Google confirma que Steam está chegando aos Chromebooks

O Google confirmou durante a Games Developer Summit que um teste alfa do Steam para o Chrome OS estará disponível para Chromebooks “selecionados”. 

“Como você já deve ter ouvido, nossa equipe está trabalhando com a Valve para trazer o Steam para o Chrome OS”, publicou Alisha da equipe do Chrome OS. 

“Estamos muito animados em compartilhar que lançaremos uma versão inicial com qualidade alfa do Steam no Chrome OS no canal Dev para um pequeno conjunto de Chromebooks em breve”.

Apesar do anúncio são poucas as informações disponíveis, mas o 9to5 Google relata que o equipamento precisará ter um processador Intel Core i5 ou i7 (11ª geração) e um mínimo de 7 GB de RAM.

Ou seja, os Chromebooks com suporte ao Steam devem começar a chegar ao mercado no futuro.

O Google confirmou durante a Games Developer Summit que um teste alfa do Steam para o Chrome OS estará disponível para Chromebooks “selecionados”.  “Como você já deve ter ouvido, nossa equipe está trabalhando com a Valve para trazer o Steam para o Chrome OS”, publicou …

Agora é possível rascunhar e-mail no Google Docs e enviá-lo para o Gmail

Sabe aqueles e-mails importantes que precisam ser escritos a quatro mãos ou de forma colaborativa com mais pessoas?

O Google lançou uma atualização do Google Docs que permite que os usuários do Workspace e do G Suite colaborem em rascunhos do Gmail. 

Abra o modelo de rascunho de e-mail (selecione um contato usando @ e selecione “Rascunho de email”) e convide colegas para o documento.

Quando estiver pronto para enviar o e-mail, basta clicar em um botão para abrir uma janela de composição do Gmail e finalizar a mensagem.

O Docs preencherá automaticamente todos os campos relevantes do Gmail.

Sabe aqueles e-mails importantes que precisam ser escritos a quatro mãos ou de forma colaborativa com mais pessoas? O Google lançou uma atualização do Google Docs que permite que os usuários do Workspace e do G Suite colaborem em rascunhos do Gmail.  Abra o modelo de rascunho de e-mail …

Fórmula 1: carros da McLaren terão rodas com efeito Chrome e logotipo do Android

O Google se tornou um “Parceiro Oficial da McLaren Formula 1 Team e da McLaren MX Extreme E Team” com os logotipos do Android e do Chrome aparecendo nos carros de corrida de F1.

As marcas Android e Chrome serão usadas na tampa do motor e nas rodas dos carros de corrida MCL36 de Fórmula 1 e nos capacetes e macacões dos pilotos da McLaren Fórmula 1 Lando Norris e Daniel Ricciardo da temporada 2022 da Fórmula 1. 

Enquanto isso, a marca do Google também será visível no carro de corrida número 58 McLaren MX Extreme E e nos macacões de corrida dos pilotos do McLaren MX Extreme E Emma Gilmour e Tanner Foust do Island X Prix de 2022. 

A parceria, descrita como planejada para “vários anos” terá a McLaren Racing usando dispositivos Android habilitados para 5G e o navegador Chrome durante as sessões de treinos, qualificação e corridas. 

De acordo com o buscador, o patrocício vai além das marcas e sim “apoiar os pilotos e a equipe, com o objetivo de melhorar o desempenho na pista”.

O Google se tornou um “Parceiro Oficial da McLaren Formula 1 Team e da McLaren MX Extreme E Team” com os logotipos do Android e do Chrome aparecendo nos carros de corrida de F1. As marcas Android e Chrome serão usadas na tampa do motor …

Banco Central eleva a taxa Selic para 11,75% ao ano

Copom antevê outro ajuste da mesma magnitude em maio

O Copom avalia que o momento exige serenidade para avaliação da extensão e duração dos atuais choques

Com pelo menos 45 minutos do horário previsto, um atraso fora do comum, o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC), anunciou nesta quarta-feira (16) que resolveu, por unanimidade, elevar a taxa de juros básica, a Selic, para 11,75% ao ano. O ajuste foi de um ponto percentual, como aguardado pelos agentes de mercado. A elevação, no entanto, foi mais branda do que a adotada nas últimas três reuniões, quando a autoridade monetária promoveu elevações de 1,5 ponto percentual na Selic.

“O Comitê entende que essa decisão reflete a incerteza ao redor de seus cenários e um balanço de riscos com variância ainda maior do que a usual para a inflação prospectiva, e é compatível com a convergência da inflação para as metas ao longo do horizonte relevante, que inclui os anos-calendário de 2022 e, principalmente, o de 2023. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego”, destaca o documento tornado público depois da reunião.

Em outro trecho, o anúncio lembra que a atuação do Comitê visa combater os impactos secundários do atual choque de oferta em diversas commodities, que se manifestam de maneira defasada na inflação. “As atuais projeções indicam que o ciclo de juros nos cenários avaliados é suficiente para a convergência da inflação para patamar em torno da meta ao longo do horizonte relevante”, sublinha o relatório.

