Banrisul desiste de encontrar parceiro para Vero

Banco declarou que propostas recebidas não atenderam objetivos

Banco gaúcho planeja projeto-piloto da Vero em Santa Catarina

O Banrisul informou, por meio de fato relevante, que a diretoria decidiu encerrar o processo de implantação de operação estratégica na controlada Banrisul Cartões, tendo em vista que os termos e condições das propostas de aquisição recebidas pela companhia, por intermédio do assessor financeiro JP Morgan, não atendem aos seus objetivos e não são adequados e satisfatórios ao seu melhor interesse, bem como em razão das atuais condições de mercado.

O banco havia anunciado em julho do ano passado que tentaria a operação para fortalecer a área. O negócio poderia ser realizado por meio de aumento de capital, fusão, incorporação, incorporação de ações, combinação de negócios, joint ventures, alienação de ativos e acordos comerciais.

Ao ser perguntado na última Call sobre o resultado anual do banco sobre a busca de investidores para a expansão da Vero, Claudio Coutinho, presidente da instituição, afirmou que, com ou sem parcerias, o banco focará na expansão geográfica da Vero. “Estamos planejando fazer um projeto-piloto em Santa Catarina”, anunciou na ocasião.

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Banco declarou que propostas recebidas não atenderam objetivos

Pedro Fagherazzi toma posse como presidente da ABRH-RS

A vice-presidência da gestão 2022/2024 será composta por Isabel Degrazia

Isabel Degrazia e Pedro Fagherazzi assumem ABRH-RS nesta quinta

A Associação Brasileira de Recursos Humanos Seccional do Rio Grande do Sul (ABRH-RS) promoverá, nesta quinta-feira (10), a cerimônia de posse da diretoria executiva e conselhos deliberativo e fiscal para o triênio 2022/2024. O novo presidente da entidade é o sócio-diretor da Fagherazzi Consultores Associados, Pedro Fagherazzi. A gerente de gestão de pessoas da PUCRS, Isabel Degrazia, será a vice-presidente da ABRH-RS.

Executivo de Recursos Humanos, com 40 anos de experiência na área, sendo 15 anos em posição de diretoria de grandes empresas, Pedro Fagherazzi atua há sete anos como consultor de empresas em gestão de pessoas. “Nossa gestão está sustentada em três pilares: a geração de conhecimento e experiências; o desenvolvimento das pessoas, organizações e sociedade; e na sustentabilidade da entidade. A volta dos eventos presenciais será também a prioridade neste primeiro ano”, afirma Fagherazzi.

Além de uma vasta vivência na área, Pedro Fagherazzi também detém um amplo conhecimento sobre a entidade, pois foi presidente da ABRH-RS, de 2007 a 2012, e presidente do conselho deliberativo da ABRH Brasil, de 2013 a 2015. É também professor de graduação e MBA da disciplina de gestão de pessoas, coach executivo e mentor em gestão de pessoas.

Administrador de empresas, pós-graduado em gestão de recursos humanos pela PUCRS, com diversos cursos relacionados com gestão empresarial, gestão de empresas familiares e técnicos para a área recursos humanos, no Brasil e no exterior, como por exemplo, Harvard e Insead, além da formação em coaching pela Sociedade Brasileira de Coaching.

A vice-presidência da gestão 2022/2024 será composta por Isabel Degrazia

Sul abre 2022 com saldo de quase 59 mil postos de trabalho

O Brasil registrou mais de 155 mil novas vagas em janeiro

Santa Catarina obteve o melhor saldo em janeiro

O Sul obteve um saldo de 58.773 postos de trabalho em janeiro, de acordo com os dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgados nesta quinta-feira (10). Santa Catarina obteve o melhor saldo no período (veja a tabela ao final desta reportagem).

O emprego celetista no Brasil apresentou crescimento em janeiro, registrando saldo de 155.178 postos de trabalho. Esse resultado decorreu de 1.777.646 admissões e de 1.622.468 desligamentos. Os dados registraram saldo positivo no nível de emprego em serviços (+102.026 postos), distribuído principalmente nas atividades de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (+58.773 postos); indústria geral (+51.419 postos) e construção (+36.809 postos).

Os dados do Caged vêm de onde?
O Caged deve ser preenchido por empregadores com informações sobre admissões e desligamentos de funcionários da empresa. O formulário deve ser enviado por meio de um sistema próprio na internet. Há penalização para as empresas que dispensarem ou contratarem empregados e não derem essa informação ao Ministério do Trabalho.

