Lucro da Três Tentos rompe a barreira de meio bilhão

Faturamento ultrapassou os R$ 5 bilhões em 2021

A empresa afirma que contina apresentando forte desempenho no segmento de grãos

A Três Tentos viu seu faturamento ultrapassar os R$ 5 bilhões em 2021 enquanto o lucro liquido ajustado rompeu a barreira do meio bilhão crescendo quase 80% (veja os principais resultados na tabela ao final desta reportagem). A companhia sediada em Santa Bárbara do Sul (RS) atua em três segmentos de negócios: varejo de insumos agrícolas, compra e venda de grãos e industrialização, por meio de duas fábricas localizadas nas cidades de Ijuí (RS) e Cruz Alta (RS).

O relatório trimestral da Três Tentos informa que o desempenho no segmento de insumos apresentou crescimento de volume em todos os produtos. O fenômeno La Niña fez com que chovesse menos na região Sul e alguns produtores acabaram retardando o início do plantio da safra de soja no Rio Grande do Sul para dezembro e janeiro (normalmente ocorre entre outubro e novembro). “Isso impactou principalmente na comercialização dos defensivos, o que poderia ter apresentado um resultado ainda mais forte. Já em sementes e fertilizantes não observamos uma redução na comercialização, pois são produtos que já estavam programados para aquisição do produtor e entregues durante a safra”, explica a companhia.

Mesmo com a estiagem no Rio Grande do Sul, a companhia está acompanhando o planejamento do produtor com a compra de insumos para a safra de inverno e observando aumento de área plantada de trigo em torno de 25%. “Nossa expansão no Mato Grosso está acontecendo em ritmo acelerado, com a primeira loja inaugurada em Sinop no ano de 2021 e, em janeiro de 2022 já contando com duas novas lojas (Matupá e Sorriso). As equipes de vendas e consultores já estão capturando vendas de insumos para a safrinha de milho que se inicia nos meses de fevereiro e março”, informa a Três Tentos.

A empresa afirma que continua apresentando forte desempenho no segmento de grãos, com destaque para a cultura do trigo que apresentou uma boa safra em 2021 no Rio Grande do Sul, possibilitando um recorde de originação deste grão. Na soja, o volume movimentado entre outubro e dezembro foi superior ao projetado, em função do mercado mais aquecido, tanto na originação quanto na comercialização, visto o maior apetite dos exportadores e indústrias de esmagamento. No milho, o período de colheita ocorre entre os meses de janeiro e março, e por esse motivo a comercialização do grão acontece principalmente no primeiro semestre do ano.

“Para o próximo trimestre, devemos observar na cultura do milho os impactos da estiagem no Rio Grande do Sul, com expectativa de redução de volume, especialmente nas áreas de sequeiro (sem irrigação). No entanto, as expectativas são positivas para a safrinha do grão no Mato Grosso, o que deve minimizar os impactos do menor volume no Rio Grande do Sul. Cabe destacar que no Mato Grosso já contamos com nossa loja recém inaugurada de Matupá e em breve com a fábrica de Vera (em construção) na originação do grão a partir de junho de 2022 (período de colheita)”, revela a companhia.

O segmento industrial da Três Tentos se mostrou resiliente ao longo de 2021 em um cenário desafiador, com aumento nos preços das commodities e indefinições sobre o percentual na mistura do biodiesel ao óleo diesel estipulado pela ANP, que variou entre 10% e 13%, encerrando o ano em 10%. A partir de 2022, o mercado de Biodiesel no Brasil passou a ser negociado por mercado livre, que até 2021 era por leilão. “Acreditamos que este novo modelo de negociação trará melhores condições de preços e mais estabilidade sobre as margens, visto que as precificações serão realizadas mais frequentes acompanhando os preços das matérias primas para produção do biodiesel, como o óleo de soja”, observa a empresa em seu relatório trimestral.

A Três Tentos comercializou um volume de farelo de soja levemente abaixo do esperado em função de logística fluvial e aspectos comerciais. Alguns embarques previamente alinhados para dezembro ocorreram em janeiro, e alguns compromissos firmados no quarto trimestre com preços melhores para embarques programados para janeiro e fevereiro. De acordo com a companhia, as condições de preço tiveram suporte nos últimos meses acompanhando a expectativa da safra 21/22 no sul da América do Sul, especialmente na Argentina que possui grande capacidade de esmagamento, e importante exportador de farelo no mundo.

A Três Tentos é a 66ª maior empresa da região e também a 27ª maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

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Faturamento ultrapassou os R$ 5 bilhões em 2021

Confiança da indústria avança na maioria dos setores em fevereiro

Índice aponta para recuperação, revela CNI

O que sustenta o ICEI positivo são as expectativas em relação a economia nos próximos seis meses

A confiança da indústria aumentou em 17 dos 29 setores pesquisados, de acordo com o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) por setor, da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Além disso, o único setor que registrava pessimismo em janeiro, o de produtos de limpeza, perfumaria e higiene pessoal, voltou a ficar otimista neste mês. Foram entrevistadas 2.222 empresas, sendo 912 de pequeno porte, 805 de médio porte e 505 de grande portem entre 1º e 10 de fevereiro.

No entanto, o que sustenta o ICEI positivo são as expectativas em relação a economia nos próximos seis meses. Todos os 29 setores analisados têm expectativas otimistas. O gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, explica que, sobre o momento atual da economia, apenas 13 de 29 setores estão confiantes. “Apesar do aumento da confiança, na comparação com fevereiro de 2021, apenas o setor de manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos está mais otimista do que há um ano”, detalha.

Os setores mais confiantes são: extração de minerais não-metálicos (60,5 pontos), produtos de metal (59,9 pontos, veículos automotores (59,8 pontos) e manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (59,7 pontos). Veja os setores mais e menos confiantes no gráfico ao final desta reportagem.

O ICEI varia de 0 a 100 pontos. Valores acima de 50 pontos indicam confiança do empresário e quanto mais acima de 50 pontos, maior e mais disseminada é a confiança. Valores abaixo de 50 pontos indicam falta de confiança do empresário e quanto mais abaixo de 50, maior e mais disseminada é a falta de confiança.

Índice aponta para recuperação, revela CNI

Consumo das famílias segue subindo

CNC nota tendência positiva

Com aumento de praticamente todos os subíndices, ICF registra, em fevereiro, maior pontuação desde maio de 2020

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) seguiu apresentando tendência positiva em fevereiro. O indicador, apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), cresceu 0,4% neste mês, alcançando 77,6 pontos, o maior patamar desde maio de 2020 (81,7 pontos). Na comparação anual, o aumento foi de 4,6%. Apesar de ter permanecido abaixo do nível de satisfação (100 pontos), algo que vem acontecendo desde abril de 2015, o índice apontou resultado mais otimista do que o de fevereiro do ano passado, quando registrou 74,2 pontos.