O Copom também avalia que o momento exige serenidade para avaliação da extensão e duração dos atuais choques. “Caso esses se provem mais persistentes ou maiores que o antecipado, o Comitê estará pronto para ajustar o tamanho do ciclo de aperto monetário. O Comitê enfatiza que irá perseverar em sua estratégia até que se consolide não apenas o processo de desinflação como também a ancoragem das expectativas em torno de suas metas”, prevê o documento.

Para a próxima reunião, nos dias 3 e 4 de maio, o Comitê antevê outro ajuste da mesma magnitude. “O Copom enfatiza que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados para assegurar a convergência da inflação para suas metas, e dependerão da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação para o horizonte relevante da política monetária”, ressalta o anúncio.

Copom antevê outro ajuste da mesma magnitude em maio

Fed eleva juros pela primeira vez desde 2018

A invasão da Ucrânia pela Rússia está causando enormes dificuldades econômicas

Para o Fed, a inflação permanece elevada, refletindo desequilíbrios de oferta e demanda relacionados à pandemia

O Federal Reserve (o Banco Central dos Estados Unidos) decidiu aumentar a taxa de juros para o intervalo entre 0,25% e 0,50% ao ano. Desde 2018 que o Fed não elevava os juros. Além disso, o Comitê espera começar a reduzir suas participações em títulos do Tesouro e dívida de agências e títulos lastreados em hipotecas de agências na próxima reunião em 3 de maio.

No comunicado enviado após a reunião, os membros do Fed afirmaram que os indicadores de atividade econômica e emprego continuaram a se fortalecer. “Os ganhos de emprego foram fortes nos últimos meses, e a taxa de desemprego diminuiu substancialmente. A inflação permanece elevada, refletindo desequilíbrios de oferta e demanda relacionados à pandemia, preços mais altos de energia e pressões mais amplas sobre os preços”, diz o documento.

“A invasão da Ucrânia pela Rússia está causando enormes dificuldades humanas e econômicas. As implicações para a economia dos Estados Unidos são altamente incertas, mas no curto prazo a invasão e os eventos relacionados provavelmente criarão uma pressão ascendente adicional sobre a inflação e pesarão na atividade econômica”, projeta o Fed. O texto diz ainda que o Fed buscará alcançar o máximo de emprego e inflação no patamar de 2% no longo prazo.

A ata comunica ainda que as futuras avaliações levarão em conta uma ampla gama de informações, incluindo leituras sobre saúde pública, condições do mercado de trabalho, pressões inflacionárias, desenvolvimentos financeiros e internacionais.

A invasão da Ucrânia pela Rússia está causando enormes dificuldades econômicas

Camicado inaugura em Pelotas sua primeira loja de 2022

Esta é a oitava unidade física da rede no Rio Grande do Sul e a 16ª do Sul

Ao todo, a marca tem 120 unidades espalhadas por todo o país

A Camicado, marca especializada em casa e decoração da Lojas Renner., inaugura nesta quinta-feira (17) sua primeira loja na cidade gaúcha de Pelotas, no Shopping Pelotas. Localizada a 260 quilômetros da capital, esta será a oitava unidade no Rio Grande do Sul. As outras unidades estão em Canoas, Caxias do Sul, Novo Hamburgo, Passo Fundo e Porto Alegre. Com a nova operação em Pelotas, a Camicado totaliza 16 lojas na região Sul. São cinco no Paraná e três em Santa Catarina. Ao todo, a marca tem 120 unidades espalhadas por todo o país.

Com investimento de aproximadamente R$ 2 milhões e 500 metros quadrados de área de venda, o novo ponto foi pensado estrategicamente para atender à população local com comodidade e praticidade. Considerando, inclusive, o bem-estar e maior comodidade para os consumidores, também será possível fazer compras via WhatsApp e pelo aplicativo da marca e receber os produtos em casa. Na nova unidade ainda será possível utilizar a Venda Digital, que permite ao cliente adquirir itens do e-commerce no ponto físico, podendo escolher onde prefere receber o produto.

“Investir na expansão da Camicado significa aumentar a proximidade com o nosso público. Nossas lojas estão cada vez mais preparadas para receber os nossos clientes com uma experiência omnichannel encantadora, alinhada à nossa estratégia de transformação digital e de sustentabilidade”, afirma Natan Anaf, diretor da Camicado.

Esta é a oitava unidade física da rede no Rio Grande do Sul e a 16ª do Sul

Tecon Rio Grande é o porto mais eficiente do país de acordo com Banco Mundial

O terminal também é o único representante brasileiro a figurar entre os 50 melhores portos do mundo

Desde o início de suas operações, em 1997, o Tecon Rio Grande já movimentou cerca de 14,2 milhões TEUs

O Tecon Rio Grande, terminal operado pela Wilson Sons, com 25 anos de atuação, é o porto brasileiro mais bem avaliado no ranking nacional, sendo considerado o mais eficiente do Brasil, na abordagem administrativa do Índice Global de Desempenho Portuário de Contêineres do Banco Mundial (CPPI) e IHS Markit.