Com base nos cadastros, é possível saber quantas vagas foram abertas e fechadas no país durante um mês e calcular o número de aberturas de vagas líquido (contratações menos desligamentos). É possível saber a abertura e fechamento de vagas por região e setor.

Os dados só abrangem os contratos regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), diferentemente da Pnad, que abarca também o setor informal e autônomos. Sua série histórica começa em 1992, embora tenha sofrido mudanças metodológicas que impossibilitam a comparação com números anteriores ao ano de 2020.

Uma portaria de outubro de 2019, por exemplo, mudou o sistema de preenchimento de dados, que é feito hoje pelo pelo eSocial, e passou a reunir mais informações na mesma base de dados. O novo Caged tornou obrigatório informar a admissão e demissão de empregados temporários. Antes, essa comunicação era facultativa.

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O Brasil registrou mais de 155 mil novas vagas em janeiro

Varejo volta a crescer com avanço de 0,8% nas vendas em janeiro

O setor encontra-se 0,8% abaixo do patamar pré-pandemia

Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria contribuíram para o crescimento das vendas no varejo

O volume de vendas do comércio varejista no país cresceu 0,8% em janeiro, na comparação com o mês anterior. Mesmo com o avanço, cinco das oito atividades tiveram resultado negativo no período. Nos últimos doze meses, o varejo acumula alta de 1,3%. O setor encontra-se 0,8% abaixo do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020), e 6,5% abaixo do pico da série (outubro de 2020). Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada pelo IBGE.

“Desde julho de 2021 (3,6%) o varejo não tem crescimento, pois a taxa de 0,4% de novembro de 2021 está no campo da estabilidade. Já para os meses de janeiro, é o maior desde 2019, quando foi de 1,6%”, comenta o gerente da pesquisa, Cristiano Santos.

Cinco das oito atividades pesquisadas tiveram taxas negativas em janeiro. Mesmo assim o varejo avançou, puxado pelas atividades de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (3,8%) . “A atividade de hiper e supermercados, que tem um peso muito grande, ficou no campo da estabilidade (-0.1%), o que fez com que outras atividades tivessem mais influência no índice”, explicou Santos. No caso do varejo ampliado, a queda de 0,3% é explicada, principalmente, pela atividade de veículos e motos, partes e peças, que caiu 1,9%.

Varejo cai 1,9% em relação a janeiro de 2021
Na comparação interanual, o varejo caiu 1,9%, com resultados negativos em cinco das oito atividades pesquisadas. “No campo negativo, as principais contribuições para o resultado de janeiro de 2022 vieram de móveis e eletrodomésticos Já no campo positivo, destaca-se a contribuição de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria”, explica Santos.

Móveis e eletrodomésticos, que caiu 11,4% frente a janeiro de 2021, teve oitava queda consecutiva nesta comparação. Já os outros artigos de uso pessoal e doméstico, setor que engloba lojas de departamentos, óticas, joalherias, artigos esportivos e brinquedos contabilizaram queda de 6% frente a janeiro de 2021, maior retração desde outubro de 2021 (-7,2%) e sexta consecutiva.

O setor de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria apresentou aumento de 10,1%, na comparação do mês contra mesmo mês do ano anterior, terceiro consecutivo e o maior dos últimos três meses (em novembro havia sido 2,5% e em dezembro registrou 7,7%). No varejo ampliado, a queda de 1,5% foi puxada pela atividade de material de construção, que registrou retração de 7,8%, sétima queda consecutiva. “Isso se deve a uma elevada base de comparação. O setor cresceu muito no início da pandemia, com resultados positivos de junho de 2020 (22,6%) até junho de 2021 (5,4%), iniciando trajetória de queda desde então”, contextualiza Santos.

Mais sobre a pesquisa
A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do comércio varejista no país, investigando a receita bruta de revenda nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, e cuja atividade principal é o comércio varejista. Iniciada em 1995, a PMC traz resultados mensais da variação do volume e receita nominal de vendas para o comércio varejista e comércio varejista ampliado (automóveis e materiais de construção) para o Brasil e Unidades da Federação.

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O setor encontra-se 0,8% abaixo do patamar pré-pandemia

Biden determina estudo sobre criação de dólar digital

Instituições financeiras avaliam viabilidade de moeda digital oficial

Norte-americanos temem que o dólar possa perder parte de seu domínio para a China

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, assinou uma ordem executiva nesta quarta-feira (9) para que o governo norte-americano avalie os riscos e benefícios da criação de um dólar digital pelo Banco Central, bem como outras questões envolvendo criptomoedas, anunciou a Casa Branca. O anúncio causou um movimento de valorização do bitcoin e de uma série de outros ativos digitais. Às 14h45 (horário de Brasília), o bitcoin disparava 9,1%, para US$ 42.289, a caminho do maior ganho desde 28 de fevereiro. O Ethereum teve alta de 6,45%, a US$ 2.744.