O subíndice sobre consumo atual contou com o avanço mais significativo do mês, de 3,9%, e mais intenso do que o de janeiro (0,8%). Além disso, também registrou o maior percentual de famílias que perceberam um aumento do seu consumo desde abril de 2020, 16,0%. Renda Atual apresentou comportamento semelhante, com aumento de 2,1% e o maior percentual de famílias que perceberam uma melhora na sua renda desde junho do ano passado, 21,7%.

O presidente da CNC, José Roberto Tadros, avalia que os números apontam uma percepção mais positiva dos consumidores em relação à renda. “É possível observar uma evolução do poder de compra no curto prazo. O crescimento do índice de consumo atual dá sinais de um ambiente para compra mais estabilizado”, avalia.

Segundo a pesquisa, o mercado de trabalho também é um fator positivo de incentivo ao comércio. Isso porque a parcela de famílias que avaliaram o item perspectiva profissional de forma negativa reduziu para o menor patamar desde abril de 2020, 48,9%. Em janeiro, esse percentual era de 50,3% e, em fevereiro do ano passado, era de 50,8%. A pontuação do indicador também apresentou o melhor resultado desde abril do ano retrasado (106,3 pontos), chegando a 90,8 pontos, com variação mensal positiva de 0,9% e de 1,2%, na comparação com o mesmo mês em 2021.

Influência das taxas de juros
O único subíndice a apresentar retração em fevereiro foi momento para duráveis. A queda de 7,7% foi a sexta consecutiva. E, com variação anual negativa de 9,2%, o item registrou 43,5 pontos. Segundo a economista da CNC responsável pela pesquisa, Catarina Carneiro da Silva, a alta inflacionária e o aumento dos juros encareceram os bens duráveis, levando a uma maior dificuldade de compra desses itens.

No entanto, ela observa que a elevação das taxas de juros já está sendo absorvida pelas famílias, o que levou ao avanço de 0,7% do item acesso ao crédito após quatro meses de queda. “Isso mostra que, apesar de a Selic ter alcançado patamar de dois dígitos, o crédito continua sendo um importante indutor do consumo”, nota a economista.

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CNC nota tendência positiva

Rumo vê lucro cair pela metade em 2021

Pressão da inflação sobre os custos fixos foi a principal causa

A Operação Sul apresentou retração de 1,9% no volume transportado em 2021, refletindo a quebra de safra do milho

Em 2021 a Rumo viu sua receita operacional líquida crescer 6,8% atingindo R$ 7,4 bilhões. O lucro, porém, caiu quase pela metade (veja os principais indicadores na tabela ao final desta reportagem). Boa parte desse revés se deveu ao prejuízo de R$ 384 milhões no quarto trimestre. “Em função da quebra de safra de milho no segundo semestre, o crescimento de volume e tarifa, a partir a estratégia de ganho de market share, visando ocupar mais capacidade, foi insuficiente para cobrir o aumento do custo variável e a pressão de inflação sobre os custos fixos”, explica a empresa.

O volume transportado pela Rumo em 2021 atingiu 64 bilhões de TKU, 2,5% acima do ano anterior. Esse resultado é consequência da quebra de safra do milho, ocorrida no segundo semestre, a qual foi atenuada por uma estratégia comercial que trouxe ganho de market share. Na Operação Norte, houve aumento de 3,2% dos volumes transportados, apesar da queda de 30,3% do volume transportado de milho.

A Operação Sul apresentou retração de 1,9% no volume transportado em 2021, atingindo 13,4 bilhões de TKU, refletindo a quebra de safra do milho, que foi mais severa nos estados da região Sul e os efeitos da isenção temporária de pedágio no Paraná. Houve crescimento no ano em todos os demais segmentos, com destaque para cargas industriais (14,8%), soja (11,2%) e combustível (9,9%).

A Operação Sul perdeu 1,6 ponto percentual no market share de transporte de grãos aos portos de Paranaguá (PR) e São Francisco do Sul (SC). O volume para os portos do Sul caiu 19,3%, enquanto o mercado apresentou uma queda de 14,9%. A isenção temporária das tarifas de pedágio do Paraná e a quebra de safra de milho contribuíram para a redução do frete rodoviário. Nesse mesmo período, as tarifas ferroviárias cresceram 14,7%, o que resultou em um menor nível de market share para a Rumo.

“A receita líquida totalizou R$ 7,4 bilhões no ano, 6,8% acima de 2020, em função do aumento de 4,5% na tarifa consolidada e de 2,5% no volume. As tarifas no primeiro semestre refletiram o repasse dos ajustes do preço de combustível, e no segundo semestre foram impactadas negativamente pela quebra de safra de milho, pela captura do volume de grãos em regiões mais distantes e também pela maior pressão sobre os preços spots de grãos”, detalha a empresa em seu relatório trimestral.

Com relação ao mercado de soja em 2022, segundo as projeções da Agroconsult, o Brasil deverá ter uma safra de 127 milhões de toneladas, das quais 78 milhões devem ser exportadas. Nos estados de Mato Grosso e Goiás, são esperados recordes de produção em 2022. Enquanto o Mato Grosso deve produzir cerca de 40 milhões de toneladas, 11,2% a mais do que a safra 20/21, em GO é esperada uma produção de 15 milhões de toneladas, 10,6% superior à safra anterior. “Apesar do crescimento esperado na região Centro-Oeste, a estiagem na região Sul tem reduzido as projeções nacionais de produção, principalmente nos estados do Rio Grande do Sul e do Paraná”, alerta a Rumo.

José Alberto Abreu, CEO da Rumo, destaca no relatório trimestral a expansão que a companhia planeja para o Centro-Oeste. “Seguiremos com nossa expansão comercial em um Mato Grosso que ainda esse ano receberá a licença de instalação para Lucas de Rio Verde e continuaremos em busca do crescimento acelerado de volume em Goiás, essa nova fronteira que precisa ser

ocupada com velocidade. Esses projetos são um divisor de águas para a Rumo, e que vai colocar o Brasil no mapa como um dos países com a infraestrutura mais eficiente e competitiva do agronegócio”, revela.

A Rumo é a sétima maior empresa da região e também a terceira maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

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Pressão da inflação sobre os custos fixos foi a principal causa

Arauco é a primeira indústria de painéis de madeira a lançar marketplace

Ferramenta oferece recursos e facilidades para parceiros varejistas e consumidores

O público-alvo do marketplace da Arauco são escritórios de arquitetura, marcenarias e pessoas físicas

Alinhada ao bom desempenho do comércio eletrônico no Brasil e à sua política de inovação constante, a Arauco lançou o primeiro marketplace nacional para venda de painéis de madeira. No primeiro semestre de 2021, o e-commerce brasileiro registrou crescimento de 155% em faturamento e de 67% em número de pedidos no segmento de casa e decoração, em comparação com os primeiros seis meses do ano passado, segundo a 44ª edição do Webshoppers, relatório elaborado pela Ebit | Nielsen. O novo cenário do mercado impulsionou a iniciativa da maior companhia florestal das Américas, que lançou a ferramenta neste mês. As vendas do marketplace serão realizadas por revendedores da marca que poderão se cadastrar na plataforma.