O terminal também é o único representante brasileiro a figurar entre os 50 melhores portos do mundo, de acordo com a mesma abordagem. O índice analisou mais de 300 instalações em todos os continentes e utilizou dados dos maiores armadores do mundo, responsáveis por 76% da movimentação global de contêineres.

Elaborado pelo World Bank, com colaboração do IHS Markit, o Índice Global de Desempenho Portuário de Contêineres (Container Port Performance Index – CPPI), é um indicador de performance das operações portuárias, baseado no tempo de estadia dos navios nos portos, diferentes volumes de operação e capacidade dos navios operados.

O indicador foi construído com base em duas metodologias diferentes: a abordagem administrativa (administrative approach), que reflete o conhecimento e julgamento de especialistas, e a abordagem estatística (statistical approach), usando análise fatorial.

Desde o início de suas operações, em 1997, o Tecon Rio Grande já movimentou cerca de 14,2 milhões TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés).

O terminal também é o único representante brasileiro a figurar entre os 50 melhores portos do mundo

PIB do Rio Grande do Sul registra alta de 10,4% em 2021

Desempenhos positivos da agropecuária e da indústria foram decisivos para o resultado

Na agropecuária, após perdas expressivas em 2020, a recuperação foi puxada pela alta na produção de soja

A recuperação da estiagem, que afetou a produção do campo do Rio Grande do Sul em 2020, juntamente com a produção industrial do estado puxaram o resultado da economia em 2021, que apresentou alta de 10,4% no ano. O PIB gaúcho somou R$ 582,9 bilhões com avanços significativos na agropecuária (67,5%) e na indústria (9,7%). Os números do Rio Grande do Sul superaram os registrados no país, que terminou 2021 com incremento de 4,6% no PIB.

Quando considerado apenas o quarto trimestre de 2021, na comparação com o trimestre imediatamente anterior, o PIB teve alta de 3,3%, enquanto que na comparação com igual período de 2020 a variação foi positiva em 5% no estado. No Brasil, o desempenho para os mesmos períodos foi de 0,5% e 1,6%, respectivamente. O resultado do acumulado do ano e do quarto trimestre de 2021 da economia gaúcha foi divulgado nesta quarta-feira (16) pelo Departamento de Economia e Estatística, vinculado à Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (DEE/SPGG).

Acumulado do ano
Além do crescimento expressivo da agropecuária e da indústria, os serviços apresentaram alta de 4,1% no estado em 2021. Na comparação com o Brasil, os números do Rio Grande do Sul ficaram acima do país na agropecuária (+67,5% contra -0,2%) e na indústria (9,7% contra 4,5%), enquanto nos serviços ficou um pouco atrás (4,1% contra 4,7%). Na agropecuária, após perdas expressivas em 2020, a recuperação foi puxada pela alta na produção de soja (80,8%), trigo (68,5%), fumo (19,4%), arroz (6,8%) e milho (4,3%).

Na indústria, todas as atividades registraram desempenho positivo no ano passado, desde a eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana (+1,6%), passando pela indústria extrativa mineral (4,8%), construção (7,4%) e a indústria de transformação (11,8%). Nos serviços, o comércio (6,6%) colaborou para a alta, também puxada pelo desempenho dos segmentos de outros serviços (7,5%).

“A boa notícia é que estamos com um nível de PIB bastante elevado, levemente inferior ao registrado no pico da série, no segundo trimestre de 2013, ano em que também houve recuperação da safra de grãos no estado. Contudo, os desafios de 2022 já se impõem nesse início do ano, com prováveis perdas de produção na agropecuária, em decorrência da nova estiagem, e com os possíveis impactos globais dos atuais conflitos no leste europeu”, comentou Vanessa Sulzbach, chefe da Divisão da Análise Econômica do DEE, responsável pelo indicador.

Desempenhos positivos da agropecuária e da indústria foram decisivos para o resultado

Taurus investirá R$ 250 milhões neste ano

Vendas obtiveram alta de 47,4% no ano passado

Com lucro líquido de R$ 206,9 milhões no quarto trimestre, a Taurus apresentou resultado consolidado de R$ 635,1 milhões em 2021, seu terceiro resultado positivo consecutivo

A Taurus Armas divulgou seus resultados apresentando um Ebitda (indicador financeiro que mostra o potencial de geração de caixa de uma empresa) de R$ 1 bilhão em 2021, 111,4% acima do registrado em 2020, a companhia quebra uma barreira importante que reflete o seu atual padrão de desempenho operacional.

A receita líquida consolidada da Taurus atingiu R$ 2,7 bilhões em 2021, com alta de 47,4% em relação ao exercício anterior. Além do aumento no volume de vendas de armas, o preço médio dos produtos também teve crescimento no ano. Com base em investimentos dedicados a pesquisa e desenvolvimento, a Taurus vem agregando novos produtos à sua linha, colocando no mercado um mix de maior valor agregado. Ainda, em junho do ano passado, a empresa aplicou aumento de 10% em sua tabela de preços de armas nos Estados Unidos e, a partir de agosto, de 17% no Brasil. A demanda não foi afetada pelos reajustes. Em 2021, foram 2,2 milhões de armas produzidas, crescimento de 44,5% em relação ao ano anterior. Com lucro líquido de R$ 206,9 milhões no quarto trimestre, a Taurus apresentou resultado consolidado de R$ 635,1 milhões em 2021, seu terceiro resultado positivo consecutivo. O lucro obtido em 2021 multiplica por 2,4 vezes o valor apurado no exercício anterior.