O pedido de Biden exigirá que o Departamento do Tesouro, o Departamento de Comércio e outras agências norte-americanas preparem relatórios sobre o futuro do dinheiro e o papel que as criptomoedas desempenharão. “O mercado foi claramente animado com as conversas sobre apoiar a inovação responsável e uma abordagem construtiva para regular a economia de tokens digitais em evolução”, disse a equipe da Bitfinex Trading, em nota. A ampla supervisão do mercado de criptomoedas, que ultrapassou 3 trilhões de dólares em novembro, é essencial para garantir a segurança nacional dos EUA, a estabilidade financeira e a competitividade do país, além de evitar a crescente ameaça de crimes digitais, disseram autoridades do governo norte-americano.

Uma das principais medidas da ordem de Biden orienta o governo a avaliar a infraestrutura tecnológica necessária para uma possível emissão de moeda digital pelo Banco Central dos Estados Unidos (CBDC), que seria uma versão eletrônica das notas de dólar. A ordem também incentiva o Federal Reserve a continuar os esforços de pesquisa e desenvolvimento. Os fundos negociados em bolsa (ETFs) que rastreiam futuros de bitcoin e que ganharam aprovação regulatória no final do ano passado também saltaram. ProShares Bitcoin Strategy ETF e Valkyrie Bitcoin Strategy ETF subiam 10,1% e 10,2%, respectivamente.

Nove países lançaram moedas digitais de bancos centrais e 16 outros – incluindo China e Brasil – começaram o desenvolvimento de ativos digitais, de acordo com o Atlantic Council, levando alguns em Washington a temer que o dólar possa perder parte de seu domínio para a China. A ordem de Biden determina que as agências norte-americanas, incluindo a SEC e o Consumer Financial Protection Bureau, devem analisar outras questões levantadas pelas criptomoedas, incluindo risco sistêmico e proteção ao consumidor.

Um dos principais objetivos é corrigir as ineficiências no atual sistema de pagamentos dos EUA e aumentar a inclusão financeira, especialmente dos norte-americanos pobres, cerca de 5% dos quais atualmente não têm contas bancárias devido às altas tarifas, segundo o governo.

Com Agências Brasil e Reuters

Instituições financeiras avaliam viabilidade de moeda digital oficial

Bhio Supply inaugura unidade industrial no Feevale Techpark

Construção contou com apoio do BRDE e do BNDES

No empreendimento, está instalado o novo Laboratório de Implantáveis – dispositivos médicos que são inseridos no corpo ou sob a pele

Fortalecendo ainda mais seu cluster de empresas, o Feevale Techpark conta com mais um importante empreendimento. A Bhio Supply Indústria e Comércio de Equipamentos Médicos inaugurou, nesta quarta-feira (9) sua nova unidade industrial na unidade de Campo Bom do parque tecnológico da Universidade Feevale. Localizada no lote 8 do Feevale Techpark, a obra contou com investimentos de cerca de R$ 3 milhões. No empreendimento, está instalado o novo Laboratório de Implantáveis – dispositivos médicos que são inseridos no corpo ou sob a pele.

O prédio, de dois andares, abriga uma sala limpa com ISO Classe 7 – classificação para ambientes com diferentes graus de assepsia, necessária para indústrias dos ramos farmacêutico, veterinário, microeletrônico, entre outras – para a produção de clips hemostáticos e de stents de vias aéreas e outros produtos que necessitam desse ambiente limpo para sua manufatura. No local, também funcionará uma unidade de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (Bhio PDI). De acordo com o diretor geral da Bhio Supply, Marcelo Saraiva, a Bhio Supply tem, hoje, a maior participação no mercado brasileiro de materiais para laparoscopia, alcançando 30%, e é a maior empresa em materiais cirúrgicos da América Latina.

“Nesta unidade, passará a operar, por exemplo, o Roboclip, tecnologia desenvolvida pela Bhio Supply que tem capacidade de produzir com oito vezes mais rapidez que as grandes indústrias do ramo (o equipamento pode produzir, em cinco dias, o que máquinas convencionais fabricam em um mês). Temos o objetivo de desenvolver tecnologias nacionais para que o país tenha seus próprios fornecedores. Não posso deixar de agradecer a todos os sócios, funcionários, parceiros, prefeitura de Campo Bom e à Universidade Feevale. O dia de hoje, para nós, é um grande passo”, afirmou.