Flávio Verardi, diretor comercial da Arauco, conta que essa iniciativa respeita a forte parceria que a companhia mantém com seus clientes revendedores. O novo canal visa a aumentar a capilaridade da empresa e fortalecer a marca, atraindo novos consumidores que terão a oportunidade de conhecer pelo site todo o portfólio de painéis revestidos da Arauco, além de produtos relacionados à cadeia moveleira.

“Em vez de realizarmos vendas diretas da fábrica, desenvolvemos a plataforma e investiremos na divulgação e engajamento de consumidores. Todo o processo de vendas e atendimento, entretanto, será realizado por nossos clientes revendedores. Para eles, trata-se de um novo formato para a atração de consumidores, uma nova forma de vendas, mas com a manutenção dos padrões de excelência em atendimento das lojas físicas”, afirma.

Público-alvo
O público-alvo do marketplace da Arauco são escritórios de arquitetura, marcenarias e pessoas físicas, que poderão escolher, pela internet, os painéis para fabricar seus móveis, com facilidade de pagamento e entrega do material no endereço de seus marceneiros.

Dezenas de revendedoras da Arauco, incluindo grandes redes, já estão inseridas no marketplace, que atenderá, de imediato aos estados de Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A ideia, contudo, é ampliar o alcance de forma gradativa para todo o território nacional. Por enquanto, apenas produtos da marca estarão à venda no site, mas a companhia irá firmar parcerias com outras empresas fornecedoras do segmento ao decorrer de 2022.

O marketplace da Arauco pode ser conferido aqui.

Ferramenta oferece recursos e facilidades para parceiros varejistas e consumidores

Fundo Advent International passa a deter 25% do Grupo Tigre

Investimento de R$ 1,3 bilhão dará impulso ao processo de expansão da companhia catarinense no Brasil e no exterior

A Tigre é a 52ª maior empresa da região e também a 11ª maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL

A Advent International, um dos maiores e mais tradicionais investidores globais de private equity, anuncia que passará a deter participação de 25% no Grupo Tigre, multinacional brasileira líder em soluções para construção civil e cuidado com a água. O investimento, de R$ 1,3 bilhão, dará suporte financeiro e estratégico para os planos de expansão da Tigre no Brasil e no mercado internacional.

Essa é a primeira vez que a companhia fundada e controlada pela família Hansen passa a ter participação de um fundo de private equity em seus mais de 80 anos de história. “A escolha da Advent foi muito cuidadosa. Seu histórico sólido de investimentos no Brasil e a experiência em diversos setores fazem da Advent o parceiro ideal para apoiar a Tigre, tanto no Brasil quanto nos demais países onde estamos presentes”, revela Felipe Hansen, presidente do conselho de administração do Grupo Tigre, que faz parte da terceira geração da família Hansen.

Pelos termos da parceria estratégica, a Advent terá direito a indicar dois membros para o conselho de administração da Tigre. “A Tigre é uma empresa líder e referência em seu setor, um fenômeno mundial de construção de marca, com uma história de crescimento e inovação sólida, organizada, com governança, gestão profissional e plano de negócios claro e ambicioso para os próximos anos. É uma satisfação enorme nos juntarmos ao time da Tigre e apoiá-los em seus projetos de crescimento e geração de valor”, declara Patrice Etlin, Managing Partner da Advent, em nota.

Reconhecida como marca ícone na categoria de tubos e conexões, a Tigre tem mais de 15 mil produtos no portfólio e está presente em cerca de 30 países. Em 2021, a companhia fez a aquisição da Dura Plastic Products, fabricante e distribuidora de conexões de PVC, com sede na Califórnia, como parte da estratégia para pavimentar sua expansão internacional. Os Estados Unidos são um dos mercados-chave para a Tigre buscar a liderança no mercado de condução de água nas Américas.

Entre as frentes estratégicas, há ainda a expectativa de ampliar a oferta de soluções para construção civil, infraestrutura e irrigação, que possuem grandes perspectivas de crescimento no Brasil, além de investimentos em soluções, serviços e tecnologia para maior eficiência no uso de água.

A Advent já investiu globalmente US$ 13,5 bilhões em 80 empresas do setor industrial, sendo dez na América Latina. Entre elas, a GTM Holdings, líder em distribuição de matérias-primas químicas na América Latina, recentemente fundida com a europeia Caldic, criando um líder global. Com forte presença local, o fundo norte-americano já investiu mais de US$ 7 bilhões em 70 empresas na América Latina nos últimos 25 anos.

O aporte da Advent acontece cinco meses após a Tigre obter da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o registro de companhia de capital aberto na categoria B, que habilita para emissão de debêntures. Além da entrada dos recursos do novo sócio, boa parte dos outros R$ 600 milhões captados em debêntures devem ser usados para reforçar os planos de investimentos.

No acumulado de 2021 até 30 de setembro, o Grupo Tigre teve R$ 4,2 bilhões em receita líquida consolidada e R$ 508 milhões de lucro líquido. O Brasil representa pouco mais de 60% das receitas líquidas da empresa atualmente.

A Tigre é a 52ª maior empresa da região e também a 11ª maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

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Investimento de R$ 1,3 bilhão dará impulso ao processo de expansão da companhia catarinense no Brasil e no exterior

Chocolate Lugano abre sua primeira loja em Curitiba

O Centro Comercial Brooklyn, no Bairro Bacacheri, foi escolhido para receber a primeira unidade do chocolate de Gramado na capital

Sob os cuidados da empresária Fernanda Luiza Tarter Raupp, o espaço contará com loja e cafeteria

A Lugano, marca líder em chocolates finos do Brasil, vai inaugurar em março sua primeira unidade em Curitiba. O estado, no entanto, já reúne outras quatro unidades localizadas nas cidades de Cascavel, Maringá, Londrina e Guarapuava. O novo endereço faz parte de um projeto de expansão da marca, com sede em Gramado, no Rio Grande do Sul, e que tem como objetivo abrir dezenas de novos pontos de venda, em formato de franquia, até a Páscoa de 2022 em todo Brasil.

Sob os cuidados da empresária Fernanda Luiza Tarter Raupp, o espaço contará com loja e cafeteria e ficará no Centro Comercial Brooklyn, localizado na Rua Nicarágua, nº 847, loja 01 A, no Bairro Bacacheri. A rede tem cinco lojas próprias em Gramado, e mais de 100 franquias espalhadas pelo Brasil.

“Fruto de um trabalho coeso e sólido que construímos ao longo desses mais de 45 anos de história da Lugano, a novidade é uma amostra de que estamos em um movimento acelerado de transformação que nos fez crescer como empresa e junto aos nossos franqueados. Isso tudo, sem perder a nossa essência”, informa Augusto Schwingel Luz, CEO da Lugano.

50 toneladas por mês
Há cerca de meio século crescendo com Gramado, a capital nacional do chocolate artesanal, a Lugano produz sua própria matéria-prima, com pelo menos 36% de cacau em suas receitas. São mais de 50 toneladas de chocolate premium produzidas por mês.