A fábrica dos Estados Unidos atingiu a produção de 868 mil unidades no ano, volume superior ao estimado inicialmente como capacidade máxima da unidade de 800 mil armas por ano, considerando a estrutura original, que não demandou investimentos da companhia em função do acordo firmado com o governo do Estado da Georgia. O prédio tem ainda cerca de 60% de sua área disponível, com espaço para ampliação da capacidade a partir de novos investimentos. Ao mesmo tempo, a produtividade da fábrica brasileira continuou aumentando, de modo que a produção no ano somou 1,4 milhão de armas em 2021, 20% superior ao volume de produção de 2020.

As vendas também seguiram em alta. Em solo norte-americano, o NICS (National Instant Background Check System), indicador do número de pessoas interessadas em adquirir uma arma, mostrou que a demanda seguiu aquecida em 2021, atingindo o segundo maior patamar desde que foi criado. Ainda assim, em relação ao recorde histórico registrado em 2020, houve redução de 12%. Mas as vendas da Taurus no país apresentaram tendência inversa do NICS com crescimento de 23,4% em 2021, evidenciando o aumento do market share da marca. Para 2022, a percepção é que o cenário será semelhante, com a demanda norte-americana perdendo um pouco de força em relação aos dois últimos anos.

Além do aumento de participação de mercado nos Estados Unidos, a Taurus tem outros projetos em andamento, como a joint venture Jindal Taurus na Índia, que vai contribuir para ampliar a atuação na região. O projeto da fábrica no país está em andamento, após atraso significativo em função de dificuldades criadas pela pandemia de Covid-19. Agora, a construção do prédio está sendo concluída e a primeira equipe da Taurus do Brasil foi ao país para uma visita técnica em fevereiro. Para 2022, o planejamento considera investimentos da ordem de R$ 250 milhões, seguindo com a modernização e ampliação da estrutura industrial, de modo a dar sustentação ao crescimento da companhia. No ano passado a Taurus investiu R$ 175 milhões.

A Taurus Armas é a 127ª maior empresa da região e também a 51ª maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

Vendas obtiveram alta de 47,4% no ano passado

Inflação acelera para todas as faixas de renda em fevereiro

Aumento de preços foi generalizado, nota Ipea

A alta do grupo alimentos e bebidas foi a principal responsável pela pressão inflacionária das famílias de renda mais baixa

O Ipea aponta para uma aceleração inflacionária para todas as faixas de renda. As famílias de renda alta registraram a maior aceleração inflacionária no período, passando de 0,34% em janeiro para 1,07% em fevereiro. Já o segmento que apresentou a menor taxa inflação em fevereiro foi o das famílias com renda média-baixa (0,93%). Os dados foram divulgados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). No acumulado em 12 meses, as famílias de renda muito baixa apresentam a maior alta inflacionária, com um índice de 10,9%. Esse resultado se mantém pouco superior à registrada pelas faixas de renda baixa (10,7%) e média-baixa (10,8%) e acima da faixa de renda alta (9,7%).

A análise dos dados desagregados de fevereiro mostra que a alta do grupo alimentos e bebidas foi a principal responsável pela pressão inflacionária das famílias de renda mais baixa – com renda domiciliar menor que R$ 1.808,79. Essa pressão é explicada pelos aumentos registrados em produtos como feijão (9,4%), farinha de trigo (2,8%), biscoito (2,3%), macarrão (1,1%) e pão (1%). Segundo o Ipea, o forte crescimento dos preços dos alimentos in natura, especialmente da batata (23,5%), da cenoura (55,4%) e do repolho (25,7%), aliado a alta do café (2,5%) e leite (1%), ajudam a explicar esta contribuição altista para a inflação das famílias de menor renda.

Já a pressão inflacionária para as famílias de renda mais alta veio dos reajustes de 6,7% das mensalidades escolares e de 3,9% dos cursos extracurriculares que fizeram do grupo educação o maior foco inflacionário em fevereiro. Para o segmento de renda alta – com renda domiciliar maior que R$ 17.764,49 –, os reajustes de 3,8% do transporte escolar, de 2,2% do transporte por aplicativo e de 1,5% dos pacotes turísticos também representaram pontos de pressão. Entretanto, os efeitos desses aumentos foram atenuados por conta da queda de preços dos planos de saúde (0,69%), das passagens aéreas (5%), do etanol (5%) e da gasolina (0,47%).

“Embora as principais altas estejam concentradas nos grupos alimentação e educação, houve um aumento de preços mais generalizado em fevereiro, tendo em vista que todos os grupos exerceram uma pressão altista em todos os segmentos de renda”, revelou, em nota, a pesquisadora do Ipea Maria Andréia Parente Lameiras, autora do indicador mensal.