Conforme o reitor da Feevale, Cleber Prodanov, a instalação da Bhio Supply inspira a universidade a alavancar, ainda mais, o projeto de um grande cluster de saúde no Feevale Techpark. “Não é à toa que temos, aqui, um dos maiores hospitais veterinários do Brasil. Essa região vai se transformar em um grande hub de pesquisa e desenvolvimento na área da saúde humana e animal e, hoje, toda a Bhio Supply está de parabéns”, declarou.

A construção da nova unidade produtiva da empresa contou com apoio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), e é a parte inicial do Projeto Bhio2, que em médio prazo abrigará uma grande área de produção de equipamentos médico-hospitalares.

Construção contou com apoio do BRDE e do BNDES

Pesquisa revela que 91% dos consumidores já tiveram crédito negado

Não comprovar renda é a maior causa da recusa

Empresas levam em conta informações sobre comportamento de pagamentos dos clientes

Pesquisa realizada pela Boa Vista mostra que 91% dos consumidores brasileiros já tiveram crédito negado ao menos uma vez na vida. Segundo o levantamento, feito com cerca de 3 mil entrevistados, a principal causa apontada pelos consumidores para a negativa foi o score de crédito baixo, citado por 43% dos respondentes.

Ter restrições no nome foi mencionada por 42%, seguido de não ter como comprovar renda (11%), não ter carteira assinada (4%) e não ter conta em banco (1%). “Todas essas causas, de fato, podem dificultar a tomada de crédito por parte do consumidor, já que as empresas levam em conta informações sobre comportamento de pagamentos dos clientes, sejam pessoas físicas, sejam pessoas jurídicas”, disse o economista da Boa Vista Flávio Calife.

A pesquisa também verificou a compreensão sobre o Cadastro Positivo pelos consumidores, e 94% afirmaram ter ciência, frente a 78% registrados em 2021. O Cadastro Positivo é um banco de informações com registro do histórico de pagamentos em dia dos consumidores.

“Uma diminuição da taxa de juros médio e a inclusão de consumidores no mercado de crédito são impactos positivos para a economia do país, e só podem ser alcançados por meio da disponibilização de informações cada vez mais precisas para a concessão de crédito”, ressaltou Calife.

Com Agência Brasil

Não comprovar renda é a maior causa da recusa

Arrecadação de impostos permite redução de 50% no IPI

Para Fiergs, decisão econômica tem impacto direto na inflação

A indústria suporta a maior carga tributária dentre todos os setores, cujos impostos pagos pelo segmento de transformação representam 47,3% do seu PIB

A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) relatou, por meio de nota, que enviou cumprimentos ao ministro da Economia, Paulo Guedes, pela decisão de reduzir o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), com repercussão positiva, incluindo as receitas estaduais e municipais que serão compensadas por uma maior dinâmica das economias locais.

Na mesma correspondência, o presidente da entidade, Gilberto Petry, ponderou que no contexto tributário, ainda há margem para uma maior redução do IPI além dos atuais 25%, especialmente em função do volume histórico de arrecadação de impostos da União verificado em 2021 sobre o ano anterior. Nesse comparativo, o imposto que onera exclusivamente o setor industrial no Brasil propiciou uma receita 18,9% acima da inflação do período. “Existe espaço para um corte de 50% no IPI, elevando os efeitos altamente positivos que essa primeira redução propicia, com impacto importante na diminuição da inflação”, enfatizou Petry.

Entre os argumentos apresentados para essa redução do IPI em 50% se insere a conjuntura internacional, que apresenta escalada geral dos preços dos insumos, acarretando um drástico aumento dos custos industriais que repercutem no consumidor nacional. Outro fator a destacar é o de que indústria suporta a maior carga tributária dentre todos os setores, cujos impostos pagos pelo segmento de transformação representam 47,3% do seu PIB, destacou o documento.

Para Petry, o conjunto dessas razões justifica a possível e benéfica redução pela metade das alíquotas do IPI, e por suas características e influência na estrutura de custos de um setor específico (pois não existe tributo exclusivo como esse sobre nenhum outro setor da economia), seja extinto na almejada reforma tributária que o governo federal tem trabalhado para concretizar.