Os produtos são encontrados nas lojas de Gramado e Porto Alegre, e também nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo. A marca está no Distrito Federal e em todas as capitais do nordeste. São mais de cem franquias espalhadas pelo Brasil todo, grande parte delas dispondo de cafeteria no interior da loja com receitas exclusivas de taças e sorvetes, salgados, cafés gelados, sodas italianas e até cafés servidos na casquinha.

Os chocolates também são distribuídos em vários pontos do país pelo e-commerce https://www.chocolatelugano.com.br/ e desde o ano passado estão disponíveis também no mercado norte-americano.

O Centro Comercial Brooklyn, no Bairro Bacacheri, foi escolhido para receber a primeira unidade do chocolate de Gramado na capital

Infraestrutura responde em 2021 por 10% de todas as operações de M&A no país

As transações como um todo cresceram 65% no ano passado em relação ao ano anterior e devem continuar em alta em 2022

“No ano passado, dos dez segmentos que mais realizaram transações, três eram da área de infraestrutura”, explica João Caetano

O mercado de Fusões & Aquisições (M&A) no Brasil cresceu 65,2% em 2021, em relação a 2020, com 1.901 transações realizadas, segundo levantamento divulgado pelo portal Fusões & Aquisições. De acordo com os dados, um setor que representou uma grande parcela dessas operações e que promete crescer mais em 2022 foi o de infraestrutura. Foram mais de 160 transações de M&A ao longo do ano passado, com 63 operações envolvendo companhias energéticas, 51 do segmento de transportes, 33 de meio ambiente e 16 de empresas portuárias e aeroportuárias.

“A expectativa para 2022 é de que as operações envolvendo o setor de infraestrutura continuem em ascensão, principalmente por causa das concessões e privatizações de rodovias, portos e aeroportos, o que deve movimentar o mercado”, explica João Caetano Magalhães, diretor da Redirection International, empresa especializada em M&A de empresas de médio porte.

O especialista destaca que um dos pontos que chamam a atenção nas transações de M&A em infraestrutura é o valor monetário envolvido nessas operações. Segundo o portal Fusões & Aquisições, das dez maiores transações realizadas em 2021 no Brasil, três foram do setor mais amplo de infraestrutura como saneamento, meio ambiente e energia. “Além dos valores envolvidos nessas transações, o setor de infraestrutura está entre os mais ativos em M&A no Brasil. No ano passado, dos dez segmentos que mais realizaram transações, três eram da área de infraestrutura”, explica João Caetano.

Investimentos em infraestrutura
Segundo relatório Infra-2038, divulgado em julho do ano passado, há uma queda gradual dos investimentos públicos em infraestrutura nos últimos anos no Brasil, o que foi evidenciado pela pandemia de Covid-19. Em 2020, o volume de investimentos foi de R$ 115,8 bilhões, o equivalente a 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB), o menor patamar dos últimos 20 anos. Esses dados são mais um indicativo positivo de oportunidade neste segmento, conforme explica o especialista.

“Historicamente existe um gap de investimentos nesta área, com a redução gradativa do montante de investimentos públicos, o que abre oportunidades para investidores nacionais e internacionais suprirem esses gargalos existentes no país”, avalia Magalhães. As oportunidades no setor envolvem licitações, alianças estratégicas e operações de M&A propriamente dito.

O cenário é bastante favorável, uma vez que tanto o governo federal quanto os estaduais e municipais já anunciaram a disponibilização de ativos no mercado para 2022. “Somente o governo federal tem a expectativa de atrair cerca de R$ 165 bilhões neste ano em concessões de rodovias, aeroportos e ferrovias neste ano, isso sem contar com os ativos de empresas privadas que estão abrindo o capital.”

Outro dado importante é que ainda segundo o relatório Infra-2038, para que o país possa chegar à 20ª posição no ranking mundial de competitividade, do Fórum Econômico Mundial, é preciso ampliar os investimentos em infraestrutura para R$ 339 bilhões por ano, até 2038. Para João Caetano, o amadurecimento das transações brasileiras e da consolidação dos modelos de concessão e de Parcerias Público-Privadas (PPPs), devem se refletir em novos investimentos. “O país está se preparando para isso, principalmente após os avanços na legislação que trazem segurança jurídica aos investidores, como por exemplo os marcos regulatórios aprovados nos últimos anos.”

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As transações como um todo cresceram 65% no ano passado em relação ao ano anterior e devem continuar em alta em 2022

Receita da Stihl Brasil apresenta alta de 24%

Companhia registrou vendas de R$ 2,9 bilhões em 2021

A produção também apresentou expressivo crescimento de 32%

A Stihl Brasil registrou R$ 2,9 bilhões de faturamento em 2021, o que representa 24% de crescimento em relação ao ano anterior, mesmo com desafios do mercado, tais como a falta de componentes e desabastecimento enfrentado por muitos setores, o que foi determinante para os resultados não terem sido ainda maiores. A exportação representa grande parte desse crescimento, reforçando a importância expressiva do comércio internacional com mais de 70 países nos negócios da companhia.

A produção da empresa aumentou, como um todo, em 32%. Atualmente, a empresa possui um quadro de 3,5 mil profissionais, número alcançado graças ao aumento de 22,5% nas contratações em 2021, em comparação a 2020. Neste ano, a previsão é de lançamento de mais 10 novos produtos ao mercado nacional, sendo quatro destes já no mês de fevereiro.

“Atingimos resultados de excelência em meio a um cenário complexo, com relevantes desafios para a cadeia produtiva. Em 2021, conseguimos bater a marca histórica de 1 milhão de máquinas e 10 milhões de cilindros produzidos em um ano na fábrica brasileira. Todos os números só tornaram-se realidade pela dedicação e capacitação dos nossos colaboradores e também pelo incessante investimento para modernização, ampliação e desenvolvimento da nossa estrutura”, relata Cláudio Guenther, presidente da Stihl.

Para este ano, a empresa seguirá com a aplicação de recursos com foco na otimização dos processos, gerando condições para atingir conquistas ainda mais positivas. Para isso, Guenther ressalta a confiança da matriz alemã na gestão realizada na unidade brasileira e destaca os principais movimentos previstos: “Iremos inaugurar o terceiro Centro de Distribuição (CD), localizado na cidade de Benevides (PA), em setembro, que irá atender estrategicamente as regiões Norte e Nordeste, com o objetivo de reduzir o tempo de entrega de produtos e superar desafios logísticos, consequentemente, aumentando a qualidade do atendimento aos nossos clientes”, projeta Guenther. “Ainda com foco na melhoria das operações logísticas, o primeiro CD da empresa, localizado dentro da fábrica de São Leopoldo (RS), também será ampliado. Além disso, também investiremos em tecnologia e novas máquinas para aumentarmos em cerca de 30% a capacidade produtiva da STIHL”, complementa.

