelo B2B (business to business), em que as relações comerciais se dão entre empresas; ou no modelo B2C (business to consumer), o qual a companhia entrega um produto ao consumidor final.
Para ficar mais claro, vou exemplificar. Imagine uma indústria do setor têxtil que fabrica roupa de cama, mesa e banho. No modelo “tradicional” de negócios, ou seguindo o B2B, essa indústria vende seus produtos a diversas lojas e seu ciclo de produção/vendas estaria fechado. As lojas que compram os produtos da indústria, por sua vez, é que são as responsáveis por fazer com que eles cheguem ao consumidor final — o conhecido modelo B2C. No final das contas, todo o relacionamento com o consumidor é desenvolvido pela loja.
Observando o mercado e conversando com executivos de diversos setores, foi possível identificar a necessidade de criação de um modelo mais ousado, que promovesse a integração entre as empresas e o consumidor final. Chamamos esse modelo de negócios de B2B2C, ou seja, business to business to consumer. Por este conceito, há uma integração total entre indústria, loja e consumidor. A indústria (B) tem seu próprio e-commerce e repassa as oportunidades de vendas às lojas e revendas parceiras (2B) para que estas possam efetivamente concretizá-las junto ao consumidor final (C). Essa já é uma realidade e um modelo que está sendo utilizado por uma série de indústrias e revendas com sucesso.
Com esse modelo, afirmo que é possível às indústrias estabelecerem um canal de vendas pela internet — e, assim, facilitar o acesso direto do consumidor final aos seus produtos. A estratégia está em conciliar a abertura deste canal de vendas e o relacionamento direto com o consumidor sem perder as relações ou criar um conflito com as lojas e revendas.
O e-commerce deve ser encarado não apenas como um canal de vendas para a indústria, mas como um gerador de oportunidades para os revendedores. É perfeitamente possível e viável que a indústria faça suas vendas por um e-commerce próprio e as direcione para as revendas e lojas mais próximas do endereço do consumidor. Também é totalmente plausível que a própria indústria atenda os consumidores se nenhuma das lojas e revendas parceiras tiver o produto adquirido disponível em estoque. Operar de maneira integrada no B2B2C contribui para a indústria e as revendas ganharem com a ampliação do volume de vendas. E, claro, proporcionar ao consumidor uma experiência diferenciada, com atendimento mais rápido e eficiente. Quem abrir os olhos para esse modelo de operação certamente colherá bons frutos em um futuro muito próximo!