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Para Fiergs, decisão econômica tem impacto direto na inflação

CCR Aeroportos assume a operação de aeroportos no Sul

Companhia consolida atuação como maior operadora do país

Aeroporto Internacional de Curitiba passará para a companhia no final deste mês

A CCR Aeroportos assume nesta quarta-feira (9) simultaneamente a operação de nove aeroportos brasileiros, concedidos no ano passado pelo governo federal nos dias 24 e 31 de março, a empresa finaliza a transição operacional de outros ativos conquistados no mesmo leilão, somando 15 novos aeroportos, em oito estados das regiões Sul, Centro-Oeste, Norte e Nordeste do Brasil. Esta é a primeira vez no mundo que tantas operações aeroportuárias são iniciadas simultaneamente, um marco na história do setor. O investimento previsto nestes aeroportos é de R$ 4,8 bilhões ao longo dos 30 anos de concessão.

Na primeira virada operacional, a companhia passa a ser responsável pelos aeroportos de Londrina e Bacacheri, no Paraná; Bagé, Pelotas e Uruguaiana, no Rio Grande do Sul; Joinville, em Santa Catarina; Imperatriz, no Maranhão; Petrolina, em Pernambuco; e Palmas, no Tocantins. No dia 24, passa a operar os aeroportos de Goiânia, na capital de Goiás; de São Luís, capital do Maranhão, e de Teresina, na capital do Piauí. E, finalmente, em 31 de março, a CCR Aeroportos assume mais três: os de Curitiba e Foz do Iguaçu, no Paraná, e o de Navegantes, em Santa Catarina. Até o fim do primeiro semestre, a empresa assume o Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, concedido pelo governo mineiro.

Com a expansão, a CCR Aeroportos consolida sua atuação como a maior operadora em número de aeroportos no Brasil. São 20 aeroportos em quatro países, nove estados brasileiros, e passa a movimentar mais de 40 milhões de passageiros por ano. A empresa já atua na BH Airport, concessionária do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, além de operar internacionalmente os aeroportos Juan Santamaria, na Costa Rica; Quito, no Equador; e de Curaçao, nas Antilhas Holandesas, além de prestar serviços aeroportuários nos Estados Unidos.

As primeiras mudanças que a CCR Aeroportos realizará estarão diretamente relacionadas à segurança, ao conforto e à experiência dos passageiros nos aeroportos. A companhia atuará na requalificação da infraestrutura, na sinalização, pintura, aplicação de nova identidade visual, higiene e limpeza, entre outros. Além disso, estas primeiras intervenções estão relacionadas às obrigações previstas no contrato de concessão. Conforme previsto em contrato, a empresa começa agora, simultaneamente à operação e às primeiras intervenções, a refinar os cronogramas e projetos dos investimentos, incluindo a implantação de obras e novos equipamentos, em cada um destes 15 aeroportos.

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Companhia consolida atuação como maior operadora do país

Receita zera PIS/Pasep e Cofins incidentes sobre importações de GLP

Medida é adotada em meio à disparada no preço do petróleo

O gás de cozinha ultrapassou os R$ 100 em todas as regiões do país, variando de R$ 109,40 a R$ 140

A Receita Federal publicou instrução normativa zerando alíquotas do PIS/Pasep e da Cofins sobre o botijão de gás de cozinha de 13 quilos de uso doméstico. A medida incide sobre a importação e a receita de comercialização do produto. Ficam reduzidas a zero as alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep-Importação e da Cofins-Importação incidentes sobre o gás liquefeito de petróleo (GLP) que será, posteriormente à operação, envasado em recipientes de até 13 quilos e destinado ao uso doméstico, diz a norma.

A medida é adotada em meio à disparada no preço do petróleo em razão do conflito envolvendo Rússia e Ucrânia. A Rússia é o maior exportador mundial de petróleo e derivados combinados, com exportações de cerca de 7 milhões de barris por dia, ou 7% da oferta global.

Na segunda-feira (7), os preços atingiram os níveis mais altos desde 2008. O petróleo Brent subiu US$ 5,1, ou 4,3%, para fechar em US$ 123,21 o barril, e o dos EUA (WTI) avançou US$ 3,72, ou 3,2%, encerrando o dia em US$ 119,40 o barril. Durante a sessão, os benchmarks (marcas de referência) atingiram o nível mais alto desde julho de 2008, com o Brent chegando a US$ 139,13 por barril e o WTI, a US$ 130,5.

Levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostra que o gás de cozinha ultrapassou os R$ 100 em todas as regiões do país, variando de R$ 109,40 a R$ 140.