Em comparação com o mesmo período de 2021, com exceção das faixas de renda média e média alta, que tiveram estabilidade, as demais classes apresentaram aceleração da inflação em 2022. Ela foi ainda mais expressiva para as famílias de renda muito baixa, cuja taxa observada este ano avançou 0,33 pontos percentuais em relação a fevereiro de 2021. As altas dos alimentos em domicílio, principalmente os reajustes de 8,6% das carnes, de 19,6% das aves e ovos, de 43,8% do açúcar e de 61,2% do café, também provocaram impactos significativos sobre a inflação no período, sobretudo para as camadas de renda mais baixa.

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Com Agência Brasil

Aumento de preços foi generalizado, nota Ipea

SLC Agrícola fatura 24,5% a mais em 2021

Preços maiores de todas as culturas ajudaram no resultado

Empresa encerrou a safra 2020/2021 com recorde na produtividade da soja

A SLC Agrícola acumulou, em 2021, receita líquida de R$ 4,6 bilhões, valor 24,5% maior do que em 2021. Já o lucro mais que dobrou no mesmo período (veja os principais indicadores nos gráficos ao final desta reportagem). De acordo com a companhia, o faturamento foi maior devido aos maiores preços faturados para todas as culturas, apesar no menor volume faturado no ano.

Em 2021, a SLC Agrícola encerrou a safra 2020/2021 com recorde na produtividade da soja, atingindo 3.985 quilos por hectare, número 13% superior à média nacional. Esse é um recorde pelo quarto ano consecutivo. Já No milho de segunda safra, a empresa obteve 5.880 quilos por hectare, com queda de 22,5% em relação ao projeto inicial, mas ainda 45,2% superior à média brasileira.

“Em função da menor produtividade média nacional do milho, os preços de mercado se elevaram e o resultado na cultura do milho da companhia atingiu o resultado financeiro esperado. A queda de produtividade no milho foi ocasionada principalmente pela irregularidade na distribuição dos volumes de chuva ao longo dos meses de março e abril, principalmente no Mato Grosso do Sul”, explica a SLC em seu relatório anual.

A companhia informa ainda que iniciou a safra 2021/2022 em setembro, com um crescimento de 45,8% em termos de área plantada. Além disso, houve um incremento de 33,6% em termos de área plantada para a segunda safra.

Em fevereiro, a empresa fez um acordo com a Kothe Logística para a construção de uma unidade de beneficiamento de sementes e armazenamento refrigerado no Mato Grosso. A companhia vendeu 29 hectares na Fazenda Paiaguás para a Kothe, onde será construída a unidade. O investimento para construção é do parceiro. O local terá a capacidade instalada para a produção de 1 milhão de sacas de soja semente em até cinco anos.

Preços maiores de todas as culturas ajudaram no resultado

Governo do RS desobriga uso da máscara em ambientes abertos

Não foram emitidos alertas ou avisos para as regiões

O quadro epidemiológico da Covid-19 continua requerendo esforços para evitar contágio

O Gabinete de Crise para o Enfrentamento à Covid-19 no Rio Grande do Sul, acolhendo nota técnica do Comitê Científico e do Centro de Operações e Emergência em Saúde (COE), decidiu pela desobrigação do uso de máscara em ambientes ao ar livre. De acordo com a nota técnica, a desobrigação da máscara em espaços abertos e onde haja possibilidade de distanciamento se baseia nos indicadores epidemiológicos atuais de redução de internações e a progressão da vacinação no Rio Grande do Sul.

Os técnicos ressaltam, no entanto, que o quadro epidemiológico da Covid-19 continua requerendo esforços para evitar contágio. Por isso, segue recomendado fortemente o uso de máscara, mesmo em locais abertos, para pessoas com comorbidades ou que estejam apresentando sintomas gripais. A máscara também é recomendada para ambientes abertos durante situações de risco aumentado, como em locais sem distanciamento ou em longos períodos de exposição, como shows e estádios de futebol. Em ambientes fechados, a máscara continua de uso obrigatório.

Ainda durante a reunião, o Gabinete de Crise decidiu por não emitir alertas ou avisos, dentro do Sistema 3As de Monitoramento, após a análise dos dados da pandemia. Na última semana, a média móvel de casos confirmados apresentou estabilidade, variando em 5%, com incidência semanal de 279 casos por 100 mil habitantes.

A internação por suspeitos de infecção pelo coronavírus e por confirmados diminuiu em 276 pacientes, sendo a queda de 205 em leitos clínicos e de 71 em UTIs. Em relação à média móvel de sete dias, a redução de pacientes em leitos clínicos é 27,1% e de 18,6 % em UTIs. A taxa atual de ocupação nas unidades de terapia intensiva está em 59,9%. Nos últimos sete dias, foram registrados 223 óbitos, com média de 31,9 óbitos por dia, representando uma estabilidade, com variação negativa de 1,3% na semana.