Esses esforços visam minimizar também os impactos como eventuais novas paradas nas indústrias chinesas de componentes, o considerável aumento de preços nos fretes aéreos e até mesmo a falta de contêineres. A Stihl também irá finalizar no segundo trimestre de 2022, as obras dos novos prédios da ferramentaria e do vestiário.

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Companhia registrou vendas de R$ 2,9 bilhões em 2021

IHR firma parceria com Siemens para desenvolvimento de tecnologias

Instituto de ciência e tecnologia estabelece acordo de cooperação em prol da inovação

O instituto de ciência e tecnologia é um dos únicos ICT’s privados a fazer essa parceria com a empresa alemã

O Instituto Hercílio Randon (IHR) firmou um acordo de cooperação com a Siemens que prevê a utilização de softwares da empresa para pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias. O instituto de ciência e tecnologia é um dos únicos ICT’s privados a fazer essa parceria com a empresa alemã.

De acordo com o diretor técnico do IHR, Joel Boaretto, o portfólio da Siemens se conecta com os propósitos do instituto. “Toda a gama de soluções permitirá ampliar as análises e acelerar os desenvolvimentos conduzidos pelo instituto, possibilitando múltiplas experimentações em ambiente virtual, otimizando recursos”, afirma ele.

O contexto será de troca de experiências. Da mesma forma que os softwares serão utilizados para pesquisa, os pesquisadores do Instituto Hercílio Randon poderão colaborar com o time da Siemens para incremento, suporte ou melhoramento das plataformas. “Essa parceria demonstra a busca do IHR por conexões em prol da inovação. Estamos estendendo nossas fronteiras em busca de parceiros que nos ajudem a promover a celeridade dos nossos processos”, ressalta Fábio Makita, diretor administrativo do IHR.

O IHR é uma Instituição de ciência e tecnologia privada e sem fins lucrativos, que tem as Empresas Randon como apoiadoras. Desenvolve iniciativas focadas em materiais, eletrônica embarcada e mobilidade. O IHR conta com equipe própria de pesquisadores, engenheiros e técnicos, dedicados ao estudo de temas complexos e a execução dos projetos de pesquisa. A instituição também estabelece importantes alianças estratégicas com outros institutos, startups, universidades e grandes empresas do setor, no Brasil e no exterior.

Instituto de ciência e tecnologia estabelece acordo de cooperação em prol da inovação

Consulta Remédios compra startup Receita Digital

Startup passa a compor o grupo do maior marketplace de saúde e beleza do Brasil

“A digitalização do varejo farmacêutico passou por uma transformação cultural nos últimos dois anos, com o advento da pandemia”, afirma Paulo Vion, CEO da Consulta Remédios

A paranaense Consulta Remédios, primeiro e maior marketplace de saúde e cuidado pessoal do Brasil – e a plataforma mais utilizada por profissionais de saúde –, acaba de concluir a aquisição da Receita Digital, que é a terceira maior plataforma de prescrição digital de receitas do país. Com isso, o grupo da Consulta Remédios informa que avança no projeto de constituir um ecossistema de saúde, com o fim de oferecer uma experiência completa para pacientes, médicos e dentistas.

Com a regulamentação das prescrições médicas digitais pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 2020, o objetivo da plataforma para 2022 é dobrar o número de prescrições – que cresceu 870% em volume de emissões em 2021 – e aumentar a base de usuários, que hoje conta com aproximadamente 71 mil cadastros.

A Consulta Remédios é uma das principais health techs do Brasil, conectando drogarias e farmácias a usuários e possibilitando a busca por informações, comparação de preços e economia ao comprar produtos de saúde. Com a aquisição, o objetivo é que todos os clientes que receberem uma receita médica na Receita Digital tenham a possibilidade de economizar tempo e dinheiro. O paciente pode comprar medicamentos com a receita digital também em farmácias que não fazem parte do marketplace.

O paciente tem acesso a uma área que concentra todo seu histórico médico, com a centralização de suas prescrições de exames e medicamentos, além de atestados médicos. É um espaço com login e senha para que o usuário possa fazer a gestão dos seus documentos. Hoje a maior dificuldade de todos os pacientes é ter tudo consolidado em um só lugar.

“A digitalização do varejo farmacêutico passou por uma transformação cultural nos últimos dois anos, com o advento da pandemia. A aquisição da Receita Digital permite acelerar ainda mais a conexão entre médicos, pacientes e as farmácias, independentemente do canal de venda”, afirma Paulo Vion, CEO da Consulta Remédios.

A plataforma da Receita Digital foi desenvolvida para atender não apenas médicos, mas também dentistas e nutricionistas, por exemplo, que podem utilizar a Receita Digital para prescrever medicamentos, suplementos e itens de cuidado pessoal e saúde, além de outros documentos necessários ao atendimento, como pedidos de exames, atestados, laudos e recibos.

Sem papel e sem burocracia
“A integração das receitas digitais disponíveis na Receita Digital a Consulta Remédios, que conta com milhares de drogarias e farmácias, agilizará a experiência do paciente. Até pouco tempo atrás tudo dependia de papel, compreensão da caligrafia e idas às farmácias físicas. A partir de agora o paciente pode sair da consulta com o medicamento comprado e receber antes mesmo de chegar em casa, além de comparar o melhor valor daquele medicamento sem visitar várias farmácias. Os consumidores não querem apenas comprar o medicamento, mas esperam também uma ótima experiência”, diz Vion.

O marketplace, que desde o lançamento sempre teve como objetivo trazer informações a médicos e ajudar o paciente e farmácia com a descrição detalhada de bulas e conteúdos de saúde e bem-estar. A cada mês recebe o acesso de mais de 30 milhões de usuários únicos e pretende desburocratizar o processo de compra dos medicamentos, assim como o tratamento dos pacientes, além de incentivar o tratamento preventivo de saúde. A ideia é que fiquem no passado questões como deslocamentos para renovar receitas ou atualizar o tratamento, dificuldade em entender a grafia manuscrita, guardar um monte de papéis a cada ida ao consultório, à farmácia ou a médicos, em viagem.

Receitas, atestados e exames disponíveis no mesmo site
A Receita Digital nasceu, em 2017, das dificuldades reais vividas por uma das sócias, que fazia uso de medicamento contínuo e enfrentava a burocracia da gestão de tratamentos que podem levar anos. “Tive a ideia de criar a Receita Digital durante uma maratona de inovação chamada Startup Weekend. No evento me perguntei como seria se existisse uma plataforma única que integrasse as necessidades dos pacientes aos seus médicos com as farmácias. Foi aí que resolvi mergulhar de cabeça no mundo do empreendedorismo e inovação no segmento de saúde digital. Estudei o mercado, busquei conhecimento no Founder Institute e comecei a colocar o plano em ação”, conta a fundadora da Receita Digital, Ihvi Aidukaitis.