Com Agência Brasil

Medida é adotada em meio à disparada no preço do petróleo

Só 10% das empresas usam financiamento público para pesquisa

Pouco mais da metade das companhias praticam inovação aberta

Investimento em pesquisa e desenvolvimento ocorreu principalmente em pessoal

Levantamento feito pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) com 196 empresas com mais de 50 funcionários mostra que apenas 10% delas utilizaram linhas de financiamento de instituições financeiras ou organismos públicos para obter recursos destinados à área de pesquisa e desenvolvimento (P&D) em 2020. De acordo com a pesquisa, 89% das empresas ouvidas usaram recursos próprios para o setor; 3% disseram que obtiveram financiamento de instituições financeiras privadas. O levantamento tem margem de erro de 5,9% a 7,9% e foi feito no período de 4 de outubro de 2021 a 4 de fevereiro de 2022.

O principal programa público de apoio à área de P&D utilizado pelas empresas foi a Lei do Bem, citada por 41% das beneficiadas com financiamento público. Segundo o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, os resultados referentes às fontes de financiamento confirmam realidade já observada há anos no Brasil: o país não prioriza a área de ciência, tecnologia e inovação (CT&I) e a inovação empresarial é feita com baixo apoio público.

“Estamos na contramão de países desenvolvidos, que reconhecem o papel do Estado no fomento à inovação, ciência e tecnologia. Os frutos de um ambiente nacional mais aberto para a inovação são colhidos pela própria sociedade, com aumento da qualidade de vida das pessoas, redução do custo da tecnologia, criação de empregos melhores. Por isso, o Brasil precisa, urgentemente, de uma estratégia de inovação de longo prazo”, destacou Andrade.

De acordo com a CNI, no levantamento nacional mais atual, o Brasil investiu 1,2% do PIB em P&D em 2019, incluindo recursos públicos e privados, contra 1,17% do ano anterior. A título de comparação, o investimento chinês em P&D, em relação ao PIB, foi de 2,2% em 2019. O levantamento revela que a maior parte das empresas consultadas vê a importância de investir em P&D e destina recursos para produtos e processos inovadores: 65% delas investiu na área em 2020. Em média, o dispêndio foi de 2% da receita líquida de vendas, e o investimento em P&D ocorreu principalmente em pessoal (56,9%).

A sondagem da CNI mostra ainda que pouco mais da metade das empresas (51,1%) praticam inovação aberta, ou seja, fazem parcerias com outras empresas, instituições, universidades ou startups para desenvolver processos de pesquisa e desenvolvimento. Questionadas sobre as principais razões para não investir em P&D, as entrevistadas que não realizaram atividade na área citaram custos de implementação muito elevados (22%) e a existência de outras estratégias relevantes para a competitividade (22%), seguidos por falta de pessoal qualificado na empresa (20%), falta de linhas de financiamento adequadas (20%) e falta de conhecimento sobre parceiros para projetos (19%).

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Pouco mais da metade das companhias praticam inovação aberta

Produção industrial cai 2,4% em janeiro

Índice fica abaixo do patamar pré-pandemia

Apesar da retração em janeiro, em 12 meses a indústria acumula crescimento de 3,1%

A produção industrial registrou redução de 2,4% em janeiro de 2022 frente ao mês anterior, eliminando assim grande parte do avanço de 2,9% registrado em dezembro de 2021. Com isso, a indústria se encontra 3,5% abaixo do patamar de antes do início da pandemia, em fevereiro de 2020, e 19,8% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011. No confronto com o mesmo mês do ano anterior, a queda foi de 7,2%. É o que aponta a Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada pelo IBGE.

“Verificamos que o mês de janeiro está bem caracterizado pela perda de dinamismo e de perfil disseminado de queda, uma vez que todas as grandes categorias econômicas mostram recuo na produção, tanto na comparação com o mês anterior quanto na comparação com janeiro de 2021”, destaca André Macedo, gerente da pesquisa.

O pesquisador ressalta que a expansão verificada em dezembro de 2021, pode estar relacionada com a antecipação da produção, por conta de janeiro ser um mês muito marcado por férias coletivas e paralisações. Ele também lembra que o comportamento negativo do setor industrial verificado nesse mês é algo que já vem sendo observado há mais tempo, com o ano de 2021 tendo registrado oito taxas negativas.

“Até no indicador acumulado dos últimos doze meses, no qual a indústria permanece em crescimento, com expansão de 3,1%, os avanços perdem cada vez mais a intensidade. Em agosto de 2021, a taxa chegou a registrar 7,2%. Em setembro, foi para 6,5%, 5,7% em outubro, 5% em novembro e 3,9% em dezembro.”, pontua Macedo. Mesmo com o recuo no ritmo da atividade industrial em janeiro de 2022, o total da indústria no índice de média móvel trimestral permaneceu apontando taxa positiva (0,1%), mas com intensidade menor do que o verificado no mês anterior (0,8%).