Não foram emitidos alertas ou avisos para as regiões

Após dois meses em alta, setor de serviços recua 0,1% em janeiro

Com o resultado, o setor ficou 7% acima do patamar pré-pandemia

Setor de serviços decresce em janeiro puxado pelo segmento de tecnologia da informação

O setor de serviços recuou 0,1% na passagem de dezembro para janeiro, após acumular um ganho de 4,7% nos dois últimos meses do ano passado. Com o resultado de janeiro, o setor ficou 7% acima do patamar pré-pandemia, registrado em fevereiro de 2020, e está operando em nível pouco abaixo de agosto de 2015. No entanto, o setor ainda se encontra 5,2% abaixo do pico da série, registrado em novembro de 2014. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo IBGE.

“Nesse processo de recuperação que o setor de serviços vem apresentando desde junho de 2020, há um predomínio absoluto de taxas positivas: são quinze positivas contra cinco negativas, ou seja, uma larga base de comparação, o que faz com que, vez ou outra, o setor mostre algum tipo de acomodação”, explica Rodrigo Lobo, gerente da pesquisa. Ele destaca, no entanto, que ainda não é possível saber se o resultado marca um ponto de inflexão da série ou apenas uma tomada de fôlego.

Três das cinco atividades investigadas tiveram retração no mês de janeiro, com destaque para serviços de informação e comunicação (-4,7%), que recuaram pelo segundo mês consecutivo. Com isso, a atividade se coloca num patamar 7,3% acima de fevereiro de 2020 e 4,9% abaixo do ponto mais alto da série, em novembro de 2021. Nessa atividade, o segmento de tecnologia da informação caiu 8,9%, e o de telecomunicações recuou 1,1%.

“O segmento de tecnologia da informação contribuiu decisivamente para o resultado de negativo de 0,1% do setor de serviços. É o segmento que mais se destaca desde janeiro de 2011, com aumento do ritmo de crescimento a partir de maio de 2020, alcançando em dezembro de 2021 o ponto mais alto da série. Apesar dessa queda, o saldo dos últimos 3 meses ainda é positivo em 2,4% e, em relação ao patamar pré-pandemia, o segmento está 35,9% acima”, contextualiza Lobo.

Por outro lado, ainda dentro do setor de serviços de informação e comunicação, o segmento de telecomunicações não só se encontra abaixo do nível de fevereiro de 2020 (-5,6%) como também atingiu, em janeiro, o piso de sua série, isto é, está 18,1% abaixo de outubro de 2014. Lobo destaca que esse segmento é o de maior peso na pesquisa, dentre as 166 atividades de serviços investigadas.

O segundo impacto negativo, em termos setoriais, veio dos serviços prestados às famílias. “Ele foi o mais afetado pela pandemia em função de seu caráter de atividades presenciais e vem mostrando um processo de recuperação consistente. Mesmo com a queda de 1,4% em janeiro, o saldo ainda é largamente positivo desde que se iniciou o processo de recuperação, em junho de 2020”, avalia Lobo. A atividade emplacou uma sequência de nove taxas positivas, com um crescimento acumulado de 60% entre abril e dezembro do ano passado. Apesar disso, ainda se encontra 13,2% abaixo de fevereiro de 2020 e 23,3% abaixo do ponto mais alto da série, em outubro de 2013.

Já pelo lado das altas, o destaque ficou com os transportes, que cresceram 1,4% em janeiro, terceiro resultado positivo seguido, acumulando aumento de 6,6%. A atividade, que atingiu o ponto mais baixo da série em abril de 2020, está 13,1% acima de fevereiro de 2020 e 2,7% abaixo do pico da série, em fevereiro de 2014. “Esse crescimento vem do transporte rodoviário de carga e da parte de logística de transporte e armazenagem de mercadoria, muito por conta do boom do comércio eletrônico, trazendo o setor de transporte para o maior nível desde novembro de 2014”, destaca Lobo.

Também com alta, os serviços profissionais, administrativos e complementares cresceram 0,6%, com uma sequência de três taxas positivas, acumulando ganho de 5,3%. A atividade encontra-se 1,4% acima do patamar de fevereiro de 2020 e 19,5% abaixo do ponto mais alto de sua série, em julho de 2012 e setembro de 2014. Em relação a janeiro de 2021, o setor de serviços cresceu 9,5%, com alta em todas as atividades. “Essa é a 11ª taxa positiva seguida, ainda em função de uma baixa base de comparação”, complementa Lobo.

Sobre a Pesquisa Mensal de Serviços
A PMS produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do setor de serviços no país, investigando a receita bruta de serviços nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, que desempenham como principal atividade um serviço não financeiro, excluídas as áreas de saúde e educação. Há resultados para o Brasil e todas as unidades da Federação.

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Com o resultado, o setor ficou 7% acima do patamar pré-pandemia

Pressão inflacionária é primeiro efeito da guerra na Ucrânia

CNI acredita que duração mais longa do conflito pode agravar alta de preços das commodities e afetar saúde financeira de indústrias brasileiras

Devido à situação econômica do Brasil, a indústria não deve conseguir repassar integralmente a alta em um primeiro momento

A pressão inflacionária é o principal impacto inicial causado pela guerra entre Rússia e Ucrânia para a indústria brasileira observado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A alta dos preços internacionais das commodities agrícolas, minerais e energéticas resultante do conflito produz pressão adicional sobre a inflação mundial e a brasileira, ambas já afetadas pela pandemia. Isso poderá acarretar altas nas taxas de juros internacionais e no País, com efeitos negativos para a economia brasileira.