A plataforma foi planejada para permitir que os pacientes encontrem todos os documentos em um mesmo lugar. Por isso, além de ter um perfil de acesso pessoal, o paciente pode acessar de forma ilimitada todas as receitas cadastradas para seu CPF e dos seus dependentes.Outro ponto que torna a experiência do paciente mais ágil e completa é que profissionais de saúde podem prescrever e assinar receitas, atestados, pedidos de exames e outros tipos de documentos de saúde usando qualquer dispositivo, com a segurança das assinaturas eletrônicas via certificado digital ICP- Brasil.

Ecossistema de saúde
O CEO da Consulta Remédios diz que a expectativa é que a unidade de negócios cresça exponencialmente, formando um sistema integrado de saúde que ajude o paciente no tratamento preventivo de doenças, além de reunir todo seu histórico médico e odontológico num só lugar. Isso facilitará o atendimento médico e dentário, proporcionando uma ferramenta que ajuda a otimizar o tempo durante as consultas presenciais e teleconsultas. Ao mesmo tempo as farmácias passam a ter um sistema repositório e de retenção de receitas, melhorando sua gestão, hoje é uma das maiores dificuldades encontradas nestes locais.

“A aquisição de uma plataforma que acaba com a burocracia no tratamento dos pacientes – e reduz o tempo e o estresse na jornada desde a consulta até a saída da farmácia – era algo que já estava no radar da Consulta Remédios desde 2020. Foi quando tivemos os primeiros contatos com a Receita Digital”, conta Vion.

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Startup passa a compor o grupo do maior marketplace de saúde e beleza do Brasil

JBS projeta reduzir emissões de metano na cadeia bovina

O suplemento nutricional será fornecido para bovinos confinados

Entre as ações para atingir o Net Zero, a JBS está investindo US$ 1 bilhão até 2030 para descarbonizar todas as operações diretas e indiretas

A JBS, segunda maior companhia de alimentos do mundo, firmou parceria com a Royal DSM, para implementar um projeto com a meta de reduzir a emissão de metano entérico bovino em escala mundial. Para alcançar o objetivo, a JBS utilizará o Bovaer, suplemento nutricional desenvolvido pela DSM para melhorar consideravelmente a pegada de gases de efeito estufa na cadeia de valor da produção de carne bovina.

Segundo a DSM, o desenvolvimento do Bovaer transcorreu por mais de uma década, por meio de 45 testes de longa duração em fazendas, em 13 países espalhados por quatro continentes, o que resultou em mais de 48 estudos publicados em revistas científicas independentes. No início de setembro de 2021, o Brasil foi o primeiro mercado a conceder a aprovação regulatória total para o Bovaer.

O Bovaer é adicionado à alimentação dos animais, com potencial de reduzir em até 90% as emissões entéricas de metano, como comprovado recentemente em um estudo australiano de confinamento de carne bovina. Um quarto de colher de chá do aditivo ao dia, por animal, inibe a enzima que ativa a produção do gás metano no estômago do ruminante. Segundo a DSM, o efeito é imediato e, se o uso for interrompido, a emissão de gases é retomada integralmente. A DSM e a JBS vão desenvolver em conjunto o plano de implementação do Bovaer na cadeia produtiva. O objetivo é promover uma transição da indústria global de carne bovina, liderada pela JBS, para obter, via nutrição, um caminho seguro para reduzir as emissões de metano.

“A estratégia de negócios da JBS é a sustentabilidade. Estamos desenvolvendo um grande plano de ação para a redução de toda a pegada de carbono da companhia, e essa parceria com a DSM vai contribuir não só com nossos planos, mas com todo o setor nesta complexa questão das emissões de metano”, avalia Gilberto Tomazoni, CEO Global da JBS, em nota enviada ao Portal AMANHÃ.

Para alcançar essa meta em escala global, a JBS e a DSM definiram um cenário de ponta a ponta para desenvolver, construir e testar o suplemento nas operações da JBS. Inicialmente, o suplemento nutricional será fornecido para bovinos confinados. Após seis meses, os testes serão expandidos para um segundo mercado, que pode ser a Austrália ou os Estados Unidos, duas das maiores operações da JBS no mundo.

O plano contempla o desenvolvimento de metodologias para criar ferramentas de avaliação ao longo de todo o ciclo da cadeia da JBS, com a participação técnica de instituições acadêmicas e de pesquisa.

Compromisso Net Zero 2040
A parceria com a DSM para a redução do metano na cadeia de valor faz parte de um plano maior. Em março de 2021, a JBS assumiu o compromisso Net Zero 2040, ou seja, de zerar o balanço líquido de suas emissões de gases causadores de efeito estufa até 2040.

Entre as ações para atingir o Net Zero, a JBS está investindo US$ 1 bilhão até 2030 para descarbonizar todas as operações diretas e indiretas e mais US$ 100 milhões em pesquisa para desenvolver soluções que tornem a agropecuária cada vez mais sustentável. A companhia também atrelará o bônus dos executivos às metas climáticas.

Para a redução do metano na cadeia da pecuária, a JBS tem trabalhado também com outras soluções, como uma em parceria com o Instituto de Zootecnia da secretaria de agricultura e abastecimento de São Paulo.

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O suplemento nutricional será fornecido para bovinos confinados

Prédio giratório de Curitiba vai a leilão nesta sexta-feira

Última tentativa de venda foi feita em 2018 e apartamentos têm lance inicial de R$ 1,4 milhão

A história do prédio é bastante famosa na capital paranaense

Com lance inicial de R$ 1,4 milhão por unidade, os apartamentos do famoso edifício Suite Vollard, mais conhecido como o prédio giratório de Curitiba, serão leiloados nesta sexta-feira. Os 10 imóveis, que ficam no bairro Mossunguê, poderão ser habitados pela primeira vez desde sua inauguração, em 2004. O preço inicial é bem do que o valor original de venda, que era de R$ 2,3 milhões.

Caso não sejam vendidos, um novo leilão está marcado para o dia 24 de fevereiro, com lance inicial de R$ 849 mil, equivalente a 60% do valor avaliado, um desconto de 40%. De acordo com o leiloeiro público Helcio Kronberg, o juízo determinou a venda de vários apartamentos. Entretanto, caso o valor da execução seja atingido antes de todas as unidades serem leiloadas, o leilão poderá ser finalizado. Portanto, quem tiver interesse já deve registrar seus lances previamente. O leilão iniciará pelos apartamentos dos andares mais altos para os mais baixos.

O município de Curitiba, credor em mais de R$ 1 milhão de IPTU, e alguns outros credores dos proprietários, já estão requerendo ao juízo da 21ª Vara Cível de Curitiba a reserva de seus créditos, o que poderá favorecer a venda de mais unidades. Para participar, os interessados precisam fazer um cadastro prévio no site da Kronberg Leilões. Os lances podem ser feitos à vista ou parcelados, com entrada de 25% e o remanescente em até 30 parcelas. Essa é primeira vez que os imóveis serão vendidos após as diversas tentativas feitas em 2018, quando não houve comprador.