Maioria das atividades acompanhou queda
Na comparação com dezembro de 2021, 20 das 26 atividades industriais pesquisadas apontaram recuo na produção. Frente a janeiro de 2021, 18 registraram queda. “A indústria vem sendo afetada pela desarticulação das cadeias produtivas por conta da pandemia, tendo no encarecimento dos custos de produção e na dificuldade para obtenção de insumos e matéria-prima para a produção do bem final, características importantes desse processo. Além disso, os juros e a inflação em elevação, juntamente com um número ainda elevado de trabalhadores fora do mercado de trabalho, ajudam a explicar o comportamento negativo da indústria.”, analisa Macedo.

Entre as atividades, as influências negativas mais importantes na passagem de dezembro de 2021 para janeiro de 2022 foram assinaladas por veículos automotores, reboques e carrocerias (-17,4%) e indústrias extrativas (-5,2%), após acumularem expansão de 18,2% e de 6% nos dois últimos meses de 2021, respectivamente. Também no confronto com janeiro de 2021, essas atividades foram as que mais impactaram negativamente o índice geral, com queda de 23,5% na primeira e de 6,7% na segunda. “O segmento de veículos é um exemplo importante de desarticulação da cadeia produtiva, já que tem dificuldades na obtenção de insumos importantes para a produção do bem final. Já o setor extrativo, em janeiro de 2022, teve a extração do minério de ferro bastante afetada pelas chuvas em Minas Gerais”, esclarece Macedo.

Mais sobre a pesquisa
A Pesquisa Industrial Mensal (PIM) Brasil produz indicadores de curto prazo desde a década de 1970 relativos ao comportamento do produto real das indústrias extrativa e de transformação. A partir de maio de 2014, teve início a divulgação da nova série de índices mensais da produção industrial, após uma reformulação para atualizar a amostra de atividades, produtos e informantes; elaborar uma nova estrutura de ponderação dos índices com base em estatísticas industriais mais recentes, de forma a integrar-se às necessidades do projeto de implantação da Série de Contas Nacionais.

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Índice fica abaixo do patamar pré-pandemia

RS retira alertas e emite avisos para todas as regiões Covid

Os índices ainda estão acima dos números registrados em dezembro do ano passado

Na última semana, a média móvel de casos confirmados teve redução de 47%

Em reunião do gabinete de crise foi definido retirar os alertas e emitir avisos a todas as regiões Covid do Sistema 3As de Monitoramento, responsável pelo gerenciamento da pandemia no Rio Grande do Sul. A decisão do grupo de trabalho da saúde pela emissão de avisos ocorre porque, embora haja queda significativa dos indicadores considerados, observa-se que ainda há elevadas taxas de contaminação e de mortalidade. E, mesmo com a redução, os índices ainda estão acima dos números registrados em dezembro do ano passado, período antes do surgimento da variante ômicron.

Na última semana, a média móvel de casos confirmados teve redução de 47%, com incidência semanal de 267 casos por 100 mil habitantes. A internação por suspeitos de infecção pelo coronavírus e por confirmados diminuiu em 270 pacientes, sendo a queda de 180 em leitos clínicos e de 90 em UTIs. Em relação à média móvel de sete dias, a redução de pacientes em leitos clínicos é 20,3% e de 15,5% em UTIs. A taxa atual de ocupação nas unidades de terapia intensiva está em 57,1%. Nos últimos sete dias, foram registrados 226 óbitos, com média de 32,3 óbitos por dia, redução semanal de 23,1%.

Os índices ainda estão acima dos números registrados em dezembro do ano passado

Guerra na Ucrânia preocupa o setor automotivo

Apesar de notícia positiva de redução do IPI, reflexos negativos sobre a economia perante ao conflito serão inevitáveis

A indústria automobilística apresentou discreta melhora nos indicadores em fevereiro

Depois de um primeiro mês mais fraco, a indústria automobilística apresentou discreta melhora nos indicadores em fevereiro, de acordo com o balanço divulgado nesta terça-feira (8) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Mesmo com um dia útil a menos, a produção de 165,9 mil unidades cresceu 14,1% em relação a janeiro. O primeiro bimestre do ano tem desempenho 21,7% inferior ao do mesmo período de 2021, quando não havia uma crise de abastecimento de semicondutores, nem mesmo uma variante tão contagiosa da Covid-19 como a ômicron, que recentemente afastou muitos funcionários da linha de montagem.