Os preços no mercado futuro, em dólares, aumentaram para uma série de commodities desde o dia de início da guerra. Alguns exemplos de altas entre 23 de fevereiro e 8 de março são: trigo (+45,3%); petróleo (+34,3%); paládio (+21,7%); milho (10,3%); açúcar (+4,9%); e alumínio (+4,2%). O gerente executivo de economia da CNI, Mário Sérgio Telles, ressalta que a dimensão dos impactos do conflito na economia brasileira depende da duração da guerra. “Uma duração mais longa poderá ampliar não só os efeitos sobre commodities, mas também os impactos negativos sobre o crescimento da economia mundial, influenciando as exportações brasileiras como um todo”, afirma.

No caso do Brasil, a elevação dos preços das commodities minerais (excluindo petróleo) e agrícolas devem ter efeitos mais imediatos sobre a inflação. A alta do petróleo impacta não apenas nos preços de combustíveis (gasolina e diesel), mas, também, em produtos petroquímicos, como plásticos e embalagens.

Devido à situação econômica do Brasil, a indústria não deve conseguir repassar integralmente essa alta em um primeiro momento, o que pode afetar a saúde financeira das empresas, na avaliação de Mário Sérgio. “Há um desemprego elevado no mercado interno que dificulta o repasse de preços na mesma proporção do aumento de custo. Com isso, pode haver uma redução da margem de lucro das empresas ainda afetadas pela crise, o que aumenta o risco de falências e de dificuldades em negociar dívidas”, afirma.

Cadeias globais de insumos
O conflito também poderá levar à escassez de componentes necessários à fabricação de chips e semicondutores, uma vez que a Rússia e a Ucrânia são grandes produtores globais de metais usados como componentes desses produtos. Também há a expectativa de novas elevações nos preços de frete internacional, agravando os problemas na logística das cadeias globais de suprimentos. O descompasso das cadeias globais deverá repercutir no longo prazo, de acordo com o superintendente de desenvolvimento industrial da CNI, Renato da Fonseca.

“Quando você reabre os fluxos de suprimentos, a reorganização da logística de transportes ocorre aos poucos. Vai haver um impacto de mais longo prazo nesse sentido, até os mercados se regularizarem e essa desorganização é transmitida via preço. A redução desses preços vai acontecer à medida que os fornecedores consigam entrar novamente no ritmo de produção e distribuição para os compradores”, afirma.

O fluxo de comércio entre Brasil e Ucrânia é pequeno, razão pela qual os efeitos diretos do conflito via relações de importações e exportações devem surtir efeitos pontuais sobre setores específicos. As consequências serão maiores no comércio com a Rússia. Em 2021, o país ocupou a 6ª posição dentre os principais importadores do Brasil, com um total de US$ 5,7 bilhões (2,6% das importações brasileiras). Com relação às exportações, a Rússia foi o 36º maior parceiro comercial do Brasil, contabilizando um total de US$ 1,5 bilhão (0,6% das exportações brasileiras).

Dentre os principais produtos que o Brasil importa da Rússia, destacam-se: produtos químicos (principalmente fertilizantes); óleos leves de petróleo; carvão mineral (hulha betuminosa e hulha antracita); e metalurgia (alumínio e paládio). “Como o Brasil importa principalmente fertilizantes agrícolas, o acesso mais restrito a esses insumos poderá impactar as próximas safras”, avalia Renato da Fonseca. Para alguns dos produtos importados, como metais básicos e de produtos químicos, existem possíveis substitutos no curto prazo para evitar a indisponibilidade de certos bens, ainda que os preços praticados sejam mais altos.

Do lado das exportações, as vendas brasileiras para Rússia são concentradas em: produtos agrícolas (soja, café), da indústria alimentícia (carne, açúcar), máquinas e equipamentos agrícolas e metalurgia (ferronióbio), de modo que os exportadores possivelmente precisarão realocar essas vendas. Entre os manufaturados, 10,5% dos tratores e 11,6% dos aparelhos usados para pulverizar líquidos ou pós exportados pelo Brasil nos últimos 5 anos foram para Rússia. Outros 6,5% das vendas brasileiras desses aparelhos entre 2017 e 2021 foram para Ucrânia.

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CNI acredita que duração mais longa do conflito pode agravar alta de preços das commodities e afetar saúde financeira de indústrias brasileiras

Catarina Capital aposta em gestão especializada de ações de tecnologia

Sediada em Florianópolis, gestora se destaca pelo crescimento de patrimônio sob gestão e alta rentabilidade em 2021

“Viemos de uma escola diferente, fora da Faria Lima e do Leblon, o que nos permite ter uma combinação de elementos única”, destaca Thiago Lobão, CEO da Catarina Capital

Uma gestora especializada em investimentos em tecnologia, desde a garagem até Wall Street, ou da Ilha do Silício até o Vale do Silício. É dessa maneira que a Catarina Capital, fundada em Florianópolis, em 2020, se posiciona. Pioneira no Brasil ao conciliar técnicas de Venture Capital para selecionar investimentos em ações de tecnologia em bolsas globais, a Catarina Capital foi uma das casas com maior crescimento de patrimônio líquido em 2021 e obteve, com o Fundo de Ações “Newton Tech”, o melhor resultado de gestão ativa para ações globais de tecnologia para investidores brasileiros também no ano passado.