Como o prédio gira
A história do prédio é bastante famosa na capital paranaense. O projeto pioneiro, feito em 1997, saiu do papel em 2004 e atraiu olhares do mundo todo, com espaço até em uma matéria exclusiva do The New York Times e uma citação no The Economist. Na estrutura há um anel externo que gira impulsionado por um motor de 40 cavalos. Apesar do sucesso de mídia, os apartamentos nunca foram habitados. Na época, o motivo apontado foi o alto valor da venda para um empreendimento desse porte, além de problemas judiciais enfrentados pela extinta Construtora Moro, responsável pela obra.

Cada andar pode se mover de maneira independente nos sentidos horário ou anti-horário, de acordo com a preferência do morador, e há pouco atrito no movimento. Os únicos aposentos fixos são a cozinha e o banheiro, por causa do encanamento. O giro completo do Suíte Vollard é feito em uma hora e pode ser ativado por comandos de voz, ou por um painel eletrônico instalado na parede, que controla também luz, ar-condicionado e sistemas de segurança. Os apartamentos são cercados de janelas e oferecem vista 360° da cidade, além de receberem luz do sol a qualquer hora do dia. O prédio tem 11 unidades de 270 metros quadrados cada.

Última tentativa de venda foi feita em 2018 e apartamentos têm lance inicial de R$ 1,4 milhão

O Grande Assador busca o melhor churrasqueiro do país

Reality show produzido pela rede de steak houses Bull Prime estreia neste sábado na RICTV

Com estrelas como Wanderlei Silva, lenda viva do MMA mundial, o elenco de atletas, empresários, artistas e influenciadores terá que convencer os três jurados convidados, os chefs Ivo Lopes, Eva dos Santos e Lorena La Cava, nomes de prestígio nacional

Ferro, fogo e brasa vão desafiar 12 churrasqueiros amadores que estão em busca do título de maior assador de carne do Brasil. Produzido pela rede de steak houses Bull Prime e com co-realização do Grupo RIC, O Grande Assador estreia na temporada de realities shows gastronômicos como o primeiro da TV brasileira a reunir personagens sem experiência em churrasco. Eles estarão em busca do ponto perfeito durante três meses, a partir deste sábado, 19, na RICTV, para todo o Paraná, sempre às 13h de sábado. Com estrelas como Wanderlei Silva, lenda viva do MMA mundial, o elenco de atletas, empresários, artistas e influenciadores terá que convencer os três jurados convidados, os chefs Ivo Lopes, Eva dos Santos e Lorena La Cava, nomes de prestígio nacional.

Criado e apresentado pelo especialista em carnes nobres Marcos Canan, proprietário da Bull Prime, O Grande Assador é uma superprodução, toda gravada no Capivari Eco Resort, em Campina Grande do Sul, no Paraná. A Bull Prime tem 4 lojas em Curitiba (PR), 2 lojas em Joinville (SP) e inaugura em breve unidades em Balneário Camboriú (SC) e na capital paulista. O programa tem o patrocínio de grandes marcas, como Patagonia, Zaeli, Bizinelli, Sal Diana e Capivari Eco Resort, além do apoio de Bull Neck, Grill Stuff, Victorinox, Steppenwood e Euro Import Land Rover.

Os episódios possuem uma progressão de dificuldade, desde o preparo de um hambúrguer até como assar carnes nobres, e contam com a participação de Karol Meyer, Clemilda Thomé, Gabriel Casagrande, Renaldo, Diego Wantowsky, Pablo Vaz, Ale Mortier, Mariah Luz, Fabbi Cunha, Felipe Casas, Jr. Marcondes, além de Wanderlei Silva, lenda do MMA.

“O Grande Assador realiza um sonho meu de produzir conteúdo de altíssima qualidade sobre churrasco para que as pessoas se divirtam enquanto aprendem. O churrasco é uma arte de domínio público, mas sempre podemos melhorar a técnica”, diz Marcos Canan, ao contar que os próprios convidados superaram grandes desafios durante as provas. “A gravação dos episódios foi tão rica que no final éramos uma grande família em torno da parrilla”, recorda, certo de que o público vai curtir cada programa.

Os candidatos a melhor assador ou melhor assadora se enfrentam em vários tipos de dinâmicas, incluindo times contra times, desafios entre dois participantes e repescagem. A cada episódio, cresce o grau de dificuldade das provas. “Há provas difíceis até para profissionais, mas nossos assadores se superaram e o público vai aprender muito com eles. Certamente as pessoas vão para a churrasqueira de suas casas sabendo fazer coisas novas. Para todos nós é um aprendizado incrível”, comenta o estrelado chef Ivo Lopes, com passagem pelo Masterchef.

Entregas crossmídia
Além de levar o programa ao ar em suas quatro emissoras que cobrem todo o Paraná, o Grupo RIC vai divulgar conteúdo e oferecer entregas crossmídia sobre o reality nas quatro emissoras RICtv, no Portal RIC Mais e nas rádios Jovem Pan Curitiba, Ponta Grossa e Cascavel, RIC FM e Folha FM, de Londrina. O portal RIC Mais também terá uma editoria especial e as redes sociais vão trazer bastidores e destaques do programa, além de receitas e dicas. Para quem é de fora do estado do Paraná, a Bull Prime TV no YouTube disponibilizará os episódios logo após a exibição na RICtv, em uma versão sem breaks e com conteúdo inédito.

“Nossa entrega omnichannel compreende 20 formatos de mídia, que serão veiculados mais de 1800 vezes, atingindo assim mais de 3,3 milhões de paranaense com 70 milhões de impactos, em 3 meses. Para os patrocinadores, essa estratégia garante alto engajamento do público pois estaremos presentes em toda a jornada de consumo do conteúdo. Além da TV, estaremos no rádio, na cobertura de bastidores e dicas em redes sociais, e na cobertura completa do portal e da nossa revista”, explica Marcelo Requena, diretor corporativo de mercado e soluções integradas do Grupo RIC.

Os jurados
Lorena la Cava é gaúcha, filha de pai brasileiro e mãe uruguaia, mestre em medicina veterinária, atua como consultora em confinamentos bovinos em Guarapuava-PR. Criadora do Churras das Gurias, atua também com o desenvolvimento de cardápios, cursos e treinamentos com foco em carne, e é a representante feminina da Associação Uruguaia de assadores em eventos nacionais e internacionais.

Eva dos Santos, chef responsável durante 20 anos pelo menu do Grupo Victor, uma das principais referências gastronômicas de Curitiba em frutos do mar. Foi jurada do reality “A grande batalha de receitas” da RIC TV Record e atualmente é a chef do Porco Prime, restaurante especializado em porco que será inaugurado em breve. Ivo Lopes consolidou sua reputação em São Paulo e Curitiba como chef do Terra Madre, La Varenne e Alessandro & Frederico. Foi eleito em 2014 e 2015 o Chef 5 Estrelas do Prêmio Bom Gourmet e o melhor chef pela Veja Comer & Beber Curitiba. É considerado um dos maiores chefs do país, tendo participado de uma das edições do Masterchef.