Já os licenciamentos totalizaram 129,3 mil veículos, 2,2% a mais que em janeiro e 22,8% a menos que em fevereiro do ano passado. “As notícias de que o IPI automotivo estava prestes a ser reduzido fizeram com que muitos clientes adiassem a concretização do negócio”, explica Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea. A expectativa é uma reação melhor do mercado em março, um mês mais longo, sem feriados, com vários modelos com preços reduzidos nas lojas e historicamente mais aquecido que janeiro e fevereiro.

Um resultado bem mais expressivo veio das exportações, com 41,4 mil unidades enviadas a outros países, 49,6% a mais que em janeiro e 25,4% superior a fevereiro de 2021. No acumulado do bimestre, os embarques cresceram 17,3% sobre igual período do ano passado, num esforço das empresas para cumprir contratos atrasados por conta da pandemia e das quebras na cadeia logística. Já os estoques nas fábricas e nas redes de concessionárias cresceram de 114,4 mil veículos em janeiro para 120,1 mil no fim de fevereiro, permitindo leve redução nas filas de espera para os modelos de maior procura e lançamentos recentes.

Redução do IPI e guerra na Ucrânia
O setor automotivo foi surpreendido por duas notícias simultâneas no fim de fevereiro: uma muito positiva e a outra alarmante. A boa nova foi a redução de 18,5% do IPI para automóveis e comerciais leves. “É sempre muito bem-vinda qualquer proposta que alivie a pesada carga tributária sobre a indústria de transformação no Brasil. A redução do Custo Brasil, embora ainda tímida, é benéfica não só para o setor industrial, mas também para a geração de empregos, para os consumidores e para a sociedade como um todo”, afirmou Moraes.

Por outro lado, o setor vê com enorme perplexidade a invasão da Ucrânia pela Rússia. “Ainda é cedo para avaliarmos os inevitáveis reflexos negativos sobre a economia global e sobre o fluxo da cadeia logística do nosso setor, mas estamos atentos e preparados para mitigar os danos e buscar alternativas em caso de falta de insumos ou componentes”, prometeu o presidente da Anfavea.

Apesar de notícia positiva de redução do IPI, reflexos negativos sobre a economia perante ao conflito serão inevitáveis

Presidente dos EUA suspende importação de petróleo da Rússia

Biden disse que preço da gasolina vai subir ainda mais

“Estamos trabalhando também com parceiros europeus para reduzir a dependência da energia russa”, afirmou Biden

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou no início da tarde desta terça-feira (8) a suspensão das importações de petróleo da Rússia. Biden reconheceu que muitos países aliados, devido à dependência energética, podem não ser capazes de tomar medidas parecidas. “Os Estados Unidos produzem muito mais petróleo domesticamente do que todos os países europeus juntos. Na verdade, somos também exportadores, então podemos assumir essa medida, outros não podem. Estamos trabalhando também com parceiros europeus para reduzir a dependência da energia russa”, afirmou Biden.

O mandatário americano afirmou também o apoio de mais de US$ 1 bilhão de assistência para segurança na Ucrânia em carregamentos de equipamentos de defesa e também apoio humanitário, tanto para os ucranianos que saíram quanto para os que estão lutando no país. “Estamos implementando o pacote de sanções mais significativo da história e que está causando danos significativos na economia russa. O rublo [moeda oficial russa] caiu 50% em relação ao início da guerra, o rublo agora vale menos do que 1 centavo de dólar. Cortamos vários bancos russos do sistema financeiro internacional, o que dificulta que eles façam transações com o restante do mundo”, ressaltou Biden.

O presidente americano disse ainda que Vladimir Putin, mandatário russo, já está prejudicando as famílias americanas devido a um aumento nos preços dos combustíveis. “Desde que Putin entrou na Ucrânia, o preço da gasolina subiu 75 centavos de dólar. E vou fazer de tudo para evitar que suba ainda mais. Estamos liberando 60 milhões de barris de petróleo. A metade, 30 milhões, vai vir da reserva estratégica dos Estados Unidos e estamos tomando outras medidas para que o fornecimento de energia global continue”, disse Biden.

Além disso, o presidente dos Estados Unidos ressaltou que a Europa também tem que acabar com a dependência em relação ao petróleo russo. Ele disse ainda que a invasão na Ucrânia deveria motivar a transição para energias mais limpas, como o uso de carros elétricos, por exemplo. “Quando fizermos isso, ninguém vai ficar preocupado com o preço da gasolina no futuro. Isso vai significar que um país não poderá usar os preços da gasolina contra outro país como arma”.

Com Agência Brasil

Biden disse que preço da gasolina vai subir ainda mais