A gestora foi fundada por Thiago Lobão e José Augusto Albino, empreendedores com larga experiência em Venture Capital no Brasil, ex-sócios de casas tradicionais como SP Ventures e CRP, respectivamente. O conjunto de sócios da gestora inclui nomes conhecidos no mercado financeiro tradicional, como Alexandre Constantini (ex-VP Morgan Staley) e Natan Epstein (ex-JP Morgan e Aqva), além de referências no mercado catarinense como Adonay Freitas, Raul Daitx e Renata Buss (responsáveis pela operação da Cventures, principal Corporate Venture catarinense).

Composta por um time total de 25 profissionais, que reúne experiências diversas em empresas de venture capital, gestoras, family office e bancos internacionais, além de órgãos de fomento à inovação, a equipe se beneficia da forte atividade tecnológica de Santa Catarina, especialmente em Florianópolis. A região é o epicentro econômico na inovação latino-americana, com mais de 4 mil startups ativas. Neste ecossistema, a gestora atua em três frentes de gestão de investimentos Public Equities (Fundos de Ações), Advisory (foco em transações pré-IPO) e Venture Capital (Fundos de Participação). A gestora tem obtido grande reconhecimento de mercado diante dos resultados expressivos de seu fundo de ações focado em empresas globais de base tecnológica: o Newton Tech Fund.Em seu primeiro ano, o fundo registrou ganhos de 20%, quase 40 pontos percentuais acima do Ibovespa em 2021, passando a ser distribuído ao mercado em plataformas como BTG Pactual (on demand), ModalMais, XP (Wealth Services) e Warren.

O portfólio Newton Tech concentra empresas listadas na Nasdaq e NYSE, com possível exposição também a ativos na B3. O fundo prioriza ativos com market cap mínimo de US$ 5 bilhões, líderes em tecnologia e expoentes em segmentos que transformam a vida das pessoas e dos negócios, como semicondutores, dispositivos, infra em nuvem, segurança cibernética, saas, e-commerces/marketplaces, fintechs, mobilidade, redes sociais, streaming e games. Com atuais R$ 200 milhões sob gestão, a estimativa é chegar a R$ 2 bilhões nos próximos três anos.

“Viemos de uma escola diferente, fora da Faria Lima e do Leblon, o que nos permite ter uma combinação de elementos única, com uma nova geração de profissionais que busca revolucionar o mercado financeiro e investir em tecnologia para além das startups. Hoje, o setor faz parte da vida de todos e, por isso, ter esses ativos é essencial para trazer maior diversificação à carteira. Mas selecionar e avaliar essas empresas requer muito conhecimento técnico, e nos destacamos por essa expertise”, explica Thiago Lobão, CEO da Catarina Capital.

“Nosso método, que é chancelado por professores da Universidade de Stanford, inclui fundamentos que vão além das ferramentas tradicionais de Equity Research.Adicionamos a avaliação tecnológica e de pessoas na análise, como meritocracia, rotação de profissionais, ambiente de trabalho, semelhante ao processo em Venture Capital. Consideramos 48 fundamentos distintos e a escolha das melhores empresas é balanceada com critérios qualitativos e quantitativos, além de outros instrumentos matemáticos”, complementa Lobão.

A Catarina Capital também atua em gestão de patrimônio, com o braço dedicado a Tech Wealth, um serviço de estruturação e operação de fundos exclusivos dedicados à gestão de investimentos diversificados em tecnologia. Na frente de Venture Capital, o Fundo Primus I é dedicado essencialmente para empresas de base tecnológica na região Sul do Brasil e em estágio inicial de crescimento. Em parceria com a Fundação Certi, maior instituição de P&D do Brasil, o fundo investe em 15 empresas.

A gestora também oferece o Programa Secundus, que facilita a compra e venda de ações de empresas de tecnologia ainda não-listadas em Bolsa (mercado secundário).A iniciativa é focada principalmente em negociações de operações em estágio mais maduro de desenvolvimento e pré-IPO, possibilitando aos investidores a alocação em empresas já validadas pelo mercado, em menor nível de risco do que em operações típicas em estágio inicial de crescimento.

Para 2022, a Catarina Capital projeta forte crescimento em todas as suas áreas de negócio, mantendo o destaque obtido em 2021 como uma das gestoras com maior crescimento percentual em patrimônio sob gestão ao longo do ano. “Nosso propósito é desenvolver produtos financeiros de alocação de recursos em tecnologia para todos os investidores brasileiros, destacando Santa Catarina como uma verdadeira “Califórnia brasileira”, um novo eixo de negócios no mercado de capitais, especializado em oportunidades de altíssimo valor agregado.”, destaca Lobão.

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Sediada em Florianópolis, gestora se destaca pelo crescimento de patrimônio sob gestão e alta rentabilidade em 2021