Os participantes
Karol Meyer foi criada em Florianópolis, onde vive até hoje atuando como instrutora de mergulho. É mergulhadora e recordista mundial de apneia. Wanderlei Silva foi eleito o lutador mais perigoso da história do MMA mundial, sendo uma referência no esporte. Atualmente reside em Balneário Camboriú e representa marcas nacionais como Sporting Bet. Clemilda Thomé é uma das mulheres de negócios mais influentes do país por meio de suas empresas na DSS Holding. Atualmente reside em Balneário Camboriú, onde também integra o Instituto Sou 1 Campeão.

Gabriel Casagrande é um dos jovens talentos do automobilismo brasileiro e protagonista da Stock Car Pro Series, uma das categorias de maior relevância e competitividade do país, estando próximo de bater 150 corridas. Renaldo, ex-jogador de futebol, despontou no Athletico Paranaense, mas ganhou destaque nacional no Atlético Mineiro. Com passagens pelo futebol europeu e Seleção Brasileira, hoje é uma figura pública ativa em eventos e programas esportivos por todo país. Diego Wantowsky é empresário e figura conhecida no ramo agropecuário com a criação de gado de corte e cavalos crioulo. Esteve no Big Brother Brasil 2019, ganhando projeção nacional com seu jeito franco e comunicativo.

Pablo Vaz é jornalista, skatista, fotógrafo reconhecido nacionalmente, é especialista em clicar os mais diversos esportes e aventuras para grandes companhias multinacionais como Red Bull, Mitsubishi e BMW Motorrad. Ale Mortier é empresário da noite, sócio proprietário da aclamada Shed (Curitiba e BC), Pandoo Club (Curitiba e São Paulo), entre outras. Atua como investidor de criptomoedas e é um amante do universo de investimentos. Mariah Luz é empreendedora, criadora de conteúdo e fundadora do perfil @oquefazercuritiba, com mais de 300 mil seguidores, sendo uma referência nacional em dicas para curitibanos e turistas vindos de todas as partes do Brasil.

Fabbi Cunha trabalha com comunicação há mais de 20 anos e participa como coolhunting nas maiores feiras de moda do mundo. Nas suas redes sociais possui mais de 200k de seguidores. Felipe Casas é advogado e RP de referência no Sul, sempre conectando marcas com influenciadores e presença vip nos mais badalados eventos e festas em todo país. Jr. Marcondes é empresário da indústria química, renomado nacionalmente, vive rompendo barreiras e quebrando paradigmas no mundo corporativo com seu estilo único e gosto peculiar por alta gastronomia e bons vinhos.

Reality show produzido pela rede de steak houses Bull Prime estreia neste sábado na RICTV

Banrisul prevê expansão da carteira de crédito no ano

Índice seria até 29% maior, ajudado pelo agronegócio

Banco gaúcho planeja projeto-piloto da Vero em Santa Catarina

O Banrisul viveu praticamente dois anos em um em 2021. No primeiro semestre o banco foi muito impactado pelas restrições impostas pelo governo gaúcho em razão da pandemia da Covid-19. O banco estatal chegou a ter 55 agências fechadas ao mesmo tempo, sem contar a redução do número de funcionários e de público naquelas que puderam seguir abertas. Por causa disso, o volume de crédito caiu 5% entre janeiro e junho. Porém, o segundo semestre apresentou um cenário muito diferente. Graças ao avanço da vacinação e a uma agressiva estratégia de concessão de crédito, o Banrisul colheu bons frutos. “Crescemos 40% entre julho e dezembro e a taxa anualizada de concessão de crédito alcançou 25%”, revelou Claudio Coutinho, presidente do Banrisul, em coletiva de imprensa na manhã desta quarta-feira (16). A carteira de crédito alcançou R$ 41 bilhões em dezembro, com crescimento de ,1% nos 12 meses.

O Banrisul projeta crescimento da carteira de crédito, alinhado com o ritmo apresentado durante o segundo semestre do ano. Para 2022, prevê que a carteira de crédito total terá expansão entre 24% e 29%, onde o crédito rural apresentaria elevação entre 35% e 40% no Banrisul. Para Coutinho, o cenário econômico será desafiador em 2022, tendo em vista a elevação da taxa de juros. No entanto, o banco seguirá mirando na expansão do crédito em áreas onde já atua, como agronegócio, por exemplo.

Ao ser perguntado sobre a busca de investidores para a expansão da Vero, a subsidiária de cartões, Coutinho afirmou não ter nenhuma informação além daquela já anunciada ao mercado [a abertura de capital foi suspensa em razão do quadro econômico atual]. Porém, ele afirmou que, com ou sem parcerias, o banco focará na expansão geográfica da Vero. “Estamos planejando fazer um projeto-piloto em Santa Catarina”, anunciou.

Principais números
O Banrisul alcançou, em 2021, lucro líquido de R$ 948,5 milhões, o que representa aumento de 30,4% em relação ao resultado de 2020. O crescimento do período reflete, especialmente, a expansão da carteira de crédito, o menor fluxo de despesa de provisão para perdas de crédito e o resultado da participação em empresas controladas e coligadas.

O saldo da carteira de crédito rural, em dezembro de 2021, alcançou R$ 4,8 bilhões, aumento de 42,6% em relação a dezembro de 2020. Como forma de fortalecer a capilaridade em diversas regiões, a instituição iniciou a abertura de Espaços Agro Banrisul, especializados no setor, em agências localizadas em municípios estratégicos do Rio Grande do Sul. Inicialmente, foram três ambientes direcionados ao público agro: em agências nos municípios de Cruz Alta, Passo Fundo e Santo Ângelo. Nesses pontos, o produtor encontra não somente espaço físico customizado, mas principalmente atendimento personalizado, apoio técnico e orientação financeira para sua atividade produtiva, oferecidos por profissionais especialistas no setor. Durante o ano de 2022, o banco deverá expandir para, pelo menos, 10 pontos de atendimento exclusivo ao agronegócio.

No ano de 2021, foram investidos R$ 292,9 milhões em transformação digital, ampliação da infraestrutura de TI e segurança da informação. Ainda em 2021, o Banrisul aderiu ao Programa Brasileiro GHG Protocol, elaborando o primeiro inventário de gases de efeito estufa, conquistando o selo Prata. Também passou a informar o impacto de suas atividades e operações ao Carbon Disclosure Project (CDP), iniciativa de reporte internacional sobre mudanças climáticas.

O banco apoiou as linhas de financiamento de energia renovável, vitais para o País avançar na diversificação da matriz energética. Nesse sentido, a instituição trabalhou com duas linhas específicas para atender a demanda por soluções de energias renováveis: a linha de recursos próprios CDC Sustentabilidade e a linha de repasse BNDES FINAME Baixo Carbono. No CDC Sustentabilidade, em 2021, foram realizadas mais de 7 mil operações, chegando a R$ 278,8 milhões em crédito.

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Índice seria até 29% maior, ajudado pelo agronegócio